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Delegacia de Apuração de Atos Infracionais da Polícia Civil de Goiás, no Jardim Goiás (Foto: Google Street View)
depai
O pai do adolescente que abriu fogo contra colegas em uma escola de Goiânia na manhã desta sexta-feira (20), foi ouvido de forma preliminar pelo delegado do caso agora à noite. A coordenadora do colégio também prestou depoimento. Ela foi a responsável por acalmar o adolescente após o ataque que deixou dois mortos e quatro feridos no Colégio Goyazes, no bairro Conjunto Riviera.

Ao sair da sala após efetuar os disparos, o estudante encontrou a coordenadora da escola que começou a acalmá-lo. Ele chegou a apontar a arma contra a própria cabeça, mas a coordenadora conseguir evitar o suicídio e convenceu o estudante a esperar a polícia com ela na biblioteca da escola. O adolescente foi apreendido em flagrante delito e segue sob custódia do estado.

No depoimento que prestou durante a tarde, o autor dos disparos, um adolescente de 14 anos, disse que foi motivado por bullying e que se inspirou nos casos da escola de Columbine (ocorrido em 1999, nos Estados Unidos), e de Realengo (em 2011, no Rio de Janeiro). Há cerca de três meses, ele teria começado a pesquisar informações sobre esses ataques a estudantes na internet. Ele afirmou que começou a planejar a ação há três dias e que teria chegado a desistir.

Os dois policiais militares que foram os primeiros a chegar no local também foram ouvidos. O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais da Polícia Civil de Goiás (Depai), vai retomar os depoimentos na segunda-feira. Familiares e professores da escola devem ser ouvidos.

Da Agência Brasil

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