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Ricardo Balestreri (Foto: Larissa Artiaga/ Portal 730)
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O secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás, Ricardo Balestreri, afirmou nesta sexta-feira (06), durante entrevista concedida com exclusividade à Rádio 730, que a recriação da Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) não foi abortada por razões essencialmente políticas.

A Seap foi juntada à Secretaria de Segurança Pública (SSP) no final de 2014, quando o governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou a redução da estrutura com apenas dez secretarias. O projeto de recriação da Seap chegou a ser enviado para a Assembleia Legislativa, no entanto, foi retirado da pauta por decisão do próprio governo.

Se recriada, a nova secretaria apresentaria em seu quadro 443 novos cargos. De acordo com Balestreri, o projeto foi abortado em virtude de inconsistências encontradas na peça. “O José Eliton nunca disse que era contra o projeto. Muita gente entrou na discussão e esses grupos enormes acabam produzindo, na boa vontade, peças que não tem qualquer coerência. Os anexos não eram totalmente concordantes com o projeto. Eu mesmo acho que não dá para insistir na ideia de recriação da secretaria, passou tempo demais”, esclarece.

Com relação às estatísticas da Segurança Pública, o governo do estado informou que todas as 12 modalidades de crimes consideradas de alta prioridade apresentaram redução em Goiás no período de janeiro a setembro de 2017 na comparação com igual período do ano passado. No entanto, parte da população assiste ao anúncio da redução da criminalidade, mas não se sente de fato segura.

Segundo o secretário, a sensação de insegurança pode ser explicada por diversos fatores. “Existe uma diferença entre Segurança Pública e a sensação de insegurança por parte do cidadão. A queda dos índices é absolutamente real. Nossas pesquisas são absolutamente técnicas. Quando você pega o grosso dos crimes, você percebe que estão diminuindo, mas isso não significa que chegamos a patamares bons, tem que reduzir muito mais ainda”, ressalta.

Acompanhe a entrevista completa:

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