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A atriz israelense Gal Gadot, na pele da Mulher Maravilha, versão 2017 (Foto: Reprodução)
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A maior super-heroína de todos os tempos teve sua estreia nas telonas no início de junho, 75 anos após sua criação nas páginas das histórias de quadrinhos. A adaptação cinematográfica da Mulher Maravilha reacendeu discussões sobre a representatividade feminina na cultura pop.

A pesquisadora e estudante da Universidade Federal de Goiás (UFG), Jaqueline dos Santos Cunha, conclui que a heroína, vivida mais recentemente pela atriz e modelo israelense Gal Gadot, é o exemplo máximo do empoderamento feminino entre os personagens das histórias em quadrinhos.

Ouça a entrevista na íntegra

“Sem dúvida, ela se manteve em destaque durante estes 75 anos. Houve inúmeras outras heroínas, que tiveram um período de vida relativamente longo, mas nenhuma delas alcançou a longevidade da Mulher Maravilha”, afirma.

Outras figuras femininas no mundo dos super heróis sempre estiveram à sombra de personagens masculinos, como é o caso da Mulher Gato, nos filmes e desenhos de Batman, e da Super Girl, nas produções de SuperMan.

Embora o trabalho da pesquisadora se concentre na Mulher Maravilha, Jaqueline relembra que a primeira personagem feminina, criada por uma mulher, surgiu nos anos 40, com a Miss Fury, anteriormente criada como Black Fury, uma heroína que se vestia de gato, criada pela estadunidense June Tarpé Mills.

O último filme da Mulher Maravilha, superou os US$ 100 milhões logo no primeiro final de semana da estreia. No entanto, a primeira aparição de Gal Gadot na pele da heroína ocorreu no filme Batman VS Superman – A Origem da Justiça. 

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