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torneirsaO prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PMDB) emitiu nota nesta quinta-feira (26) informando a possibilidade de decretar estado de emergência no município por conta da falta de água.

Na nota, a prefeitura informa que aulas estão suspensas em diversos CMEIs em função do desabastecimento e o atendimento em unidades de Saúde como a Maternidade Marlene Teixeira, na Vila Brasília, estão comprometidos por causa da falta de água.

Gustavo Mendanha determinou, em caráter de urgência, que os secretários façam levantamento sobre as dificuldades de cada Pasta e, por meio de circular, tem orientado os servidores sobre o uso racional da água nas unidades da prefeitura.

O prefeito destaca ainda que conversou com a Saneago e a estatal ficou de alertar a população sobre quando e onde deverá falta água em Aparecida de Goiânia. A companhia disponibilizou cinco caminhões pipas e a prefeitura colocou mais oito veículos para fazer a captação nos poços da estatal em Aparecida e distribuição de água potável nos órgãos públicos, como escolas, CMEIs e unidades de saúde para garantir o atendimento à população.

Nesta sexta-feira (27), o prefeito concederá uma entrevista coletiva a fim de explicar a possiblidade do município decretar situação emergência devido à falta d´água.

Confira a nota na íntegra

“A Prefeitura de Aparecida de Goiânia reconhece que o Estado de Goiás vive uma das piores crises hídricas de sua história e que a escassez de água é uma realidade que incomoda a sociedade e ao poder público. Reconhece ainda que o desabastecimento nas residências e nos órgãos públicos do município está insuportável e a falta de informação por parte da Saneago é inadmissível.

Além do incômodo nas residências e no comércio em geral, a prefeitura enfrenta sérias dificuldades em prestar serviços de qualidade à população devido a este problema. Em vários CMEIs, as atividades estão sendo suspensas; em algumas unidades de saúde, o atendimento está comprometido, como na Maternidade Marlene Teixeira, na Vila Brasília; e vários órgãos públicos correm risco de ter que paralisar o atendimento à população. Até as refeições para os servidores da prefeitura foram suspensas por causa da falta de água.

Diante dessa realidade, e depois de uma reunião com o seu secretariado nesta quarta-feira (25), o prefeito Gustavo Mendanha estuda a possibilidade de decretar situação de emergência no município por conta da crise hídrica e do racionamento velado na distribuição de água potável na cidade.

O prefeito determinou em caráter de urgência que os secretários façam levantamento sobre as dificuldades de cada Pasta e, por meio de circular, tem orientado os servidores sobre o uso racional da água nas unidades da prefeitura.

Na reunião com seus secretários, a gerência da Saneago em Aparecida foi chamada a explicar o problema do desabastecimento na cidade. Diante do quadro gravíssimo exposto na reunião, o prefeito Gustavo Mendanha se dirigiu à sede da estatal, em Goiânia, no mesmo dia, quando cobrou medidas imediatas para sanar o problema em Aparecida.

Em conversa com o diretor de Produção da Saneago, Marco Túlio de Moura Faria, ficou acertado que a estatal vai informar com antecedência onde e quando faltará água, além de orientar a população sobre o uso racional do produto para evitar desperdício.

A Saneago disponibilizou cinco caminhões pipas e a prefeitura colocou mais oito veículos para fazer a captação nos poços da estatal em Aparecida e distribuição de água potável nos órgãos públicos, como escolas, CMEIs e unidades de saúde para garantir o atendimento à população.

Quanto ao Ribeirão Lajes, com nascente em Aparecida e que abastece parte da cidade, o prefeito determinou à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) rigorosa fiscalização para impedir a captação irregular de água e a preservação daquele manancial.

Por fim, o prefeito cobrou urgência da Saneago na construção do chamado “Linhão” do Sistema Produtor Mauro Borges – inaugurado recentemente -, única forma de resolver definitivamente o problema em Aparecida.

A prefeitura reconhece que essas medidas não resolvem de imediato o drama vivido pelas pessoas em suas residências que, com o forte calor e escassez do produto, tendem a consumir mais água. Mas cumpre seu papel de tentar amenizar o problema e cobrar das autoridades competentes a solução definitiva para o desabastecimento de água no município.

Aparecida de Goiânia, 26 de setembro de 2017.

Prefeito Gustavo Mendanha”

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