Atlético Goianiensebrasao-goias-3Vila Nova
appleandroidtwitterfacebookyoutubeinsta-bordaemail

Kim Kataguiri (Foto: Reprodução/ Internet)
kimmbl
O coordenador nacional da associação civil Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri, concedeu nesta quinta-feira (21), uma entrevista exclusiva à Rádio 730. Em pauta, o atual cenário político nacional e a posição do MBL em relação ao governo do presidente Michel Temer (PMDB).

Presente nas manifestações que pediram a saída da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no ano passado, o MBL praticamente não participou de protestos neste ano. Questionado sobre o assunto, Kataguiri afirmou que a associação civil não se manteve omissa diante das denúncias contra Michel Temer. “A denúncia continua existindo e vai ser julgada assim que Temer terminar o mandato. Ele vai ser punido e nós defendemos que ele seja punido. É matematicamente impossível alguém ser presidente do PMDB por 10 anos e ser honesto. O MBL não se mobilizou porque o sucessor natural de Michel Temer seria outro investigado, o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM). Nós trocaríamos um investigado por outro”, justifica.

Além disso, Kim Kataguiri, que é defensor do liberalismo econômico, ou seja, da redução dos impostos, da privatização das estatais e da adoção de sistema de vou­cher para a saúde e para a educação, disse que pretende lançar-se candidato a deputado federal nas eleições do ano que vem. “Vou me candidatar a deputado federal. Ainda não defini o partido pois estou esperando o resultado da votação da reforma política. O MBL é uma associação civil que tem políticos em vários partidos. Temos diversos vereadores espalhados pelo país. Nosso anseio é de que o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB) concorra à presidência em 2018 para que possamos apoiá-lo”, avalia.

Ligado à Direita, o MBL surgiu a partir de manifestações em São Paulo e no Rio Grande do Sul, que aconteceram no fim de 2014, em protestos pela investigação do petrolão e por mais liberdade de imprensa. Kataguiri veio à Goiânia para participar de uma audiência pública realizada pelo Ministério Público Federal (MPF), sobre Segurança e manifestações sociais.

Acompanhe a entrevista completa:

Ouça a 730
apple android
(62) 98400-1757