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Leia mais...Seis pessoas ficaram feridas após serem atropeladas do lado de fora de um ginásio poliesportivo onde se celebrava a festividade muçulmana do Eid al-Fitr, na cidade inglesa de Newcastle. As informações são da Agência EFE.

O incidente, pelo qual foi detida uma mulher de 42 anos, não foi considerado pela polícia como "terrorismo", segundo informou um porta-voz do departamento do condado de Northumbria.

A polícia explicou que o atropelamento ocorreu às 8h14 (horário local, 5h14 de Brasília) às portas do Westgate Sports Center de Newcastle, onde se realizava a festividade muçulmana que marca o fim do Ramadã.

"Há uma investigação policial em curso para estabelecer exatamente o que aconteceu mas, neste momento, não se acredita que isto seja um ato de terrorismo", afirmou a polícia em comunicado.

Os agentes já começaram a interrogar a mulher detida e pedem a possíveis testemunhas informações sobre o incidente.

Em 19 de junho, Londres foi palco de um ataque contra muçulmanos, quando o britânico Darren Osborne deixou um morto e uma dezena de feridos ao atropelá-los com uma caminhonete perto da mesquita de Finsbury Park, ao norte da capital britânica.

Da Agência EFE

Leia mais...O regulador de comunicação da Rússia, Roskomnadzor, acusou nesta sexta-feira o aplicativo de mensagens do Telegram de violar a legislação russa e disse que poderia bloqueá-lo se não fornecer informações sobre a empresa que a controla.

O chefe de Roskomnadzor, Alexander Zharov, disse em carta publicada no site do regulador que o tempo está acabando para o Telegram fornecer a informação necessária.

Pavel Durov, fundador do Telegram, disse que o aplicativo não foi bloqueado em nenhum outro país, acrescentando que, se o aplicativo for banido na Rússia, os funcionários do governo confiarão suas comunicações a serviços de outros países.

"Assim que o Telegram for bloqueado, a correspondência das autoridades russas, sua comunicação com amigos e parentes, bem como outros dados sensíveis via WhatsApp/Viber, serão migrados para serviços controladas pela Apple e pelo iCloud/Google Drive, dos EUA", escreveu na rede social VKontakte.

Da Agência Reuters Brasil

Leia mais...Equipes de resgate no sudoeste da China retiraram corpos de pilhas de rochas e lama neste domingo enquanto procuravam por 93 desaparecidos após um deslizamento que soterrou um vilarejo montanhês, com alguns moradores perdendo a esperança de encontrar sobreviventes.

Um enorme deslizamento atingiu a vila de Xinmo, na montanhosa província de Sichuan, no amanhecer do sábado.

Autoridades no local disseram neste domingo que 10 corpos foram recuperados, contradizendo uma reportagem da agência de notícias estatal Xinhua publicada no sábado, apontando que 15 mortes haviam sido confirmadas.

Neste domingo, escavadoras industriais removiam os escombros no local do deslizamento enquanto trabalhadores com capacetes procuravam por sinais de vida e parentes choravam ou observavam chocados.

"Isto é inútil", disse à Reuters o morador Han Jianying, procurando por familiares desaparecidos. "Todos estarão destroçados de qualquer maneira."

As fortes chuvas causaram o desmoronamento, disseram as autoridades.

É provável que mais chuvas leves ocorram, mas não devem afetar as buscas, noticiou a emissora estatal Televisão Central da China.  

Um casal e seu bebê de dois meses foram os únicos a serem encontrados vivos. As autoridades reduziram o número de desaparecidos após a confirmação de que 15 pessoas estavam em segurança, informou o departamento de propaganda do vilarejo de Xinmo em seu microblog.

Não estava claro se os 15 foram resgatados ou apenas estavam fora no momento do desastre. 

O resgate envolveu mais de 3 mil pessoas, apesar do perigo de novos deslizamentos, noticiou a Xinhua. Especialistas em geologia dizem que as chances de que alguém tenha sobrevivido sob os destroços são pequenas, informou a agência.

