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Roberto Balestra (Foto: Petras de Souza/ Portal 730)
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O deputado federal Roberto Balestra (PP) concedeu nesta quinta-feira (23) uma entrevista exclusiva à Rádio 730. Na ocasião, o parlamentar fez uma análise do cenário político goiano - especificamente em relação ao PP estadual - e das perspectivas para as eleições de 2018.

Atualmente o PP-GO é presidido pelo senador Wilder Morais. Ao ser questionado pelo jornalista Eduardo Horácio sobre sua insatisfação com o comando partidário regional, Balestra foi enfático ao considerar a administração do presidente ilegítima. “Eu não considero legítima a indicação do senador como presidente do partido. Nunca falei sobre a pessoa dele, falo sobre o cargo que ele está exercendo. É ilegítimo, ele não tem legitimidade para assumir o comando do partido”.

De acordo com o deputado federal, Wilder Morais não poderia presidir a legenda porque não foi eleito pelo PP-GO. “Ele não foi eleito pelo partido. Como que alguém que não foi votado se torna presidente? Isso é um absurdo. Pra sair com um cargo de senador de um partido pra outro ele deve ter levado alguma vantagem, senão ele não iria. Não aceito politicamente essa situação”, pontua o parlamentar.

Eleições 2018

Durante o Encontro Estadual do Partido Progressista (PP), realizado na sexta-feira (17) na fazenda Toca da Orca, de propriedade de Wilder Morais, o governador Marconi Perillo (PSDB) declarou abertamente seu voto em Morais como pré-candidato da base governista ao Senado.

"Tudo que está sendo definido agora é uma precipitação por parte do governador e dos demais. Essa antecipação do Marconi é um erro que ele está cometendo. Não me conformo com isso porque os partidos não participaram da discussão", disse Balestra, ao questionar o fato de Perillo ter revelado seu voto antes da convenção da base, marcada para o ano que vem.  

Roberto Balestra reconhece o peso do voto do governador, todavia, ressalta que o apoio de Marconi não implica em direitos adquiridos. “Todos somos pré-candidatos, não existem direitos adquiridos em política, todos vamos ter que participar da convenção para ter o nome indicado e registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE)”.

A reportagem da Rádio 730 entrou em contato com a assessoria do senador Wilder Morais para ouví-lo a respeito das declarações do deputado Roberto Balestra. Até o fechamento desta matéria, o senador não havia se pronunciado sobre o assunto.

Confira a seguir a entrevista na íntegra:

Atualizado às 14h10

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