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Foto: Giuliane Alves/Portal 730
fatimamrue
*Com informações da repórter Giuliane Alves A Saúde pública da capital passou por uma semana intensa de caos e insatisfação. O serviço, que já apresentava deficiência, se agravou após a ordem de rescisão dos contratos de trabalho de 480 médicos.

A medida foi tomada com a intenção de adequar o contrato em vigência com as regras exigidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A mudança não acarreta diretamente na demissão dos médicos, uma vez que eles podem decidir se continuam no serviço, agora com a normativa vigente, ou se deixam de fazer a renovação contratual de trabalho.

Com o novo contrato, muitos profissionais se sentiram prejudicados e não compareceram às unidades de Saúde de Goiânia para trabalhar. O resultado foi pacientes voltando para casa sem atendimento.

Para evitar que o problema continue, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) afirmou que a escala dos médicos para os próximos dias já está pronta para atender à demanda, mas não garantiu que os profissionais vão ou não continuar faltando ao serviço.

“As escalas foram feitas e estão disponíveis no site da prefeitura. Boa parte delas está composta por médicos efetivos da própria prefeitura e complementada com os médicos credenciados, também da prefeitura, cujos contratos estão vigentes”, ressalta a secretária Fátima Mrue.

O edital está mantido e termina no próximo dia 22 de abril. Até lá, a prefeitura espera credenciar mais de 400 médicos para atender à rede municipal. Mais de 100 profissionais já aderiram. Caso os já contratados não assinem o novo acordo, novos servidores podem cobrir as vagas, já que o credenciamento é aberto para todo o Brasil. A procuradora-geral do município, Ana Vitória Caiado, afirma que caso as regras não sejam cumpridas, caberá punição.

“Os médicos que estão com contrato vigente e estão faltando aos plantões estão descumprindo o artigo sétimo do código de ética e as sanções serão aplicadas como em qualquer contrato. É vetado ao médico não prestar assistência emergencial e de urgência para a qual ele está contratado. Cabe punição e será apurado”, destaca Caiado.

De acordo com a prefeitura, um novo concurso já está em andamento e deve reforçar o quadro profissional da Saúde na capital.

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