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Iris de Araújo (Foto: Divulgação)
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A primeira dama de Goiânia e ex-deputada Íris de Araújo tem sido alvo de questionamentos desde o início do mandato do prefeito à frente da capital. Mesmo sem um cargo oficial, ela tem estado presente em ações de Iris Rezende (PMDB).

A vereadora Sabrina Garcêz (PMB) chegou a sugerir um pronunciamento de Dona Íris na Câmara Municipal. No último dia 4 de abril, a parlamentar pediu a renúncia do peemedebista e disse que “quem toma as decisões no Paço é a sua esposa”, e que o prefeito “apoia para que ela seja deputada federal”, completou à época.

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Em entrevista a jornalistas nesta segunda-feira (24), Dona Iris afirmou que é uma primeira dama atuante, e salientou que trata-se de uma característica de seu perfil.

“Cada primeira dama tem o seu perfil. Tem umas que se recolhem, não querem participar, e tem que ser respeitadas. Tem umas que preferem atuar e trabalhar e precisam ser respeitadas. Eu não entendo esse tipo de colocação, de ilação, de pergunta. Eu vou dizer mais forte: que implicância comigo. Por quê? O que eu estou fazendo de mais? Estou fazendo mal?”, indaga.

A primeira dama citou o período em que participou da campanha de Iris Rezende ao governo do Estado, no início da década de 80.

“Lá atrás, em 1982, quando eu viajei o estado todo fazendo comícios, por este estado quando não era nem dividido, ninguém questionou o papel da primeira dama. Eu tinha um papel político também. Acho que todo e qualquer ato é um ato político. Eu fiz parte daqueles que ajudaram a construir o PMDB. Estou nele a vida inteira, nunca passei para outro partido”, reitera.

Ainda de acordo com Iris de Araújo, o que ocorre em relação às críticas é implicância, e concluiu, pedindo respeito.

“Não tenho cargo, não ganho nada. Ganho a satisfação de estar fazendo. Tenho o meu motorista, meu carro, minhas coisas, meu trabalho. Especificamente agora criou-se essa situação...gente, eu sinto muito. Eu estou incomodando o quê ao ajudar os que precisam de mim? O que estou fazendo de errado, e que posso incomodar? Portanto, cada um tem seu direito, até de ter implicância. Que tenham suas implicâncias, mas me respeitem”, finalizou.

Com informações do repórter Gerliézer Paulo

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