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Foto: Reprodução/ Internet
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Questionamentos sobre como amamentar, dar banho e segurar o bebê, geralmente não saem das cabeças de pais de primeira viagem. Com o objetivo de aprender a cuidar dos recém-nascidos corretamente, muitos pais têm buscado suporte em cursos preparatórios.

Em Goiás, o Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo) oferece gratuitamente para os seus usuários o programa Ipasgo no Apoio à Mãe e Bebê. Apesar do nome do curso citar apenas o termo “mãe”, os pais também podem participar.

A gerente de Ação Preventiva do Ipasgo, Josi Anny Antunes, destaca que o programa conta com uma equipe formada por médicos, enfermeiras, fonoaudiólogas, assistente social, entre outros profissionais.

Ainda segundo Josi Anny Antunes, a presença da figura paterna pode inclusive minimizar os riscos à saúde das grávidas.

O curso tem duração de uma semana, com carga horária de 2 horas por dia. Para se inscrever os usuários devem entrar em contato com a Central de Saúde Preventiva do Ipasgo por meio do telefone: (62) 3238-2708.

Pai presente

Na época dos nossos bisavós os papéis de gênero eram marcados: o homem deveria ser o único provedor da casa enquanto a mulher ficava responsável por criar e educar os filhos sozinha.

Este panorama começou a mudar no século XX, a partir da década de 1950. Fatores como industrialização, êxodo rural e guerra fria pressionaram a economia mundial, fazendo com que as mulheres passassem a ter que ajudar o marido a complementar a renda da família. Consonantemente à isso, os homens também tiveram que assumir mais responsabilidades na criação dos filhos.

Hoje em dia, quase 70% das pessoas acreditam que os homens têm "uma responsabilidade maior pela casa e pelo cuidado com os filhos do que jamais tiveram, segundo um estudo divulgado este ano e feito com a participação de 18.180 adultos de 22 países, entre eles Índia, Estados Unidos, Indonésia, Rússia, África do Sul, Turquia, México e Reino Unido. Aqui no Brasil, essa realidade também se reproduz.

O gerente de marketing, Alessandro Sisan, de 33 anos, por exemplo, aguarda com ansiedade ao lado da esposa Nádila, de 31 anos, a chegada do pequeno Théo, primeiro filho de ambos. Ele ressalta a emoção que sentiu ao acompanhar cada passo da gestação.

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