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Magda Mofatto (Foto: Reprodução/ Internet)
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A deputada federal Magda Mofatto (PR) concedeu nesta quinta-feira (25) uma entrevista exclusiva à Rádio 730, na qual analisou o ambiente político em Brasília e a possibilidade de aprovação das reformas trabalhista e da previdência.

A permanência do presidente Michel Temer (PMDB) no poder ficou ameaçada depois que o empresário Joesley Batista – um dos donos do frigorífico JBS – disse em delação premiada à Procuradoria Geral da República (PGR), que o presidente teria tentado negociar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha.

Segundo a deputada Magda Mofatto, em caso de eleições indiretas, o Congresso deverá agir com cuidado para evitar a eclosão de confrontos civis e o agravamento da crise política. “Vamos escolher quem pra presidente? E a responsabilidade de errar ou acertar? É uma incógnita muito grande. Os corruptos devem pagar pelo que fizeram, mas é uma incógnita o que acontecerá daqui pra frente”, opina.

Reforma Trabalhista

Em abril, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 296 votos a 177, o substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) para o projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16, do Poder Executivo).

Entre outros pontos, a reforma estabelece regras para que acordos entre empresários e representantes dos trabalhadores passem a ter força de lei, o chamado "negociado sobre o legislado".

A deputada Magda Mofatto explica porque votou a favor da reforma. “Eu ouvi diversos segmentos antes de votar. A Reforma trabalhista é importantíssima para a geração de emprego no país. O maior problema do país atualmente é o desemprego.”, assinala.

Na terça-feira (23), o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), deu como lido o relatório sobre o projeto de lei sobre a reforma trabalhista e marcou a votação da reforma na comissão para a próxima terça-feira (30). A atitude de Jereissati causou imensa confusão no plenário, especialmente por parte de parlamentares contrários à reforma.

Para ser aprovada, a reforma trabalhista precisa ser votada em definitivo no Senado antes de seguir para sanção do presidente Michel Temer.

Confira a entrevista na íntegra:

Ouça a 730
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(62) 98400-1757