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Fátima dos Reis em entrevista ao repórter Gerliézer Paulo, da 730 (Foto: SINT-IFESgo/Divulgação)
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Os trabalhadores técnico-administrativos em educação das Instituições Federais de Ensino no estado de Goiás (IFG) realizam nesta quarta-feira (2) uma paralisação de 24 horas em defesa das Instituições Públicas de Ensino e pela abertura das negociações com o Governo Federal.

Os servidores protestaram na Reitoria do IFG, desde às 7h30 da manhã desta quarta-feira. A Coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação, Fátima dos Reis, explica o objetivo do movimento.

A Federação denuncia o corte orçamentário do atual governo e critica o sucateamento das instituições de ensino públicas. Segundo o Sindicato, o contingenciamento para custeio das universidades foi de 30%, para manter serviços essenciais como a limpeza e segurança, ocasionando a demissão de trabalhadores terceirizados. Fátima dos Reis descreve os impactos que podem ser causados pelas medidas.

O reitor do IFG, Jerônimo Rodrigues da Silva, avalia as reduções orçamentárias praticadas nos últimos anos.   

Jerônimo Rodrigues ressalta ainda que o congelamento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos pode afetar o andamento e a conclusão de obras nas instituições de ensino.

A frente dos trabalhadores técnico-administrativos não descartou a possibilidade de uma greve até o final de 2017.

Foto: SINT-IFESgo/Divulgação
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