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Foto: Reprodução/ Internet
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Após horas de discussão entre oposicionistas e a liderança do governo, ficou acordado que, na próxima terça-feira (27), serão realizadas duas audiências públicas, uma pela manhã e a outra a tarde, para debater a constitucionalidade da Reforma Trabalhista.

Na quarta-feira (28), a reunião deverá ser extraordinária e entre 09:45 e 16:00 serão lidos os votos em separados, que devem ser apresentados pela oposição. A partir daí, dá-se início aos debates, com dez minutos de discussão para cada senador. E só depois disso a matéria será votada.

De acordo com o senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, os senadores que compõem a base do governo estão “constrangidos” para votar, já que as propostas são “violentas” e mesmo as lideranças governistas não estão confortáveis com elas. Ele afirmou que vai apresentar um voto em separado pela rejeição da reforma na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, e que a colocará em pauta na semana que vem. O texto, segundo o senador, está sendo elaborado em parceria com juízes e procuradores do Trabalho. "Teremos, provavelmente, 4, 5 votos em separado. Eu vou ler o meu. E, como deixei muito claro, senador Romero Jucá, na leitura do seu, tratou de mérito e da questão constitucional. Eu tratarei do mérito e também da questão constitucional e votaremos na quarta."

Já o senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima, diz que a matéria deve ser lida e votada com urgência para que se cumpra o regimento e para que dê tempo de mobilizar os senadores. "Esta matéria tem que ser lida a urgência, votada a urgência, para poder entrar no Plenário na sessão seguinte. A probabilidade, se o senador Eunício pautar, é que seja votada na semana seguinte, exatamente para cumprir o regimento e dar tempo também de mobilizar os senadores, a base e tudo mais."

Os convidados para as duas audiências públicas da próxima terça-feira (27) ainda serão definidos. A intenção dos senadores é ouvir juristas sobre questões processuais trabalhistas e constitucionais.

Da Agência Brasil

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