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Democracia, pluralidade, cidadania, direitos, deveres, promoção da cultura, utilidade, relevância e sustentabilidade. Tudo isso faz parte da nossa responsabilidade de conscientização da população em busca de diálogos mais esclarecidos e equilíbrio nas decisões para a construção da realidade a nossa volta.

Diante destes valores, a partir de agora, o PORTAL 730 abre mais espaço para a opinião dos nossos fiéis ouvintes e seguidores. A seção "Opinião" será um espaço democrático e plural para que especialistas, políticos, empresários, historiadores, trabalhadores e demais cidadãos, possam ampliar debates, discussões e pontos de vista sobre temas recorrentes da nossa cidade, estado e do Brasil.

Para participar basta enviar os textos, com foto e resumo do autor para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Os textos serão analisados pela nossa equipe de produção.

Seja Bem vindo, Portal 730!

Leia mais...Para gerar excelentes resultados, a liderança precisa de qualidade, que nada mais é que uma filosofia de como gerenciar a sua equipe para criar um ambiente mais produtivo e estimular os colaboradores a trabalharem com entusiasmo e engajamento em direção a objetivos comuns. Assim como ocorre no desenvolvimento de um produto, existem certos princípios que regem a qualidade na liderança.

O primeiro deles é básico: o respeito aos colaboradores. Em hipótese alguma, o líder de uma equipe pode tratar os seus colegas como escravos. Para exercer uma liderança positiva é de fundamental importância ouvir os colegas, cada qual com suas responsabilidades e competências. Desconsiderar a opinião de um especialista, por exemplo, significa desmotivar e, eventualmente, cometer falhas. 

Usar o trabalho de equipe a favor dos resultados da empresa é outro requisito para o profissional que assume posto de liderança, afinal ninguém pode resolver nada sozinho. As contribuições de cada um dos colaboradores, mesmo que sejam pequenas, fazem o conjunto ter sucesso. Importante destacar: quem é deixado de fora das discussões perde motivação, o que impacta no ambiente de trabalho. 

A transparência na comunicação deve ser garantida pelo superior. É imprescindível fazer o que disse que irá fazer – isso significa lealdade à própria palavra. Ser transparente e honesto envolve não prometer o que não for capaz de entregar, como não apresentar perspectivas positivas demais. Às vezes vale fazer críticas mais duras, que transformem falhas em oportunidades de aprendizado. 

Outro ponto de atenção é a inovação, a chave para a longevidade de uma empresa. Para incentivar a cultura da inovação, o líder deve demonstrar que haverá avaliação justa das propostas. Se aprovada uma ideia, o colaborador deve ser reconhecido. Qual é a filosofia? Não há ninguém melhor que o colaborador para refletir como melhor executar as tarefas em seu próprio ambiente de trabalho. 

Os colaboradores são muito receptivos para o reconhecimento, que pode ser traduzido num simples comentário de aprovação pela execução de um trabalho ou numa promoção por bom desempenho. Embora soe estranho, a crítica também pode fazer parte do processo de reconhecimento caso algo não tenha corrido bem, mas precisa ser educativa de forma a apontar o caminho da melhoria. Observar o comprometimento da equipe é imprescindível ao líder. Caso se mostre engajado com a causa da organização, o colaborador precisa ser reconhecido não só com elogios, mas também com mais responsabilidades e liberdade de decisão. 

Delegar tarefas requer confiança. Mesmo que a decisão tomada não surta o resultado esperado, o colaborador não deve ser punido, mas incentivado a enxergar possibilidades de melhoria. Essa condição se reflete em autoconfiança e é percebida positivamente pelo cliente no momento em que o colaborador o visita e pode tomar decisão sem confirmar com o superior. 

O líder depende plenamente do colaborador, que é quem faz acontecer na organização. Assim, cabe a ele motivar e ter a confiança de que os colaboradores darão o melhor de si para executar as tarefas. Esses são alguns princípios para o exercício da liderança com qualidade, capaz engajar equipes para excelentes resultados na organização. Um time motivado movimenta montanhas! 

