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Flávia Morais (Foto: Portal 730)
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A deputada federal Flávia Morais (PDT) concedeu nesta segunda-feira (27) uma entrevista exclusiva à Rádio 730. Em pauta, temas como a Reforma da Previdência e as articulações políticas do PDT para as eleições de 2018.

No ano passado, Flávia Morais contrariou uma decisão do próprio partido ao apoiar o Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Como consequência, a parlamentar quase foi expulsa do PDT. No entanto, a deputada garante não ter se arrependido do voto. “Não me arrependo porque houve um apelo muito forte por parte da população. Claro que não tivemos vencidos e vencedores naquele momento, foi uma situação muito difícil pro Brasil”, justifica.

Apesar de ter contrariado uma decisão partidária em nível nacional, Flávia Morais garante que permanecerá na legenda em 2018. “O partido era contra o impeachment e nós votamos atendendo um apelo da população de Goiás. O PDT entendeu que houve uma transgressão na decisão partidária e eles fizeram um processo de expulsão. No entanto, esse processo não foi aprovado e hoje a nossa permanência no partido é certa”, garante.

Reforma da Previdência

Em relação à Proposta de Emenda à Constituição 287 de 2016 (PEC 287/16), que institui a Reforma Previdenciária, a deputada federal avalia que as mudanças não trarão benefícios para a sociedade. “Essa Reforma é oportunista e cruel. Ela vem num momento para tentar salvar políticos que estão sendo investigados pela Operação Lava Jato. Eu acredito que nós precisamos mudar o sistema político brasileiro, a população está revoltada com a corrupção no país”, assevera.

A principal justificativa do governo para a implantação da Reforma recai sobre um possível déficit causado pelos gastos com a Previdência. Contudo, segundo Flávia Morais, não há nada que comprove, de forma concreta, que a Previdência esteja pesando nos cofres públicos. “Eu sou contra a Reforma. Hoje é anunciado um déficit na Previdência que eu não acredito. Estamos analisando os estudos da Associação Nacional dos Fiscais Previdenciários (Anfip), que audita as contas do governo. A informação que a gente tem é a de que 30% dos recursos do Fundo Previdenciário são desviados para pagar a dívida pública. A proposta que nós temos hoje não trata desses 30% utilizados no pagamento dos bancos”.

Confira a entrevista na íntegra:

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