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Foto: Petras de Souza / Portal 730
lucia vania petras de souza
A presidente estadual do PSB, senadora  Lúcia Vânia, negou que ela ou o partido tenham interferência na criação da Secretaria de Habitação por parte do governo estadual. Em entrevista à Rádio 730, ela disse que é contra a nova estrutura.

"Eu jamais aceitaria em nome do PSB uma nova secretaria. Eu acho um absurdo a criação de uma nova secretaria neste momento. A situação do estado ainda é delicada, e precisamos trabalhar muito para consertar aquilo que foi comprometido, tem restos a pagar a ser feito, tem repasses para municípios, tem que investir fortemente na saúde, a situação em Goiânia é calamitosa. Não justifica neste momento criar nenhuma secretaria para atender partido", disse a senadora.

Ouça a entrevista completa de Lúcia Vânia

 

Para ela, a habitação no Estado está funcionando muito bem com a estrutura da Agência Goiana de Habitação (Agehab). Segundo Lúcia Vânia, algum membro do PSB pode até assumir a pasta, porém por conta própria. Ela salienta que o partido faz parte da base do governo, mas que isto não obriga a sigla a ser subserviente.

 

Eleições 2018

Lúcia Vânia discorda também da colocação do nome do vice-governador José Eliton como pré-candidato da base marconista para 2018. "Eu me nego a falar que temos um candidato. Eu não reconheço isso. O governador tem todo o direito de ter uma visão diferente de mim. Ele acha que deve ser assim, que quem não está afinado com isso está esperneando, eu prefiro ficar esperneando do que aceitar uma coisa pré-definida em um momento que eu considero extemporâneo", argumenta.

Para a senadora, o momento é de dedicação total da classe polícia para que o país supere a crise.

 

Futuro política

Lúcia Vânia aponta que vai consultar a população para saber se vai se candidatar novamente ao Senado da República. Por outro lado, sobre a possibilidade de concorrer ao governo estadual, ela diz que só se as regras eleitorais mudarem e houver um apoio popular.

 

Reforma da previdência

A senadora goiana afirma que é necessária, porém salienta que o projeto deve ser modificado no Congresso Nacional. Ela destaca que vai estudar o texto, quando chegar ao Senado, e então, se posicionar sobre os pontos mais polêmicos.

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