*Stephan Blumrich (foto) é diretor do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA)

Leia mais...Queimação, azia e retorno dos ácidos que atuam na digestão constituem a doença de refluxo gastresofágico – cada vez mais comum na população das grandes cidades, já que uma das principais causas é a má alimentação acompanhada da obesidade e da ansiedade que rege as pessoas hoje em dia. Até agora, além de uma mudança na dieta e comportamental, os médicos indicavam cirurgia nos casos mais graves. Mas isso está com os dias contados. Desde setembro, vem sendo testado um novo método minimamente invasivo que objetiva evitar cirurgias e medicamentos. Trata-se do “Sistema Stretta” – que já está disponível no Hospital SAHA, um dos hospitais de ponta mais importantes de São Paulo em cirurgias minimamente invasivas.

De acordo com o médico Eduardo Grecco, que desde o início de 2017 vem se debruçando sobre um novo tratamento minimamente invasivo de obesidade leve e moderada (gastroplastia endoscópica), uma grande novidade para tratar refluxo são sessões de 30 minutos de ondas de rádio que estimulam o fortalecimento do músculo que separa o esôfago do estômago. “Identificamos que pessoas que sofrem de refluxo, com o passar dos anos vão ficando com essa musculatura específica cada vez mais frouxa – o que facilita o retorno do suco gástrico para o esôfago e provoca queimação, azia, mal-estar. Sendo assim, quando conseguimos cuidar do problema de forma preventiva, evitando que ele se agrave a ponto de necessitar de cirurgia, é ótimo”.

O “Sistema Stretta” é rápido, realizado em uma única sessão de 30 minutos. “Depois da aplicação de radiofrequência, o paciente será acompanhado por quatro a seis semanas e deverá seguir uma dieta especialmente indicada pelo médico. Nessa fase, ainda fará uso das medicações a que estava habituado, mas num futuro próximo é possível suspender a medicação – que é bastante onerosa”, diz o especialista. Como as ondas de rádio recuperam e fortalecem a parede do estômago, o retorno dos ácidos que participam da digestão não acontece – resolvendo o problema do refluxo.

“Com o Sistema Stretta, o paciente é poupado de todo o desgaste da cirurgia gastresofágica, que implica em corte, anestesia e um pós-operatório bastante incômodo, apesar de rápido (dez dias a um mês). Dor e desconforto são muito mais brandos, e o paciente volta com dieta normal já a partir do terceiro dia. Além disso, tem a vantagem de ser um método com complicações praticamente inexistentes e menos efeitos colaterais”, diz Grecco. Apesar de ser uma grande novidade, o especialista adverte que a mudança de hábitos de vida, tanto alimentares quanto comportamentais, é essencial para evitar a reincidência do problema.

Dr. Eduardo Grecco é endoscopista bariátrico do Instituto EndoVitta, cirurgião responsável pela implantação da Gastroplastia Endoscópica no Hospital SAHA.

Leia mais...O consumidor de hoje não é o mesmo de 20 anos atrás. Ele quer saber de tudo: não importa de qual marca seja, isso não é mais a única referência. Ele pesquisa tudo: procedência, modo de produção, qualidade, tratamento aos colaboradores, sustentabilidade, etc. Ao mesmo tempo, o consumidor atual quer mais saúde e, dentro do universo da alimentação, procura por alimentos mais saudáveis. Afinal, o que são alimentos saudáveis? Existe alimento bom ou ruim? 

A busca por alimentos “sem” ou “livre de” é uma tendência, mas baseada em quê? Falta respaldo científico, entretanto se propaga pelos consumidores como sendo negativos para a saúde, por exemplo, glúten, lactose, transgênicos, gordura trans e os convencionais. 

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) desenvolveu uma plataforma de inovação tecnológica com o website www.alimentosprocessados.com.br, para esclarecer a importância e os benefícios dos alimentos e bebidas industrializados. 

Além dessa plataforma, o Instituto tem realizado pesquisas sobre outros produtos que podem levar os consumidores a pagarem mais caro, por terem a expectativa de obter benefícios cientificamente não comprovados. 

Particularmente, em relação aos produtos orgânicos existe a crença, por parte dos consumidores, de que são produtos mais saborosos, com maior valor nutricional, maior concentração de vitaminas, aumento da imunidade, etc. Porém, os estudos avaliados pelo ITAL relatam que do ponto de vista sensorial e nutricional não há evidência científica para afirmar que os alimentos orgânicos são superiores aos convencionais. 

Conclusão: a alegação de que os alimentos orgânicos são mais nutritivos e saborosos é fundamentada em trabalhos específicos selecionados com resultados favoráveis e com várias omissões. É importante considerar que, desde que sejam empregadas boas práticas de produção, tanto alimentos convencionais quanto orgânicos são seguros, de qualidade e saborosos, podendo ser consumidor sem qualquer receio. 

