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Manifestantes protestam contra as reformas da Previdência e trabalhista e por eleições diretas (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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Com bombas de efeito moral, a Polícia Militar do Distrito Federal tenta afastar os manifestantes que participam do ato contra o governo do presidente Michel Temer (PMDB) da área próxima ao gramado do Congresso Nacional, que foi isolada. O local é tradicionalmente ocupado durante protestos na cidade.

O tumulto ocorre na Alameda das Bandeiras, via em frente ao Congresso. Logo após chegarem ao local e tentarem furar a barreira, alguns manifestantes hostilizaram policiais que faziam a barricada, o que levou a PM a atirar bombas de efeito moral.

Com a confusão, algumas pessoas passaram a jogar hastes de bandeiras em direção aos policiais.

Segundo o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que participa do ato, um pequeno grupo de aproximadamente 20 manifestantes atirou pedras em direção à polícia, que revidou com dezenas de bombas de efeito moral. “O pessoal da organização pediu para que as pessoas se afastassem da grade, aí a polícia começou a atirar bombas. Parece guerra de território. Isso não é polícia de segurança pública no sentido da palavra, policial que deveria primar pela racionalidade e pela serenidade para garantir o ato. Eles estão com a disposição de dispersar o ato.”

Convocada pelas centrais sindicais, a marcha Ocupa Brasília começou no estacionamento do Estádio Mané Garrincha. A caminhada teve início no começo da tarde até a chegada à Esplanada dos Ministérios. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o ato reúne cerca de 25 mil pessoas. Os organizadores calculam em 100 mil o número de participantes.

Da Agência Brasil

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