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Foto: Reprodução/ Internet
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Morar sozinho é um dos processos que podem proporcionar mais amadurecimento a um ser humano. Seja por necessidade - uma separação ou mudança de cidade - ou por escolha, quase todo mundo já morou ou morará sozinho um dia, após "quebrar"a redoma que envolve o conforto da casa dos pais.

No entanto, a liberdade e a sensação de independência têm seus preços e é preciso ter cuidado para não gastar demais com compras de supermercado, por exemplo. Por esse motivo, além de estar preparado psicologicamente para a mudança, quem deseja morar sozinho precisa fazer um planejamento financeiro. A consultora e educadora financeira Julia Cassol Borges, explica que o controle financeiro deve ser claro, objetivo e tangível. "Faça o controle que se adequa a sua realidade, pode ser o papel e caneta, pode ser o antigo livro-caixa, não tem importância. Descubra também quais são seus sonhos e prioridades. Almoçar fora por exemplo pode acabar pesando no orçamento. Tome cuidado também com as contas, não as pague após o vencimento, isso pode aumentar suas dívidas", ressalta a educadora financeira.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005 a 2015, o número de pessoas que moram sozinhas aumentou no País de 10,4% para 14,6%, especialmente a partir dos 50 anos. Nesta faixa etária, a proporção de arranjos unipessoais subiu de 57,3% para 63,7% no período. Este crescimento foi motivado pelo envelhecimento da população. O IBGE realiza a pesquisa desde 1998.

Ouça a entrevista completa:

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