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O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Gilberto Marques Filho, dá entrevista coletiva após reunião com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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Se a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Cármen Lúcia, não visitou o complexo prisional em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana, conforme estava previsto na agenda desta segunda-feira (8), não tomou essa decisão sozinha.

Pelo menos é o que garante o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), Gilberto Marques Filho. Ele afirma que convenceu Cármen Lúcia, durante uma das reuniões na manhã de hoje (8), a não entrar nas dependências da unidade alegando perigo e falta de segurança.

“Não quero correr o risco de expor a nossa presidente do STF e do CNJ a um aborrecimento qualquer por menor que seja. Eu já me submeti a uma situação constrangedora de ficar uma semana recluso no Cepaigo, exatamente por uma iniciativa igual a essa. Eu acho que não seria prudente, embora ela quisesse ir, mas eu a convenci até para que ela não fosse, porque não havia necessidade, a verdade é essa. O que ela va ver eu já vi e narrei para ela. Perigo há, para qualquer um, até para os que trabalham lá”, avalia.

Gilberto Marques Filho foi feito refém há 22 anos, durante a maior rebelião do estado de Goiás. na ocasião, o atual presidente do TJ-GO ficou por seis dias em poder de criminosos liderados pelo traficante Leonardo Pareja. À época, quem presidia o TJ era o desembargador Homero Sabino, que também ficou sob a mira dos bandidos.

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