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Camila Silva, de 16 anos, é uma das participantes da primeira turma do Projeto Womp (Foto: Jordanna Ágatha/Portal 730)
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E quem disse que meninas com superpoderes são coisa de desenho animado? Um projeto pioneiro no Brasil e realizado pela Rede Pró-Aprendiz, em parceria com o Sebrae, o Grupo Executivo de Enfrentamento às Drogas (GEED) e da Fundação Pan-americana para o Desenvolvimento, promove o empoderamento feminino por meio do empreendedorismo em empresas do segmento startup.

O representante da Fundação Pan-americana para o Desenvolvimento no Brasil, Paulo Rogério Cavalcanti, em entrevista ao programa Cidadania em Destaque desta quarta-feira (23), no quadro Momento Pró-Aprendiz, explica como surgiu a ideia do Projeto Womp.

Além de empoderar e empreender, o projeto ajuda a tirar jovens do mundo das drogas promovendo a primeira experiência e a inserção no mercado de trabalho, criando oportunidades, como ressalta Paulo Rogério Cavalcanti.

O Projeto Womp já conta com duas turmas de 40 jovens aprendizes cada no município de Aparecida de Goiânia. São 80 meninas, com idades entre 16 e 24 anos, e que já fazem parte do programa Jovem Aprendiz, e que agora têm a oportunidade de alcançar o conhecimento e chegar ao empreendedorismo.

Uma destas jovens é Camila Silva, de 16 anos. Ela avalia como foi o primeiro dia de contato com o Projeto Womp, e diz que uma das principais preocupações é com o preconceito ainda enfrentado pelas mulheres no mercado de trabalho.

O lançamento oficial do Projeto Womp será realizado nesta quinta-feira (24), às 14h, no auditório Mauro Borges do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia.

Ouça a reportagem completa:

Diretor da Fundação Pan-americana para o Desenvolvimento, Paulo Rogério Cavalcanti (Foto: Jordanna Ágatha/Portal 730)
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