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Rubens Otoni. Foto: Portal 730
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O deputado federal Rubens Otoni (PT) concedeu nesta sexta-feira (10) uma entrevista exclusiva à Rádio 730, durante o programa Primeiro Tempo da Notícia. Em pauta assuntos como Reforma da Previdência, planejamento para 2018 e a saída do ex-prefeito de Anápolis, João Gomes, do Partido dos Trabalhadores.

Ao ser questionado sobre o planejamento do PT goiano para o ano que vem, Rubens Otoni condicionou a formação de alianças políticas ao apoio dos partidos à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de presidente da República. “Não conversei com Daniel Vilela. Se o PMDB em Goiás não estiver com a candidatura do presidente Lula nós não vamos estar com o PMDB-GO, isso é claro. Eu tenho dúvida que o PMDB esteja com o Lula porque ninguém sabe quem vai ser o candidato deles ao governo de Goiás no próximo ano”.

No âmbito regional, Otoni garante que a saída do ex-prefeito de Anápolis, João Gomes, do PT, não trouxe instabilidade para o partido. “No PT a mesma porta de entrada é a porta de saída. Desejo sorte pra ele e desejo que aonde ele for ele tenha a oportunidade de disputar a prefeitura de Anápolis, até pra tirar a dúvida que ele ficou na eleição sobre ter perdido por ser do Partido dos Trabalhadores”.

Apesar de não descartar a possibilidade de lançar candidato ao governo de Goiás, Otoni afirma que o PT está focado na eleição para o executivo nacional. “Vamos trabalhar para unificar o máximo possível a oposição ao governo federal na candidatura do Lula. Mesmo com todos os ataques ele lidera as pesquisas”, garante. 

Reforma da Previdência

O governo Temer ao apresentar a proposta de Reforma da Previdência baseou-se na justificativa de que o setor representaria a maior fatia de gastos do Estado. Todavia, na opinião de Rubens Otoni, a reforma se trata de uma estratégia para beneficiar a iniciativa privada. “O governo fala em déficit, mas só leva em consideração o recurso previsto da contribuição dos trabalhadores rurais e urbanos. E na verdade temos outras contribuições como PIS e Cofins que, somadas, não representam déficit. O governo na realidade quer abrir espaço para a aposentadoria privada e para isso está destruindo a previdência pública”.

Ainda segundo o deputado federal, a proposta como está posta é prejudicial ao trabalhador. “A Reforma não passa como foi apresentada e, mesmo se ela for aprovada, não será bom.Se 20% dos itens que estão nessa reforma fossem aprovados, já seria muito prejudicial para o povo brasileiro”, conclui. 

Confira a entrevista na íntegra: 

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