Os moradores são, principalmente, agricultores pobres da minoria étnica Qiang e a área é alvo de um projeto de redução da pobreza, disseram autoridades do governo.  

Muitos dos esforços têm como foco a atração de turistas aos pontos turísticos próximos e a um vilarejo ancestral. A Xinhua noticiou que todos os 142 turistas foram retirados da área.

Da Agência Reuters Brasil

Leia mais...Enormes incêndios florestais no sul da Espanha forçaram a retirada de mais de 1.500 pessoas de suas casas, acampamentos e hotéis, disse uma autoridade do governo neste domingo.

Assim como boa parte da Espanha, a área próxima a Huelva está em alerta máximo para incêndios florestais devido à onda de calor. Na semana passada, 64 pessoas morreram em um incêndio florestal na vizinha Portugal. 

As chamas foram vistas na noite de sábado na região de Moguer, perto de Huelva, e estão sendo tratadas como nível 1 – ou ameaça máxima – pelos serviços de emergência.

José Fiscal, ministro do Meio Ambiente do governo regional de Andaluzia, disse neste domingo que o fogo provavelmente foi criminoso, noticiou o jornal espanhol El País.

Os serviços de emergência estão trabalhando para conter o fogo, mas condições adversas de vento dificultam a previsão sobre quando o incêndio estará totalmente sob controle.  

Da Agência Reuters Brasil

Leia mais...Um avião monomotor caiu hoje (24) sobre uma creche em Fort Myers, na Flórida, no sul dos Estados Unidos, e um dos dois ocupantes da aeronave morreu, segundo informaram as autoridades locais.

De acordo com o Escritório do Xerife do Condado de Lee, um pequeno avião Piper PA-28 se chocou contra o edifício onde funciona uma creche, que estava desocupada, pouco após decolar do aeroporto Page Field, em Fort Myers.

As autoridades locais confirmaram a morte de um dos ocupantes da aeronave, enquanto o outro foi levado a um hospital. As informações são da agência de notícias EFE.

Alguns meios de comunicação locais obtiveram a gravação de uma câmera de segurança na qual se observa o momento preciso em que o avião cai sobre o telhado do imóvel. A Administração Federal de Aviação investiga as causas do acidente junto com autoridades locais.

Da Agência EFE

Leia mais...A epidemia de cólera que assola o Iêmen já é a pior do mundo, com 5 mil novos doentes por dia e um total que supera os 200 mil casos em dois meses, informou hoje (24), em Genebra, a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nesse período, a epidemia tem se expandido por quase todas as 23 províncias que formam o país, causando 1.300 mortes. "Acreditamos que o número de mortes aumentará", apontou a OMS em comunicado. As informações são da agência de notícias EFE.

Com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e outras organizações, a OMS está acelerando as ações para deter a doença, registrando todos os focos infecciosos e tentando determinar de que maneira ela se propaga. O grupo também está fornecendo água potável, serviços de saneamento e tratamentos médicos.

A emergência é tanta que a OMS decidiu que as equipes iriam de casa em casa para informar diretamente os moradores sobre as medidas de proteção que devem ser tomadas quanto à purificação da água e o seu correto armazenamento.

Conflito armado

As organizações também pediram que autoridades do Iêmen se esforcem para conter a expansão da epidemia, ainda que os meios públicos sejam escassos por causa do conflito armado que o país vive há mais de dois anos e que fez com que 14,5 milhões de pessoas ficassem sem acesso a serviços básicos.

Os enfrentamentos entre a milícia dos houthis e as forças governamentais, que contam com o apoio de uma coalizão árabe - liderada pela Arábia Saudita e apoiada pelos Estados Unidos -, fizeram o Iêmen mergulhar em uma situação caótica. O país, que já era o mais pobre da região antes do conflito, agora enfrenta uma situação próxima à de fome total em determinadas áreas.

Os combates atingiram ou destruíram vários hospitais e 30 mil médicos e funcionários públicos estão sem pagamentos. "Pedimos a todas as autoridades dentro do país que paguem os salários e, acima de tudo, que ponham fim a este conflito", enfatizou a OMS.

