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Foto: Reprodução/ Internet
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A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais que dobrou de abril para maio, ao passar de 0,14% para 0,31% de um mês para o outro – alta de 0,17 ponto percentual.

No entanto, é a menor taxa para os meses de maio desde de maio de 2007, quando atingiu 0,28%. O IPCA, a inflação oficial do país e que serve para o balizamento de preços estipulado pelo Banco Central, foi divulgado hoje (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com a alta de maio, a inflação medida pelo IPCA fechou os primeiros cinco meses do ano com alta acumulada de 1,42%, resultado bem inferior aos 4,05% de igual período do ano passado: exatos 2,63 pontos percentuais a menos. É também o menor acumulado para os cinco primeiros meses do ano desde 1,41% de igual período de 2000.

Segundo o IBGE, o resultado também é significativo do ponto de vista do acumulado dos últimos doze meses. O IPCA acumulado neste período caiu de 4,08% para 3,6%, de abril para maio, constituindo-se na menor taxa em 12 meses desde os 3,18% de maio de 2007. Em maio do ano passado, o IPCA situou-se em 0,78.

Inflação de maio sobe mais para quem ganha menos

Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativos à inflação de maio, indicam que os preços subiram mais para as famílias que ganham menos: entre 1 a 5 salários mínimos.

Segundo os números, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) cresceu 0,36% em maio, resultado 0,05 ponto percentual superior ao da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), cujas famílias têm renda mensal variando entre 1 e 40 salários.

A variação de 0,36% do INPC de maio ficou 0,28 ponto percentual maior em relação a abril (0,08%). Já a taxa acumulada dos últimos 12 meses fechou em 3,35%, ficando abaixo dos 3,99% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio do ano passado, o INPC teve variação de 0,98%.

Com peso significativo na composição da cesta básica das famílias de maior faixa de renda, os produtos alimentícios, no entanto, tiveram queda de 0,44% nos preços de maio, enquanto em abril houve alta de 0,54%. Já o agrupamento dos não alimentícios ficou com variação de 0,73%, depois de ter fechado com deflação de 0,13% em abril.

Quanto aos índices regionais, os mais elevados ficaram com Campo Grande e com a região metropolitana de Recife, ambos com 0,61%, sob influência da energia elétrica. O menor índice foi anotado  na região metropolitana de Belém (-0,09%).

Com a mesma metodologia do IPCA - a inflação oficial do país - o INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, mas se refere às famílias com rendimento 1 a 5 salários mínimos e abrange dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande e Brasília.

Da Agência Brasil

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