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O Engenheiro Agrônomo é o profissional responsável por cuidar do planejamento, coordenar e executar atividades relacionadas a todas as etapas de um agronegócio. Ele acompanha o preparo e o cultivo do solo, o processo de colheita, o armazenamento e a distribuição dos alimentos.

Além disso, em relação aos animais, esse profissional se ocupa da alimentação do rebanho, da reprodução, saúde e abate.

Para ser um engenheiro agrônomo é preciso ser graduado em Agronomia, curso que tem duração média de cinco anos.  Nos primeiros semestres da graduação, o aluno tem disciplinas mais básicas, como Matemática, Química, Biologia, Informática e Estatística.

Depois disso, o estudante passa a obter conhecimentos específicos da profissão, com disciplinas como: Engenharia Rural, Engenharia Florestal, Ciências do Solo e Agricultura.

A engenheira agrônoma Milena Rejane Bueno possui 23 anos de carreira. Ela conta como é o seu dia a dia de trabalho.

De acordo a Lei 4.950-A/66, de 1966, que regulamenta a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária, a tabela salarial do profissional de agronomia está vinculada ao valor do salário mínimo vigente e à jornada diária do profissional, independentemente do seu local de atuação.

Se o profissional trabalha por 6h, ganha seis salários mínimos (R$ 5622). Se trabalha 7h, ganha pouco mais de sete salários mínimos (R$ 6793,25). Já quem trabalha 8h por dia recebe oito salários mínimos e meio (R$ 7.964,50)

Segundo Milena Rejane Bueno, em Goiás o mercado está aquecido.

Tradicionalmente tida como uma profissão masculina, a engenharia agronômica é uma área que tem atraído cada vez mais as mulheres. No entanto, de acordo com Milena Rejane, o preconceito ainda é um desafio a ser superado.

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