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Marlúcio Pereira (Foto: Portal 730)
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O deputado estadual e membro representante da Assembleia Legislativa na Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC), Marlúcio Pereira (PSB), criticou nesta quarta-feira (26) a postura da CDTC em relação a discussões sobre melhorias no transporte coletivo.

Segundo Marlúcio, pautas importantes referentes à cobrança de melhorias no serviço prestado pelas empresas não estão sendo discutidas na Câmara Deliberativa. “A CDTC só convoca a gente para votar aumento de tarifa, não dá oportunidade para se falar sobre a segurança nos terminais, por exemplo. Eu sou contra o aumento porque no ano passado aumentaram de R$ 3,30 para R$ 3,70 e não houve investimentos”.

A CDTC é o órgão responsável por definir o preço da tarifa. O cálculo do reajuste - de R$3,70 para R$ 4,00 - já foi aprovado pela Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), mas ainda precisa passar pelo crivo da CDTC. A câmara é composta por 11 integrantes, entre membros de prefeituras, governo, Assembleia Legislativa e Câmara Municipal.

Ao ser questionado pelo jornalista Cléber Ferreira sobre sua influência enquanto membro do órgão, Marlúcio alegou que as mudanças não dependem somente dele. “Eu já coloquei esses assuntos em pauta, não fui atendido e inclusive querem me tirar da CDTC. Eu acredito que seja porque eu sou contra o aumento, mas eu não faço nada sozinho. A população tem que cobrar dos outros membros também”, justifica.

Neste mês, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PMDB) - que preside a CDTC – condicionou o aumento da passagem de ônibus na região a melhorias no transporte. O preço da tarifa segue sendo um impasse na Câmara Deliberativa.

Gestão Mendanha

Em entrevista concedida com exclusividade à Rádio 730, Marlúcio Pereira - que foi derrotado por Mendanha no último pleito municipal - disse que não basta boa vontade para gerir uma cidade. “100 dias é pouco tempo para fazer uma avaliação. A gente vê que estão com boa vontade e querendo acertar mas falta um certo consenso. Eu ainda não fui convidado pelo prefeito para ir até o Paço Municipal, então eu vejo que realmente é preciso ter mais desprendimento”, analisa.

Ao ilustrar a situação, Pereira citou como exemplo a postura do ex-prefeito de Aparecida, Maguito Vilela (PMDB) – que também o derrotou em eleições passadas. “O Maguito teve esse desprendimento. Acabou a política a gente tem que pensar nos eleitores, disputei com Maguito e o ajudei como deputado. Espero que o Gustavo Mendanha tenha a mesma compreensão”, acrescenta.

Confira a entrevista na íntegra:

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