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Foto: Reprodução/ Internet
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Tentando acabar com a crise no sistema carcerário que se instaurou no Estado neste início de ano, o governo de Goiás apresentou a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária, que foi criada pela lei 19.962, aprovada na última quinta-feira. Em suma, a partir de agora o sistema carcerário será desvinculado da Secretaria de Segurança Pública. Além disso, a nova legislação permite que o poder executivo remaneja os presos sem a necessidade de recorrer ao Poder Judiciário.

Em seu pronunciamento, o Secretário de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, afirmou que está foi a terceira tentativa do governo em desmembrar a administração penitenciária, e que a mudança repara um equívoco condenado pela Organização das Nações Unidas que é o de os presos serem guardados por quem os prende.

O novo diretor-geral de Administração Penitenciária é um antigo conhecido, o coronel Edson Costa, que já comandou a Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública. Seu primeiro ato foi o anúncio da transformação de 5 unidades prisionais em unidades de segurança máxima, nos moldes das adotadas pelo governo federal. Duas delas, de Anápolis e Formosa, já estão em condições de receber presos.

De acordo com o Coronel Edson, a antiga lei mantinha presos de alta e baixa periculosidade juntos. Ele também destacou a flexibilidade da nova legislação.

O Coronel Edson esclareceu ainda quais as lideranças que já foram identificadas.

O gestor evitou comentar sobre a influência de facções nacionais nos presídios goianos, afirmando que não faria propaganda para estes grupos. Ele se limitou a dizer que os presos que causarem problema terão um tratamento diferenciando dentro do sistema.

Do repórter Gerliézer Paulo

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