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Lincoln Tejota (Foto: Rubens Salomão/ Portal 730)
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O deputado estadual Lincoln Tejota (PSD) concedeu nesta terça-feira (19) uma entrevista exclusiva à Rádio 730. Na ocasião, ele fez uma avaliação do clima na Assembleia e uma análise do atual cenário político.

Os nomes da base aliada ao governador Marconi Perillo (PSDB) que vão formar  a chapa majoritária apta a disputar as eleições do ano que vem permanecem indefinidos. Despontam como fortes pré-candidatos, o atual vice-governador José Eliton (PSDB), o senador Wilder Moraes (PP) e a senadora Lúcia Vânia (PSB). No entanto, à exceção de Marconi, que deve se candidatar ao senado, nenhum outro político é uma unanimidade na base.

Segundo o deputado Lincoln Tejota, possíveis mudanças na base para 2018 partiriam dos partidos considerados menores. “Eu penso que a movimentação maior virá dos partidos menores, pensando em tempo de televisão e rádio. Os partidos da base que tem mais musculatura já definiram um posicionamento. Eu acho que as coisas estão bem definidas.  Todos os partidos têm o direito de espernear. No final eles acabam ficando na base”, declara.

Antigo aliado de Marconi Perillo, o presidente do PSD, Vilmar Rocha, ainda não formalizou seu apoio à candidatura de José Eliton, fato que tem desagradado alguns parlamentares peessedistas, a exemplo de Lincoln Tejota, que está fechado com Eliton. Diante da situação, Tejota disse não descartar a possibilidade de migrar para o PROS. “Eu particularmente acredito que esse trem já partiu (sobre uma possível pré-candidatura de Vilmar Rocha ao senado). A permanência do PSD na base é um critério que vou usar para decidir se vou ficar no partido. Estou com José Eliton e Wilder. Se a reforma política não prejudicar os partidos menores eu poderei ir para o PROS sim”, pontua.

Acompanhe a entrevista completa:

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