Luis Madi, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), diretor geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; engenheiro de Alimentos pela Unicamp e mestre em Embalagem de Alimentos pela Michigan State University (EUA)

Leia mais...Goiano se dá bem em todo lugar. Embora fique menos à vontade no frio. Menos ainda na neve. Imagina na Rússia, com quase 10 abaixo de zero.

Goiano gosta de futebol e tem os inveterados da 730. A Mais quente e dinâmica equipe esportiva do rádio brasileiro.

Sem medir esforços, superando barreiras, estão entre as únicas três emissoras brasileiras a viver, in loco, o sorteio dos grupos da Copa da Rússia 2018, diretamente de Moscou, direto da residência do Putin, direto de sei lá onde... mas estão lá, como poucos!

Haja calor!

Aliás, calor e ousadia daquele que “vai direto ao assunto”, Nivaldo de Carvalho, e seus fiéis  escudeiros: Juliano Moreira e Edson Júnior. Sem falar nos malucos da retaguarda.

Saíram com seus microfones e a bagagem de quem avança para cumprir uma missão. Importante missão de informar e entreter. Embalados pela tradição da Gloriosa 730 e de quem já está aclimatado com a frieza do meio.

Mas nem por isso desmotivados. Avantes companheiros! Para citar um termo bem russo. Mesmo no gelo escorregadio das dificuldades técnicas, geográficas, linguísticas, financeiras, futebolísticas e tantas mais. Só não pode congelar a esperança e o olhar para a frente.

Direto ao assunto... ou no melhor russo que podemos oferecer: Прямая ссылка на тему!

A Copa nos espera.

Vai valer! Já começou...

Do colega Meira San

Leia mais...O século 21 não chegou em seu primeiro terço, mas já trouxe mudanças tecnológicas de impacto na sociedade. Um destes avanços é a popularização dos drones - “robôs” controlados à distância com suas câmeras acopladas que popularizaram as fotos e tomadas aéreas.

Como quase tudo, o mesmo drone que representa um avanço tecnológico pode se tornar um perigo quando pilotado por usuários irresponsáveis ou sem a devida instrução, colocando em risco a vida de centenas de pessoas ou causando transtornos e prejuízos para a sociedade. Um veículo aéreo não tripulado operado em uma área aeroportuária ou num terminal de pouso é crime. O risco de acidente aeronáutico é real.

O pouso e a decolagem são dois períodos críticos do voo, onde a carga de trabalho da tripulação é significativamente mais alta. Preocupar-se com a operação irresponsável de um Vant nessa fase do voo é tudo que os pilotos não precisavam. Essa ferramenta representa um perigo igual ou maior do que os balões. Menor, um drone típico é mais difícil de ser identificado a tempo de se evitar uma colisão.

Entretanto se a soltura de balões é “justificada” como uma tradição brasileira e tem na falta de instrução e entendimento uma das suas razões de existir até hoje o mesmo não pode ser dito dos veículos aéreos não tripulados. Caros, exigem mais investimento e mais conhecimento para opera-los. Assim a falta de conhecimento e a incapacidade de se avaliar corretamente os riscos envolvidos não podem ser utilizados como desculpa para a operação em áreas aeroportuárias. Depois do evento de ontem, onde milhares de pessoas foram afetadas pela ação irresponsável de um operador, ficam as perguntas: quando o brasileiro passará a respeitar o próximo?

No caso dos drones, será necessário um acidente para que as pessoas se conscientizem do perigo que sua operação irregular representa para a aviação? Até quando a sociedade vai aceitar passivamente que alguns irresponsáveis coloquem a vida da coletividade em risco? Temos que fazer o certo sempre, sem esperar a ação do estado ou da fiscalização, até porque não é possível fiscalizar cada proprietário de drone que decida fazer o uso irregular de sua máquina.

Shailon Ian, engenheiro aeronáutico formado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e presidente da Vinci Aeronáutica

Leia mais...Muito tem sem falado sobre Reforma Trabalhista, que entra em vigor este mês e altera profundamente a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A nova legislação tem sofrido pesadas críticas de vários setores da sociedade, sob o argumento de que foram retirados direito dos trabalhadores. Entretanto, foi também extremamente defendida, pelos que apontam, que o novo texto desburocratizou as relações de trabalho, além de trazer maior autonomia para a negociação tanto privada, entre empregado e empregador, quanto coletiva, entre sindicato patronal e sindicato dos empregados.

