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Tayrone Di Martino (Foto: Portal 730)

O ex-vereador e ex-secretário de governo, Tayrone Di Martino (PSDB), concedeu uma entrevista exclusiva à Rádio 730 nesta terça-feira (06). Em pauta, detalhes da trajetória política do vereador, bem como uma análise feita por ele sobre o atual cenário político de Goiás.

Sem arrependimentos

Ex-assessor do ex-prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, Tayrone foi eleito vereador em 2012. Em 2014, ele foi escolhido pelo PT, seu partido na época, para ser vice-governador na chapa de Antônio Gomide (PT). Nesse mesmo ano, aconteceu na Câmara Municipal de Goiânia a votação do reajuste do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Por ser contrário ao aumento do IPTU, Tayrone entrou em conflito com o PT e acabou desistindo de ser vice de Gomide. Posteriormente, ele foi expulso da sigla. Com a expulsão, Tayrone foi para o PSDB e se aproximou do governador Marconi Perillo  (PSDB).

A conturbada mudança partidária dividiu opiniões no meio político. Questionado sobre o assunto, o ex-vereador relatou já ter sido hostilizado por membros do PT e ressaltou que não se arrepende de nada em sua trajetória.

“(Eduardo Horácio: Tem alguma coisa nessa trajetória política da qual o senhor se arrepende?) Não tem nenhuma. Nada, nada. Naquela época eu fiz uma condição e não cumpriram a condição. Depois que eu tive a briga do IPTU, pessoas do PT de Goiânia me hostilizaram. Hoje tem muitas pessoas do PT que gostam de mim. A última mensagem do Paulo Garcia para o Edilberto Dias, ex-presidente da Comurg, foi sobre a questão do Mutirama. Na questão do Mutirama ele falava assim, procure o Tayrone e peça o Tayrone para nos ajudar com o trabalho com a imprensa”, relata.

O ex-vereador esclareceu ainda que renunciou à candidatura a vice-governador na chapa de Gomide na época, porque o PT descumpriu algumas condições que haviam sido acordadas anteriormente.

“Essa questão do IPTU foi mais um problema localizado, que foi superado. Agora, por que eu não me arrependo? Naquele momento eu tinha feito condições, da minha participação em programas de televisão e eventos. Isso estava sendo cortado. Como que um candidato a vice-governador em uma chapa é suspenso do próprio partido? Eu era obrigado a continuar somente por imagem em uma relação azeda? Eu sempre tive posição”, afirma.

Acompanhe a entrevista completa:

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