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Foto: Reprodução/ Internet
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O vice-líder da bancada do PMDB na Câmara, Carlos Marun (MS), chamou Joesley Batista, da JBS, de "meliante" e "cachorro" ao comentar, neste sábado, a entrevista que o empresário concedeu à Revista Época. Em nota sobre as acusações feitas por Batista, de que presidente Michel Temer é chefe de uma quadrilha, Marun disse que o dono da rede de frigoríficos faz um "desfile de acusações genéricas". O deputado peemedebista é um dos mais ferrenhos integrantes da tropa de choque do governo.

"Não é demais lembrar que este cachorro (forma como os delatores colaboradores eram conhecidos durante a ditadura) esteve por mais de 40 minutos gravando o presidente e nada conseguiu tirar dele de realmente criminoso ou comprometedor", afirma no comunicado. "É óbvio que orientado por sua defesa o meliante tenta proteger seu escandaloso e benevolente acordo de delação, que está sendo contestado na Justiça já que a lei veda o perdão judicial a chefes de quadrilha delatores."

Para Marun, a entrevista concedida por Joesley é "mais um capítulo" de uma "conspiração asquerosa" contra o presidente da República e as reformas. "Trata-se de mais um capítulo desta novela em que se constitui a conspiração asquerosa que tenta acabar com as reformas, depor o presidente Temer e garantir exílio dourado para Joesley e para os outros delinquentes que o cercam", diz Marun.

Leia o comunicado de Carlos Marun na íntegra:

"Trata-se de um desfile de acusações genéricas, sem que em nenhum momento tenha sido colocado sequer um único ato ilegal que o presidente Temer tenha praticado em benefício do grupo econômico que hoje sabemos tratar-se de uma organização criminosa;

2- Não é demais lembrar que este cachorro (forma como os delatores colaboradores eram conhecidos durante a ditadura) esteve por mais de 40 minutos gravando o presidente e nada conseguiu tirar dele de realmente criminoso ou comprometedor;

3- É óbvio que orientado por sua defesa o meliante tenta proteger seu escandaloso e benevolente acordo de delação, que está sendo contestado na justiça já que a lei veda o perdão judicial a chefes de quadrilha delatores.

Em resumo, trata-se de mais um capítulo desta novela em que se constitui a Conspiração Asquerosa que tenta acabar com as Reformas, depor o presidente Temer e garantir exílio dourado para Joesley e para os outros delinquentes que o cercam."

Da Agência Estado

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