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Magda Mofatto (Foto: Reprodução/ Internet)
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A deputada federal Magda Mofatto (PR) concedeu nesta segunda-feira (03) uma entrevista exclusiva à Rádio 730. Em pauta, as articulações políticas dos partidos para as eleições de 2018.

Ao ser questionada pelo jornalista Eduardo Horácio sobre o futuro do PR na base aliada ao governo estadual, a deputada federal não descartou a possibilidade de que a legenda deixe a base. “O PR está totalmente livre, leve e solto; desimpedido. O partido cresceu muito no estado de Goiás. Em todos os municípios nós temos diretórios e companheiros fortalecidos conosco. Nós temos trabalhado para fortalecer as bases do PR pensando em crescer nas próximas eleições”.

Todavia, segundo Mofatto não há nenhum tipo de insatisfação por parte do PR com as decisões tomadas pela base governista. No mês de março, o governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou publicamente seu voto no senador Wilder Morais (PP) como candidato da base ao senado e em José Eliton (PSDB) como candidato ao governo do Estado.

A atitude do governador deixou parte da base insatisfeita, especialmente a senadora Lúcia Vânia (PSB) e o deputado federal Roberto Balestra (PP). Em entrevista à Rádio 730, Balestra chegou a dizer que Wilder Morais não tinha legitimidade para presidir o PP e que Marconi tinha se precipitado.

Apesar de não tecer críticas a Morais, Magda Mofatto também considerou a decisão de Marconi prematura. “Eu acho um pouco antecipada essa colocação de Marconi Perillo. Nas eleições de 2014, por exemplo, Marconi lançou Vilmar Rocha (PSD) como candidato ao senado com muita antecedência. Isso fez com que o Vilmar se enfraquecesse durante a corrida eleitoral. E não foi só isso, na Campanha de 2016 ele lançou com muita antecedência o Giuseppe Vecci. Com isso, o Vecci não conseguiu sair candidato a prefeito e o governo ficou sem representante em Goiânia”.

Terceirização

Em pauta em Brasília, a terceirização tem gerado polêmica no que tange às mudanças nas relações entre trabalhadores e empregadores. O projeto - de autoria do Executivo - foi aprovado na Câmara Federal no dia 22 de março por 231 votos a favor, 188 contrários e oito abstenções. A aprovação definitiva da terceirização ainda está sujeita à sanção do presidente Michel Temer (PMDB).

A deputada Magda Moffato defende que a terceirização não trará prejuízos para o setor produtivo. “A terceirização não mexe em nenhum momento na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Os direitos da população estão garantidos. Em nenhum momento o projeto fala em alterar a CLT. A terceirização vai trazer os trabalhadores informais para a formalidade”, assegura.

Confira a entrevista na íntegra:

Ouça a 730
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(62) 98400-1757