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Vinícius Tondolo (à esq.) recebe o vereador Carlin Café (centro) e o presidente da Asban, Mário Queiroz, no debate do Super Sábado (Foto: Johann Germano/Portal 730)
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O projeto de lei do vereador Carlin Café (PPS) prevê a instalação de câmeras no entorno e interior das agências bancárias, e exige também a presença de vigilância armada 24 horas nos locais para a segurança dos clientes, inclusive durante o período de funcionamento dos caixas eletrônicos.

Ouça a seguir o debate, na íntegra, em dois blocos

Bloco 1

Bloco 2

Durante debate no programa Super Sábado (22), da 730, o parlamentar diz que o objetivo é melhorar a proposta que já existe de acordo com a Lei nº 8.822, de junho de 2009, cujo texto diz que “as agências bancárias e as instituições financeiras localizadas no Município de Goiânia deverão instalar e manter em funcionamento câmeras de vídeo colocadas no seu entorno, para fins de maximização da segurança de seus clientes e funcionários, de suas instalações e dos valores depositados”.

Um levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que, de 2009 a 2012, cerca de 2,5 mil caixas eletrônicos foram explodidos em todo o país, o que representa uma média de mais de 830 terminais destruídos por ano. De acordo com o Associação de Bancos do Estado de Goiás (Asban-GO), Mário Queiroz, a “insegurança pública” deve ser combatida na raiz do problema.

“Eu comparo a ‘insegurança pública’ a febre de um organismo doente. Ela é um sintoma, claro, tem que ser tratada antes que o organismo venha a falecer, mas nunca é a doença em si. Então, o que tem havido, o recrudescimento, a escalada de violência, de insegurança, em todos o segmentos da nossa sociedade tem raízes muito mais amplas e que o vereador, como representante da comunidade, que nos ajude a atuar nestes fatores para que combatamos a raiz do problema”, argumenta.

O vereador Carlin Café aponta que o número de policiais para o combate à criminalidade não é suficiente, e que os custos para as instituições financeiras com segurança e vigilância nas agência é pequeno se comparado ao faturamento anual dos bancos.

“Hoje deveria se ter um policial para cada 250 habitantes e, na verdade, você tem um policial para cada 1 mil. Os balancetes que os bancos apresentam são bilhões de reais por ano. Eu acredito que esse custo seria muito pequeno para o benefício que ele vai causar na sociedade que é salvar vidas. A nossa preocupação é essa”, relativiza. 

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