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Foto: Portal730
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O deputado federal Jovair Arantes (PTB) concedeu nesta quarta-feira (23) uma entrevista exclusiva à Rádio 730. Durante o diálogo com os jornalistas Cléber Ferreira, Eduardo Horácio e Rubens Salomão, Jovair falou sobre temas como reforma política, filiação do ex-senador Demóstenes Torres e articulações para as eleições de 2018.

Considerando o cenário político goiano, o deputado condicionou o apoio do PTB à candidatura do vice-governador José Eliton (PSDB) a uma vaga na chapa majoritária da base governista. “Nós queremos participar da chapa majoritária. Esse é o espaço que nós exigimos na discussão política para o ano que vem. O PTB cresceu muito em Goiás e reivindica ou uma vaga para concorrer a senador ou a vice-governadoria”, sustenta Jovair.

Caso o PTB consiga realmente uma vaga na chapa majoritária, o ex-senador Demóstenes Torres seria um dos nomes mais cotados para representar os petebistas. No entanto, segundo Arantes, o ex-senador não é o único petebista apto a representar o partido na chapa.  “Demóstenes não é, necessariamente, o único nome que temos. É evidente que ele, enquanto filiado, é um quadro importante. Mas, nós temos outros quadros importantes dentro do partido que podem ser levados em consideração nessa discussão política”, pondera.

Reforma Política

Após várias tentativas de votação nesta terça-feira (22), a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03, que altera o sistema político-eleitoral brasileiro, foi novamente adiada por falta de consenso. 

Se aprovada como está, a PEC 77 pode instituir no país o modo majoritário de votação para os cargos de deputados para as eleições de 2018 e 2020 como uma transição para o modelo distrital misto a partir de 2022.

De acordo com o deputado Jovair Arantes, a reforma não vai ser aprovada na Câmara da maneira como o texto está posto. “No meu entendimento a reforma política não vai acontecer (ser aprovada). Nós temos até o final do mês de setembro para votar as alterações que vão vigorar no processo eleitoral do ano que vem. Não vai dar tempo de se fazer uma discussão sobre a reforma até lá”, opina.

O chamado “distritão”, como ficou conhecido, permite que os candidatos mais votados ganhem as eleições. Por este sistema, cada estado vira um distrito, no qual as vagas disponíveis nas câmaras e assembleias legislativas são preenchidas pelos candidatos mais votados, sem considerar a proporcionalidade do total de votos recebidos pelos partidos e coligações, assim como ocorre com a escolha de prefeitos, governadores e presidente da República.

Já pelo distrital misto, o eleitor vota duas vezes: uma no candidato do distrito e outra em uma lista preordenada pelo partido. O resultado sai do cálculo entre os resultados da votação majoritária no distrito e na escolha proporcional no partido.

Acompanhe a entrevista completa:

 

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