É verdade que há muito tempo já se discutia a necessidade de reformar e modernizar a legislação trabalhista, em decorrência das intensas mudanças nas relações de trabalho. Porém, nenhum projeto de lei, com o fito de efetivamente reformar a legislação do trabalho, havia caminhando nos últimos anos. Cerca de quatro meses depois de assumir a Presidência da República, Michel Temer mandou para a Câmara dos Deputados projeto de lei (PL) para reformar a CLT. Aprovado em abril deste ano, o PL foi confirmado também pelo Senado Federal em julho passado e sancionado pela presidência dois dias depois.

Até a entrada em vigor da Nova CLT, a lei que regula as relações de trabalho é o Decreto-Lei n.º 5.452, conhecido como Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), datado de 1º de maio de 1943. O nome “consolidação” surgiu da unificação em um único texto de toda a legislação trabalhista até então existente no Brasil. Quando a CLT foi promulgada, a legislação foi considerada extremamente inovadora, mas o texto original já passou por 497 modificações desde 1943. O tempo e a quantidade de modificações evidenciam o fato de que era necessário que as relações de trabalho fossem rediscutidas e trazidas para os dias atuais, uma vez que o espírito da norma, mola-propulsora para a interpretação da lei, assim como a própria legislação, já tinham mais de 70 anos.

Nesse sentido, era quase inconteste a necessidade de uma reforma, haja vista que as relações sociais alteraram sobremaneira desde a década de 40 e com ela as relações de trabalho. O avanço tecnológico também trouxe consigo uma série de profissões até então inexistentes, assim como extinguiu várias outras, fatos estes não alcançados pela antiga legislação.

Não adentrando propriamente à discussão axiológica da reforma, já que sua valoração depende sempre da posição do agente na relação de trabalho, fato este que, na maioria das vezes, não é jurídico, mas pessoal. A crítica, então, recai na forma e nas consequências jurídicas de como foi feita a reforma. O processo de elaboração de leis no Congresso Nacional é naturalmente lento, normalmente os projetos de lei passam vários meses, às vezes anos, sendo discutidos nas comissões para depois se encaminharem à votação no plenário da Casa onde nasceu ou foi apresentado. Aprovados em plenário, os projetos são enviados para a outra Casa, podendo ser aprovados ou sofrer alterações. Neste caso, são devolvidos para a Casa de origem e ratificados, ou não.

O projeto da Reforma Trabalhista, da sua apresentação até sua promulgação, demorou aproximadamente seis meses, isso levando-se em consideração que durante esse período o Congresso Nacional passou por recesso entre os dias 22 de dezembro a 2 de fevereiro. Como se percebe, o processo legislativo de aprovação da reforma foi extremamente célere, muito mais do que o comum. Essa pressa em aprovar o texto ocorreu sob o argumento de que a aprovação era essencial à criação de novos empregos e ao desenvolvimento econômico do país. Neste sentido, não houve tempo nem condições para uma discussão aprofundada do tema, nem mesmo de revisão e aperfeiçoamento do texto final. A urgência na aprovação fez com que o texto fosse sancionado com uma série de incongruências, imperfeições técnicas sob o aspecto jurídico da matéria e até mesmo erros de português.

Assim, diante da imensa quantidade de falhas e imprecisões na redação, a nova lei, na verdade, está trazendo grande insegurança jurídica para todos os envolvidos, fato que não está sendo tão abordado pelos meios de comunicação. A falta de precisão na composição do texto tem feito com que um mesmo artigo tenha diversas interpretações, ou seja, é impossível, atualmente, afirmar com segurança como tais matérias serão interpretadas pelos tribunais, o que traz grande instabilidade para os contratos de trabalho novos e antigos.

Além disso, sob o argumento de que foram retirados alguns direitos, anteriormente assegurados, por mais que outros direitos também tenham sido criados, existem vários juízes do trabalho que já se manifestaram abertamente sobre a inaplicabilidade da reforma, em decorrência de uma suposta inconstitucionalidade da Lei. Como se vê, seja pela redação dúbia do texto, assim como pela discussão sobre a constitucionalidade da norma, a reforma já nasceu em xeque, o que é ruim para empregados e empregadores.

Arthur Penido Bech é advogado, especialista em Direito Civil e Empresarial

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