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Jovair Arantes (Foto: Portal 730)
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O deputado federal Jovair Arantes (PTB) afirmou, durante entrevista concedida com exclusividade à Rádio 730 nesta terça-feira (03), que o ex-presidente da Câmara Federal e deputado cassado, Eduardo Cunha, deve ser punido caso seja considerado culpado pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Eduardo Cunha foi condenado pela Lava Jato a 15 anos e 4 meses de reclusão. Na denúncia oferecida à Justiça Federal, o Ministério Público Federal (MPF) acusou o ex-presidente da Câmara de ter recebido propina em contrato da Petrobras para a exploração de petróleo no Benin, na África.

Ex-aliado de Cunha, Jovair Arantes chegou a dizer que o deputado cassado foi muito importante para o Brasil. A declaração foi dada em 2016, na época do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Um ano após o impeachment, Jovair mudou o tom em relação ao antigo aliado e admitiu que Cunha deve responder judicialmente pelos crimes dos quais está sendo acusado.

“O Eduardo Cunha responde por ele, ele tem CPF e tem que pagar conforme a justiça determinar. Ele está respondendo as acusações que lhe foram imputadas. Quando você conhece a pessoa você não sabe o que ela faz nas entrelinhas. Naquele momento (impeachment de Dilma) estava tudo correto e o apoio foi dado nessa direção”, avalia.

No diálogo com os jornalistas Cléber Ferreira, Eduardo Horácio e Rubens Salomão, além de comentar a situação de Eduardo Cunha, Arantes também analisou o cenário político regional, e voltou a dizer que o PTB não abre mão de um espaço na chapa majoritária da base ligada ao governador Marconi Perillo. “O PTB cresceu de uma maneira tão importante no estado que ele tem que reivindicar esse espaço. Nós temos quadros suficientes para pleitear um espaço na chapa. O próprio Demóstenes é uma dessas pessoas”, pondera.

O ex-senador Demóstenes Torres (PTB) estava afastado em virtude do processo relacionado ao caso Carlinhos Cachoeira, no qual Torres era acusado de praticar corrupção passiva e advocacia privilegiada. Todavia, as ações foram arquivadas pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) porque o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou as provas ilícitas.

Acompanhe a entrevista completa:

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