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Delegado Waldir (Foto: Larissa Artiaga/ Portal 730)
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O deputado federal Delegado Waldir (PR) concedeu uma entrevista exclusiva à Rádio 730 nesta quarta-feira (12). Em pauta, a expulsão do parlamentar da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, que discute a denúncia por crime de corrupção contra o presidente Michel Temer (PMDB). 

A expulsão de Waldir – datada desta segunda-feira (10) – teria acontecido porque o deputado goiano se posicionou à favor da saída do presidente Michel Temer, contrariando a decisão do PR, que integra a base governista. “O partido me pediu para fechar com o governo, contra a admissibilidade da denúncia. Eu não permiti isso e disse que não pretendia sair da Comissão. Quando cheguei à Brasília para participar da leitura, soube pela imprensa que eu havia sido retirado da Comissão”, destaca Delegado Waldir.

Ao ser questionado sobre seu futuro político, o deputado disse que não vê possibilidades de continuar no PR. “O Executivo pediu para que eu saísse da CCJ e esse pedido foi aceito pelo legislativo porque o partido atendeu esse pedido. Não tenho medo de ameaças, não tenho medo de nada. Eu não tenho culpa se eles (membros do PR) não tem honra. O governo encontrou mais um adversário. Deixei o PR bem à vontade para me expulsar e espero que eles (o partido) façam isso. Estou aguardando”, declara.

Na semana passada, em entrevista à Rádio 730, a presidente do PR em Goiás, deputada Magda Mofatto, disse que a saída de Temer seria ruim para o país e declarou que Delegado Waldir já estava em campanha para as eleições de 2018.

Além de aclarar que não há clima para permanecer no PR, em virtude da expulsão da CCJ, Waldir ressaltou que a relação dele com Mofatto sempre foi marcada por altos e baixos. “Tivemos um momento de cordialidade, quando o PR abriu espaço para que eu me candidatasse a prefeito de Goiânia e tivemos também um momento em que não houve cordialidade, quando o partido decidiu “esvaziar” a minha candidatura na eleição municipal e “dobrou os joelhos” para o governador (Marconi Perillo)”, assevera.  

Confira a entrevista na íntegra:

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(62) 98400-1757