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Roberto Balestra (Foto: Portal 730)
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O deputado federal Roberto Balestra (PP) reafirmou nesta terça-feira (10), que o senador Wilder Morais (PP) não tem legitimidade para presidir o Partido Progressista em Goiás. A declaração foi dada durante o programa Primeiro Tempo da Notícia, da Rádio 730.

Em março deste ano, o deputado federal já havia dito que Wilder Morais era um presidente ilegítimo. Novamente, Balestra citou as razões que o levam a acreditar que o senador não é o mais indicado para liderar o PP. “Quem tem legitimidade é aquele que pertence ao partido, começou no partido e luta pelo partido. Ser líder de um partido pressupõe ações, comportamento e defesa. Não foi isso que nós vimos nele para que ele assumisse. Ele (Wilder) está no aprendizado ainda e em uma função que ele ganhou. Ele não foi eleito para tal. Ele era suplente de outro senador, em outro partido, deixou a sigla e veio para o PP”, argumenta.

Além disso, ao fazer uma análise das articulações políticas do PP para as eleições de 2018, o deputado afirmou que o resultado do pleito tende a ser um desastre para os progressistas. “Eu continuo achando que vai ser um fracasso total, porque ele (partido) vai ser alugado, vai ser entregue a alguém. São poucos nomes para um partido que é o quarto maior nacionalmente, que já chegou ao governo de Goiás no voto. Isso é consequência de alguma coisa de errado que foi feita. Não é o fato de ter dinheiro que deve determinar quem é candidato”, pontua.

O deputado Balestra é um dos membros da base governista que já tornaram público o desejo de ocupar uma vaga na chapa majoritária. Além dele, pleiteiam um espaço na chapa o próprio senador Wilder Morais, a senadora Lúcia Vânia (PSB), o deputado federal Jovair Arantes (PTB), o secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Vilmar Rocha (PSD), entre outros. Todavia, as únicas candidaturas que são dadas como praticamente certas são a do governador Marconi Perillo (PSDB) para o senado, e a do vice-governador José Eliton (PSDB) para o governo estadual.

Acompanhe a entrevista completa:

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