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Plenário da Câmara durante votação que rejeitou requerimento de urgência da proposta de reforma trabalhista (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
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O plenário da Câmara Federal rejeitou nesta terça-feira (18) um requerimento de urgência que, caso tivesse sido aprovado, aceleraria a tramitação do projeto que estabelece a reforma trabalhista.

Apesar de a urgência para aprovação do projeto não ter passado, a maioria dos deputados goianos na Casa votaram pelo “sim”, ou seja, a favor da urgência da reforma trabalhista, com exceção de Jovair Arantes (PTB) e Magda Mofatto (PR), que não compareceram para a votação.

O pedido só seria aprovado se obtivesse pelo menos 257 votos a favor, mas o projeto recebeu 230. 163 parlamentares votaram contra. O requerimento foi assinado pelo líder do governo Aguinaldo Ribeiro (PP), além de outros 14 líderes da base aliada governista.

Na próxima semana termina o prazo para apresentação de emendas e sugestões dos parlamentares para a proposta. Só depois a comissão especial poderá voltar a discutir o requerimento.

Confira, a seguir, como votaram os goianos:

Votaram a favor da urgência da reforma:

Alexandre Baldy (PTN)

Célio Silveira (PSDB)

Daniel Vilela (PMDB)

Fábio Sousa (PSDB)

Giuseppe Vecci (PSDB)

Heuler Cruvinel (PSD)

João Campos (PRB)

Marcos Abrão (PPS)

Pedro Chaves (PMDB)

Roberto Balestra (PP)

Thiago Peixoto (PSD)

Votaram contra a urgência da reforma:

Rubens Otoni (PT)

Lucas Vergílio (SDD)

Flávia Morais (PDT)

Delegado Waldir (PR)

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