Da Agência EFE

Leia mais...A polícia do Egito disse hoje (24) ter impedido um atentado contra uma igreja na cidade de Alexandria, no norte do Egito, depois de deter seis terroristas em um apartamento, informou o Ministério de Interior.

Acrescentou que dos seis terroristas presos dois seriam suicidas: um se explodiria dentro do templo e outro detonaria as bombas que carregava no corpo logo em seguida. As informações são da agência de notícias EFE.

O plano seria executado quase três meses depois de membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) atacar duas catedrais do norte do Egito - quando mais de 40 pessoas morreram - e seis meses após o atentado contra uma igreja cristã copta no Cairo.

Em abril, o presidente Abdel Fatah al Sisi decretou estado de emergência em todo o país, que foi prorrogado por mais três meses.

Da Agência EFE

Leia mais...O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou hoje (24) uma declaração de situação de desastre no estado do Tennessee por causa das tempestades, ventanias e inundações que castigaram o sudeste dos Estados Unidos no fim de maio.

A Casa Branca informou a decisão do presidente, que envolve o envio de assistência federal para ajudar na recuperação do Tennessee e complementar o trabalho já feito pelas autoridades estaduais e municipais.

As fortes chuvas dos dias 27 e 28 de maio deixaram mais de 180 mil moradores sem energia elétrica só na cidade Memphis e seus arredores. O governador do Tennessee, o republicano Bill Haslam, pediu a Trump que declarasse o estado de desastre para poder cobrir despesas estimadas em US$ 30 milhões.

Da Agência EFE

Leia mais...Um balanço dos cinco primeiros meses de governo Donald Trump mostra que, em comparação com a administração de Barack Obama, houve uma queda na quantidade de deportações porém um maior número de prisões de imigrantes indocumentados não criminosos – 150% a mais que mesmo período do governo anterior. Além disso, foram retiradas medidas de proteção, como a proibição da deportação de pais de crianças nascidas nos Estados Unidos.

Na semana passada, o governo Trump anunciou o cancelamento da chamada Ação Diferida para os Pais de Americanos e Residentes Permanentes (Deferred Action for Parents of Americans and Lawful Permanent Residents - DAPA), um instrumento criado em 2014 pela gestão de Obama. Antes, imigrantes sem documentos, com filhos americanos, tinham acesso à ação diferida que podia ser usada para impedir a deportação. A ação não era um status legal completo, mas permitia que o portador do DAPA trabalhasse no país.

Nos primeiros três meses de governo Trump foram deportadas quase 26 mil pessoas, muito menos que o último trimestre do governo Obama, que deportou entre outubro de 2016 e 20 de janeiro deste ano, mais de 70 mil pessoas. Ao todo, a gestão Obama foi a que mais deportou imigrantes desde 1986: mais de 2, 8 milhões de pessoas em oito anos.

A característica mais marcante até agora da política migratória da gestão Trump é o aumento das prisões de imigrantes. O aumento global foi de 40% o que inclui todas as detenções entre janeiro e abril, de imigrantes indocumentados que cometeram crimes comuns e hediondos e também para aqueles que não praticaram ações criminosas, exceto pelo fato de estarem irregulares nos EUA.  A  quantidade de pessoas presas somente por não terem permissão legal para estar no país triplicou é o que mais chama a atenção até agora.

Entre janeiro e abril foram quase 11 mil prisões não criminais, em comparação com 4.200 em 2016, número três vezes maior.  O diretor da Agência de Imigração dos EUA (U.S. Immigration and Customs Enforcement - ICE), Thomas Homan, atribuiu o aumento de prisões à direção clara dada pela administração Trump para coibir ameaças à segurança pública nacional.

Chama atenção o fato de que, na quantidade geral de prisões, somente 20% dos imigrantes indocumentados presos entre janeiro e abril deste ano têm histórico de crimes violentos.

Isso porque a nova política migratória deu mais poder aos agentes de imigração para deportar de maneira sumária – sem necessidade de audiência judicial – imigrantes com até dois anos no país. Crimes antes considerados simples, foram reclassificados como graves – como usar documento falso, mentir ou dirigir sem carteira de motorista – o que ampliou a quantidade de detenções.

