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Foto: Polícia Civil/Divulgação
carne
Na última terça-feira (28), equipes da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Consumidor, coordenadas pelo Delegado Rodrigo do Carmo Godinho, deflagraram mais uma etapa da Operação “Olho Vivo”, em parceria com auditores fiscais da Vigilância Sanitária Municipal e Procon Goiás.

De acordo com a Polícia Civil (PC), o objetivo da operação foi constatar denúncias relatando que em um supermercado, situado à Avenida Buenos Aires, no Setor Jardim Novo Mundo, estaria exalando odores característicos de alimentos deteriorados, com presença de roedores e insetos.

No local, os policiais constataram o estado precário da estrutura física do estabelecimento comercial, péssimas condições higiênico-sanitárias, bem como, não atendia à prática exigida pela lei na manipulação de alimentos, estando sem condições de armazenamento de produtos alimentícios, motivo pelo qual o local foi interditado, em sua totalidade, pela Vigilância Sanitária Municipal.

No estabelecimento, foram encontradas baratas mortas, veneno para ratos no depósito junto com os produtos que seriam expostos para consumo, além de naftalina espalhada na parte inferior do freezer de refrigeração da carne que abastece o açougue.

Outras irregularidades foram constatadas como carnes armazenadas em alta temperatura, assim em condições inadequadas para a conservação destes alimentos, além de produtos com data de validade expirados. 

Na ação foram apreendidos 421 kg de carnes bovinas, suínas, aves e linguiças; 40 kg de produtos diversos com prazo de validade expirado. O proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante e pode pegar de dois a cinco anos de prisão ou multa.

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