tv 730

Sábado, 05/11/2011 08h56
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Izadora Louise
Última atualização em Sábado, 05/11/2011 09:07h
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Antes mesmo de a bola rolar no clássico Vila Nova x Goiás na noite desta sexta-feira (04), a violência já aconteceu. Um grupo de torcedores do Goiás, que estavam indo para o estádio Serra Dourada, foram apedrejados por um grupo de torcedores do Vila Nova.

Ao revidar, os torcedores esmeraldinos pararam o carro, e efetuaram dois disparos em direção aos torcedores colorados, no entanto, ninguém foi atingido. Logo em seguida, a Polícia Militar recebeu uma denúncia, e conseguiu localizar os torcedores do Goiás que atiraram contra os torcedores do Vila Nova.

Um Corsa vermelho foi localizado. Uma menor de idade assumiu a autoria do crime, e disse que a intenção era matar os torcedores rivais. Ela estava acompanhada de outras pessoas e seu marido, que dirigia o veículo naquele momento.

O Cabo Edson, da Polícia Militar, responsável por atender a ocorrência, afirmou ao repórter Rodrigo Augusto que por meio de informações de testemunhas, a equipe fez um patrulhamento na Avenida 2ª Radial, região aonde teriam ocorrido os disparos.

“O veículo evadiu, mas percebemos que duas pessoas tinham saído do carro. Nós aproximamos destas pessoas, a abordamos, e neste momento nós verificamos que a bolsa da menor havia uma arma de fogo calibre 38, além de algumas trouxas de crack ou cocaína”, revela.

Segundo ele, no momento que a PM estava fazendo a apreensão da menor na Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), a equipe recebeu informações de que o Corsa estava nas proximidades. A Polícia Militar deparou com o veículo a 100 metros do local, e prendeu o restante dos envolvidos.

“A motivação, segundo a menor, que no momento em que eles estavam em direção ao estádio Serra Dourada, deparou com a torcida do Vila, foram ameaçados por estes torcedores, e apedrejados. Pelas informações que temos este pessoal faz parte da torcida organizada do Goiás”, declara.

O marido da menor que conduzia o Corsa vermelho, Wilbert Lopes de Castro em entrevista a RÁDIO 730, informou que os disparos não era de revólver, e sim de foguetes. Ele ainda declarou que não pertence mais à Força Jovem. O dono do veículo foi liberado pela Polícia Militar, já a menor foi encaminhada ao Depai.

 

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