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Polícia Militar e manifestantes entraram em confronto na Esplanada dos Ministérios durante protesto contra o governo do presidente Temer e reformas trabalhista e da Previdência na quarta-feira (24) (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
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A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou, com urgência, um levantamento dos prejuízos a órgãos públicos após quebra-quebra na manifestação desta quarta-feira (24) em Brasília.

A medida tem o objetivo de embasar ações judiciais para reparação de danos ao patrimônio público após a marcha Ocupa Brasília, que levou à Esplanada dos Ministérios manifestantes de todo o país.

Segundo a AGU, podem ser responsabilizados os organizadores do ato e demais agentes identificados pela polícia. O processo será aberto após o recebimento de informações dos órgãos que tiveram suas instalações danificadas. Até o momento, apenas dois ministérios divulgaram informações sobre os prejuízos.

O Ministério do Planejamento Desenvolvimento e Gestão já concluiu a verificação dos danos causados aos prédios ocupados pela pasta. Ao todo, foram estimados mais de R$ 330 mil em prejuízo, desse total, R$ 140 mil por danos ao mobiliário e R$ 55 mil por avarias em computadores.

Em nota, o Ministério do Planejamento informou que aguarda os resultados das perícias que estão sendo realizadas por órgãos especializados para calcular o total de gastos que a União terá que arcar para os reparos.

O prédio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento já passou por perícias da Defesa Civil, Polícia Federal e Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e, segundo a pasta, os prejuízos com a depredação chegam a R$ 1,105 milhão.

Ato

De acordo com o governo do Distrito Federal, a marcha Ocupa Brasília reuniu cerca de 45 mil de pessoas de vários estados. O ato começou de forma pacífica, mas terminou em tumulto e quebra-quebra, com depredação de órgãos públicos, após a ação de vândalos e da atuação da Polícia Militar. Organizada por centrais sindicais e movimentos sociais, a manifestação pediu a saída do presidente Michel Temer e a rejeição das reformas previdenciária e trabalhista.

Da Agência Brasil

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