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Foto: Petras de Souza/ Portal 730
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O deputado federal, Daniel Vilela (PMDB),concedeu nesta segunda-feira (22) uma entrevista exclusiva à Rádio 730, na qual comentou a atual situação política do país, especialmente no que tange as possibilidades de renúncia e impeachment do presidente Michel Temer (PMDB).

Segundo Daniel Vilela, o PMDB aguardará os desdobramentos das investigações relacionadas às delações premiadas dos donos do frigorífico JBS – Joesley e Wesley Batista – antes de decidir se continuará dando suporte ao presidente. “O PMDB precisa enfrentar essa situação, não é porque o PMDB é o partido do presidente que nós vamos nos omitir. Vamos esperar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) mas é fato que a legenda vive uma situação de dificuldade”, afirma.

Ainda de acordo com o parlamentar, o escândalo envolvendo o nome do presidente não prejudicará sua pré-candidatura ao governo estadual em 2018. “Eu acho que as pessoas sabem diferenciar as situações. 2018 é uma outra situação, na qual as eleições estaduais são separadas das eleições nacionais”, assinala o deputado.

Em delação premiada à Procuradoria-Geral da República (PGR), Joesley e Wesley Batista, afirmaram que gravaram o presidente Michel Temer (PMDB) dando o aval para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara, o deputado cassado e preso na Operação Lava Jato, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Desde que o conteúdo da conversa veio à tona, Temer tem feito críticas e desqualificado as acusações.  O presidente também afirmou, durante pronunciamento, que não renunciará.

Odebrecht

Em março deste ano o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, publicou uma lista baseada nas delações de ex-executivos da empresa Odebrecht, na qual vários políticos são acusados de corrupção.

O nome do deputado Daniel Vilela aparece na lista. Além dele, os goianos Maguito Vilela (PMDB), Marconi Perillo (PSDB), Iris Rezende (PMDB), Sandro Mabel, Demóstenes Torres e o ex-prefeito de Trindade, Ricardo Fortunato (PMDB), também são citados.

Quando questionado sobre o assunto, Vilela reiterou que nunca teve qualquer tipo de relacionamento com a Odebrecht. “Eu nunca imaginei que meu nome fosse aparecer nessa lista. Estou tranquilo, nunca tive relação com essa empresa. Eu sou o único da lista que não tenho apelido.  O próprio delator disse que eu não tenho relação com a empresa, e de repente o Ministério Público Federal entendeu que eu deveria ser investigado. Estou com a consciência tranquila de que não cometi nenhuma irregularidade”, resume. 

Confira a entrevista na íntegra: 

Ouça a 730
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(62) 98400-1757