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Vereadora Priscilla Tejota (PSD) (Foto: Câmara/Divulgação)
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Depois de considerar intensificação na articulação para rejeitar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria o orçamento impositivo, o Palácio das Esmeraldas sinaliza aceitação da matéria. Como está, o projeto prevê divisão entre os deputados estaduais de R$ 164 milhões em 2018, para atendimento obrigatório pelo governo de emendas parlamentares; o que representa 0,8% da receita prevista para 2018 na LDO.

Nos bastidores, ao menos dez dos 31 aliados definem que votam contra para não comprometer o caixa do Executivo. O líder da base do governo explica como realiza a articulação e nega que o governo seja contra a PEC do Orçamento Impositivo.

O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), era contra o orçamento impositivo, mas confirma que mudou de ideia. Segundo ele, o único entrave ainda é o valor a ser dividido entre os deputados.

O autor da PEC do impositivo, Henrique Arantes (PTB), foi à tribuna da Assembleia ontem para pressionar colegas que são contra a medida.

O deputado Simeyzon Silveira (PSC) foi relator do orçamento impositivo na CCJ e também busca a aprovação da medida, mas prefere adotar o caminho do convencimento pessoal dos colegas, ao invés da pressão política.

A PEC do Orçamento Impositivo ainda pode passar por mudanças e só deve ser votada na Assembleia Legislativa, depois do recesso parlamentar de julho, no segundo semestre.

Do repórter Rubens Salomão

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