Em uma entrevista coletiva, Homan ponderou que a prioridade é a segurança, mas que o ICE vai “continuar a perseguir todos os imigrantes ilegais que  receberam uma ordem final de remoção por um juiz de imigração, inclusive aqueles que não possuem antecedentes criminais”.

O advogado George Handersman, especializado em imigração, disse que a tendência é que aumente ainda mais a quantidade de prisões. Segundo ele, o processo de deportação não é tão rápido como se pensa. "Há um processo legal e um custo para o governo. Mas se há mais detenções, Trump passa uma mensagem que está cumprindo sua promessa de uma política anti-imigração ilegal massiva", destacou.

Menos vistos

Logo no início de sua gestão, Trump tentou limitar a entrada nos EUA de cidadãos de sete países de maioria muçulmana (Iraque, Iêmen, Irã, Síria, Líbia, Somália e Sudão). Com o bloqueio da medida pela Justiça, a Casa Branca reescreveu a ordem executiva, deixando de fora o Irã, mas manteve os demais países.

A nova ordem não chegou a entrar em vigor, mas direta ou indiretamente o reflexo aparece na quantidade de vistos concedidos para os seis países da lista, que caiu 21% em março deste ano na comparação ao mesmo período do ano passado. A redução global na quantidade de vistos de entrada para os Estados Unidos foi de 15%.

A queda para o Brasil até agora foi de 4%. A imprensa latina no país ouviu analistas que afirmam que ainda não é possível dizer se a redução global é reflexo de uma queda na procura dos vistos por cidadãos estrangeiros ou ocorreu porque os consulados e embaixadas americanas estão sendo mais criteriosos para liberar novos vistos.

Medo constante

Entre os imigrantes que já vivem nos Estados Unidos, o clima é de maior temor agora que nos anos anteriores.  A artesã e artista brasileira Neide Silva vive entre o Canadá e os Estados unidos há trinta anos. Ela já tem cidadania canadense, por isso pode entrar e sair facilmente dos EUA, mas não tem permissão para trabalhar no país.

Neide vive de seu artesanato, de peças trabalhadas em madeira, mas quando a situação econômica aperta ela diz que faz faxinzas em casas. No ano passado, ela comprou um trailer e realizou o sonho de poder viver viajando pelo país.

Ela contou à Agência Brasil que o ambiente piorou muito para os imigrantes sem documentação. “Eu nunca vivi uma época tão delicada quanto agora aqui. O governo Trump está espalhando o medo e o terror para os imigrantes”, afirmou.

Na comparação entre os dois governos, ela disse que a política de deportação era mais constante e houve, de fato, muitas deportações. “Agora, as pessoas têm mais medo de dirigir sem carteira e ir para a prisão. A sensação de que algo vai acontecer e a incerteza aumentaram muito”, opinou.

O aumento da “pressão” do governo sobre imigrantes se reflete no cotidiano das famílias. José Silva (nome fictício) vive nos Estados Unidos há 14 anos, sem documentação. Ele havia entrado com um pedido para a DAPA, a ação diferida para pais de pessoas nascidas nos Estados Unidos, e que foiextinta na semana passada. Agora, não tem mais acesso à proteção.

Casado com uma brasileira e com três filhos menores de 10 anos, José trabalha na construção civil e diz que vive atemorizado. “Em 2010, eu estava dirigindo em alta velocidade e fui multado. Havia tomado duas cervejas e aqui é muito sério dirigir depois de beber”, disse. Por conta disso, ele respondeu a um processo e teve a infração de trânsito registrada.

Embora tenha pago e respondido pela infração e não tenha voltado a dirigir sob o efeito do álcool, ele conta que o fato o colocou em uma lista de prioridades para deportação. “Se eu conseguisse a DAPA teria uma ajuda para estar mais seguro sobre estar aqui com minha família. Agora, a gente tem que esperar e estar muito cuidadoso”, comentou.

Da Agência Brasil

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