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Adolescente que efetuou os disparos foi ouvido pelo titular da Depai (Foto: Divulgação)
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O adolescente apreendido após a tragédia em uma escola particular no Bairro Conjunto Riviera, em Goiânia foi ouvido na Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) na tarde desta sexta-feira (20).

De acordo com o titular Luiz Gonzaga Júnior, após efetuar os disparos e que mataram dois menores e feriram outros quatro, o adolescente foi contido por funcionários, pela professora, coordenadora e também por outros alunos da sala de aula do oitavo ano.

O delegado informou também que o adolescente não quis entregar a arma ponto 40 utilizada para fazer os disparos, e que dois carregadores chegaram a ser utilizados. O primeiro foi totalmente descarregado, e apenas um disparo foi feito após a inserção do segundo. Ainda de acordo com o titular da Depai, o adolescente relatou na delegacia que chegou a apontar o revólver para a própria cabeça depois de atirar nos colegas, mas a coordenadora convenceu o jovem a travar o revólver e desistir da ação.

O adolescente, que é filho de um casal de policiais militares, tinha boas notas e era bom aluno, ou seja, não apresentava nenhum comportamento que aparentasse que poderia cometer algum tipo de crime. O pai falou com a polícia, mas a mãe não quis prestar depoimento.

Ele afirmou ao delegado que pegou o revólver escondido da mãe e colocou na mochila, e que já havia observado outros crimes semelhantes ao desta sexta-feira para cometer o ato. 

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