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sifilisA Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), divulga o boletim Boletim Epidemiológico da Sífilis, publicação técnica da Coordenação Estadual de IST/Aids, com os dados do Estado de Goiás notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) de sífilis adquirida, sífilis em gestantes e sífilis congênita, atualizados em série histórica até 30/06/2017, e detalhados segundo variáveis selecionadas. Confira o boletim na íntegra aqui.

Os dados são preocupantes e a SES lança uma campanha de mídia para orientar a população para o uso de preservativos e sexo seguro, além de informações sobre o tratamento em tempo oportuno, o que evita a propagação da doença. Apesar de todo o trabalho de prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis e de incentivo ao pré-natal desenvolvido pela SES-GO, de 2013 a 2016 constatou-se aumento de 453% de sífilis adquirida, 31% de sífilis em gestantes e 107% de sífilis congênita.

No dia 21 de outubro, é comemorado o Dia Nacional de combate a Sífilis, que ocorre no terceiro sábado do mês de outubro, e uma mobilização de cunho educativo será realizada por técnicos da SES-GO no dia 19 de outubro no Buriti Shopping, na Avenida Rio Verde, em Aparecida de Goiânia, das 10 às 6hs.

O combate à sífilis tem mobilizado na SES-GO as seguintes ações: capacitação em testagem rápida para sífilis na atenção básica e nas maternidades visando o diagnóstico oportuno; capacitação no manejo clínico da sífilis para as regiões de saúde e instituição do comitê estadual de investigação de transmissão vertical de sífilis. Dentre as causas do aumento estão, por exemplo, falhas no pré-natal, falta de adesão ao tratamento especialmente por parte dos parceiros homens, diagnóstico tardio ou tratamento inadequado.

Contagiosa

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, contagiosa, caracterizada por cancros ou lesões nas regiões genitais e que pode apresentar sintomas variáveis e graus de gravidade, conforme a exposição de cada indivíduo. É causada pela bactéria Treponema pallidum que tanto pode ficar latente no organismo -sem muitos sintomas- como também, nas pessoas reinfestadas, levar a quadros mais graves de adoecimento.

A doença pode ser transmitida pela gestação da mãe ao filho, com sérias repercussões à saúde das crianças com ocorrência de consequências como cegueira, má formações, microcefalia. Por outro lado, a sífilis tem cura e tratamento, desde que o diagnóstico seja feito o quanto antes e os parceiros envolvidos sejam tratados.

Do Goiás Agora

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