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Foto: Reprodução/ Internet
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Com intuito de fornecer informações consideradas relevantes aos consumidores que possuem contas em banco e/ou utilizam cartão de crédito, técnicos do Procon Goiás visitaram, desde o dia 19 de setembro até a última terça-feira, dia 26, os oito principais bancos na cidade de Goiânia, verificando os preços cobrados nas tarifas de conta corrente/poupança e cartão de crédito. A divulgação também visa orientar os consumidores sobre seus direitos enquanto correntistas, bem como alertar sobre os cuidados a serem observados para reduzir ou eliminar custos desnecessários cobrados em contas bancárias.

Este é o caso, por exemplo, da tarifa cobrada por saque em conta corrente, onde as tarifas individuais variaram de R$ 2,20 a R$ 8,00, variação de 263,64%. Os valores das tarifas coletadas pelo Procon Goiás referem-se aos preços máximos praticados por cada banco. E essas tarifas são cobradas quando o consumidor excede a quantidade de eventos disponíveis em seu pacote de serviço contratado pelo banco, ou quando extrapola a quantidade de eventos gratuitos, considerados essenciais.

 

 

 

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Deixar de utilizar os terminais de auto-atendimento pode encarecer a tarifa em até 108% 

Este exemplo foi verificado na tarifa de transferência por meio de Documento de Ordem de Crédito/ Transferência Eletrônica Disponível (DOC/TED). Em um banco, a tarifa cobrada para esse serviço é de R$ 12,00 se realizada nos Terminais de Auto Atendimento (TAA). Já o mesmo serviço, realizado por meio do atendimento pessoal (guichês), o valor sobe para R$ 25,00, acréscimo de 108,34%.

Deixar de fazer um saque nos terminais de auto-atendimento para fazer nos guichês de atendimento pessoal, dependendo do banco, pode representar um acréscimo de 33,34% no valor da tarifa. Neste caso, o valor cobrado nos TAA é de R$ 6,00 e nos guichês de atendimento pessoal, é de R$ 8,00.

Aumento médio anual foi de 7,40%

Os preços dos serviços prioritários cobrados em conta corrente/poupança só podem ser majorados após 180 dias de sua última alteração, admitindo redução de preços a qualquer tempo. Os novos valores, no entanto, devem ser divulgados aos correntistas com antecedência mínima de 30 dias. Essas informações devem ser divulgadas em local e formato visível ao público, nas dependências das agências bancárias e em suas respectivas páginas na internet.

Considerada uma das principais fontes de receitas dos bancos, as tarifas bancárias tiveram elevação média anual de 7,40% de acordo com dados coletados pelo Procon Goiás. No entanto, individualmente, foi identificada tarifa com aumento de até 21,45%. Este é o exemplo prático da tarifa de fornecimento de cópia de microfilme que no ano passado tinha preço médio de R$ 6,84 e atualmente custa, em média, R$ 8,31.

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