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Carlos Siqueira (Foto: Agência Brasil)
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O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, participou na manhã desta segunda-feira (22), de um curso realizado pela legenda em Goiânia. Em entrevista aos jornalistas presentes, o pessebista analisou a saída do partido da base governista.

De acordo com Carlos Siqueira, as gravações divulgadas nas delações premiadas dos donos da JBS – Joesley e Wesley Batista - evidenciam que o presidente Michel Temer cometeu crime de responsabilidade e por esse motivo, o PSB não voltará a integrar a base mesmo que o presidente continue no poder. “Nós fomos pra oposição, somando-se as denúncias, por causa do rumo conservador que tomou o governo. É uma decisão séria que nós vamos levar a sério com ou sem impeachment. Nós defendemos as eleições diretas porque o povo é a grande vítima desse governo”, ressalta.

A senadora Lúcia Vânia (PSB), também esteve presente no evento e assim como Carlos Siqueira, reforçou o caráter de oposição adotado pelo partido. “Das três opções que temos (renúncia; cassação da chapa Dilma-Temer; impeachment) eu acredito que a renúncia seja a melhor opção para o país, porque o processo seria mais rápido e os partidos teriam tempo de se reunir para fazer essa transição para 2018. O meu partido optou pelas diretas já”, reitera a senadora.

Em delação premiada à Procuradoria-Geral da República (PGR), Joesley e Wesley Batista, afirmaram que gravaram o presidente Michel Temer (PMDB) dando o aval para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara, o deputado cassado e preso na Operação Lava Jato, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Desde que o conteúdo da conversa veio à tona, Temer tem feito críticas e desqualificado as acusações.  O presidente também afirmou, durante pronunciamento, que não renunciará.

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