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Jardel Sebba. Foto: Reprodução/ Internet
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O ex-deputado estadual, ex-prefeito de Catalão, e atual chefe do Gabinete de Gestão da Governadoria de Goiás, Jardel Sebba (PSDB), concedeu nesta terça-feira (7) uma entrevista exclusiva à rádio 730.

Ao ser questionado sobre a união dos partidos ligados à base governista, Sebba refutou o posicionamento da senadora Lúcia Vânia (PSB), que se opôs à possibilidade do vice-governador José Eliton (PSDB) candidatar-se a governador sem deixar o cargo de vice. “Tenho uma admiração muito grande pela senadora mas acho que ela não estava em um momento feliz ao considerar um escárnio o fato de usar o cargo, até porque ela foi candidata a senadora no cargo de senadora. Então não vejo nenhum escárnio nisso, isso é legislação. A senadora tem que definir se quer ou não ficar com a gente.”

Além de Lúcia Vânia, outros políticos manifestaram insatisfação em relação a decisões tomadas pela base, segundo Jardel Sebba. No entanto, o chefe do Gabinete de Governadoria preferiu não apontar nomes. “A gente percebe que tem pessoas que não querem ficar na base, fazem imposições difíceis de serem atendidas, mas essas decisões cabem exclusivamente ao Marconi e ao José Eliton. Eu não vou opinar, vou ouvir as pessoas e levar minhas audições ao governador”, afirma.

Catalão

Jardel Sebba candidatou-se à reeleição como prefeito de Catalão no ano passado. Derrotado nas urnas, o ex-prefeito obteve 26,34% dos votos contra 67,62% do atual prefeito da cidade, Adib Elias (PMDB), conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em breve avaliação, Sebba criticou às ações tomadas pela atual administração. “Vamos esperar pra ver o que vai acontecer, mas hoje Catalão está suja, trocou um transporte coletivo de 18 ônibus por 10. Mas Catalão é um caso a parte.”

Na despedida do cargo, em janeiro deste ano, o ex-prefeito se envolveu em uma polêmica ao autorizar o pagamento do próprio salário e não quitar a folha. O fato foi confirmado por Jardel Sebba, que esclareceu os motivos que sustentaram a decisão. “Eu deixei o dinheiro em caixa para pagar a folha, faltava um pouco e eu não quis pagar parcelado. Eu tenho o direito de pagar a folha até o quinto dia útil do mês e deixei o dinheiro empenhado no dia 31. A atual administração sustou os meus cheques que tinham fundo, isso é estelionato”, assegura.

Confira a entrevista na íntegra:

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