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Wilder Morais (Foto: Larissa Artiaga/ Portal 730)
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O senador Wilder Morais (PP) afirmou nesta sexta-feira (29), em entrevista concedida com exclusividade à Rádio 730, que será candidato ao senado em 2018 mesmo que não seja escolhido como representante da base ligada ao governador Marconi Perillo (PSDB).

A chapa majoritária é formada por uma vaga para governador, uma vaga para vice-governador, e duas vagas para senador. Uma das vagas para o senado deve ser ocupada por Marconi. No entanto, não há um consenso entre os governistas sobre quem deve ser o outro candidato ao senado.  

Além de Wilder Morais, são considerados nomes fortes para assumir a vaga: a senadora Lúcia Vânia (PSB), o deputado federal Jovair Arantes (PTB), o secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Vilmar Rocha (PSD), entre outros. O próprio ex-senador Demóstenes Torres (PTB) – que foi cassado em 2012 e de quem Morais herdou a vaga por ser suplente – pode entrar na disputada pelo espaço na chapa se recuperar os direitos políticos na justiça.

Questionado sobre a possibilidade de abrir mão da candidatura ao senado em prol de ajustes e articulações políticas, Wilder deixou claro que não pretende disputar outro cargo. “Não abro mão não. Não quero ser vice e não quero ser suplente. Quero ser senador. Ser vice do José Eliton (PSDB) é ótimo, mas acho que hoje eu posso ajudar mais o estado no senado. Só não serei o candidatado da base se a base não me quiser. Eu sou amigo de todo mundo. Eu sou candidato, nem que seja sozinho”, declara.

A chance de que Marconi Perillo não seja candidato à senador existe, mas isso só deve acontecer se o governador conquistar a presidência nacional do PSDB. Considerando este cenário, Wilder avaliou a possibilidade de concorrer ao senado na mesma chapa que Demóstenes.  “Eu posso fazer o que ele (Demóstenes) fez comigo, convidá-lo para ser meu suplente. Eu torço para que ele recupere seus direitos políticos. Como são duas vagas e, tomara que o governador seja presidente, nós dois (Wilder e Demóstenes) podemos ir para o senado”, pondera Morais.

Acompanhe a entrevista completa:

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