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Leia mais...Os incêndios em Portugal já mataram 32 pessoas e feriram 56. Segundo a Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), ontem (15) foi o dia mais crítico do ano. Entre os feridos, 20 são bombeiros.

Segundo dados divulgados hoje (16) pela ANPC, 39 pessoas foram socorridas (23 bombeiros e 16 civis), 56 estão feridas (16 delas em estado grave e um bombeiro) e 40 têm ferimentos leves. Há ainda sete pessoas desaparecidas.

O país está em alerta vermelho devido o risco de incêndios. A Organização das Nações Unidas (ONU), em sua conta no Twitter dedicada às mudanças climáticas, publicou imagens dos sinistros em Portugal. Uma delas  mostra a cidade Vieira de Leiria com o céu negro por causa da fumaça.

Antonio Costa, primeiro-ministro português, decretou estado de calamidade pública em todos os distritos ao norte do Rio Tejo. Além disso, Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos para colaborar com o combate aos incêndios.

Solidariedade

O comissário europeu de Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, Christos Stylianides, afirmou que o mecanismo europeu está pronto para ajudar. Declarou ainda compaixão profunda e solidariedade a Portugal e Espanha pelos incêndios florestais.

“O Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da União Europeia está monitorando de perto e em contato constante", declarou.

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal, manifestou, em nota, solidariedade às populações, aos integrantes do Executivo e aos bombeiros no combate ao fogo, e externou pesar aos parentes das vítimas. Rebelo de Sousa e António Costa cancelaram suas agendas de compromissos hoje para acompanhar os desdobramentos da situação no país.

Da Agência Brasil

Leia mais...As forças do Iraque afirmam ter tomado o controle hoje (16) de áreas da província disputada de Kirkuk, no nordeste do Iraque, mas o governo curdo nega.

Em um comunicado, o Comando das Operações Conjuntas iraquianas assegurou que "uma operação de segurança em Kirkuk levou ao controle da passagem da ponte Khalid e da estrada Khalid-Riad", bem como outra passagem de fronteira e a estrada Rashid-Mariam, que liga a Tikrit, capital da província de Saladino (norte).

Além disso, a nota aponta que as forças iraquianas controlaram a zona industrial, no sul de Kirkuk, bem como a região de Turklan, o distrito de Yaiyi, uma estação de eletricidade e uma refinaria de petróleo.

A nota diz também que as forças iraquianas continuam avançando rumo a Kirkuk, cidade rica em petróleo e que se transformou no principal centro das tensões entre os governos, já que parte da província está ocupada pelas tropas curdas desde 2014, ainda que administrativamente pertença a Bagdá.

O premiê iraquiano e líder das Forças Armadas, Haidar al Abadi, ordenou hoje às forças iraquianas que imponham "a segurança" em Kirkuk.

O vice-presidente do Curdistão iraquiano, Kosrat Rasul, declarou, em um comunicado, que "infelizmente, as forças iraquianas e as milícias xiitas Multidão Popular tinham começado a atacar Kirkuk. As (tropas curdas) peshmergas estão prontas para defender", respondeu Rasul.

No entanto, Hemin Hawrani, assessor do presidente curdo, Masud Barzani, assegurou que "nos combates das últimas horas não foi tomada nenhuma posição pela Multidão Popular (milícias xiitas)" e que "somente parte dos comandantes da UPK (União Patriótica do Curdistão) ordenou a seus peshmergas que deixem posições".

Da Agência Brasil

Leia mais...O duplo atentado com caminhões-bomba que sacudiu a capital de Somália neste sábado converteu-se em um dos piores ataques das últimas décadas neste país africano. O número de vítimas chegou a 215 e, segundo fontes hospitalares, há 350 feridos.

O atentado atingiu o Hotel Safari e um concorrido mercado de Mogadiscio. A maioría dos mostos eram civis, principalmente vendedores ambulantes que comerciavam em una das ruas mais movimentadas da cidade. Segundo o portal de notícias local Radio Garowe, um importante funcionário do Ministério do Comércio é uma das vítimas.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha confirmou, em um comunicado, que quatro de seus colaboradores locais morreram no atentado, mas este número pode aumentar porque muitos membros da organização estão desaparecidos.

O presidente de Somália, Mohamed Abdullahi Farmajo, decretou três días de luto e fez um apelo urgente à população para que doar sangue aos hospitais, muitos sem condições de atender e salvar a vida dos feridos.

Situada na costa leste do continente, na região conhecida como Chifre da África, a Somália tem mais de 10 milhões de habitantes e é um país de maioria muçulmana.

Da Agência Brasil via Télam

Leia mais...Mais de 6 milhões de pessoas estão habilitadas para votar nas eleições parlamentares deste domingo (15) na Áustria. Os últimos prognósticos indicam a possibilidade de ingresso da extrema direita no governo austríaco, hoje comandado pelo social-democrata Christian Kern.

Após votar, Kern mostrou-se confiante em sua reeleição à frente do Executivo. Ele disse que sua campanha recobrou força nos últimos dias e que não se deve descartar “uma surpresa” no resultado do pleito, no qual serão eleitos 183 deputados.As eleições foram antecipadas após a ruptura da coalizão entre os social-democratas e os  democrata-cristãos.

De acordo com as últimas pesquisas, o Partido Popular, de centro-direita, é o favorito, com estimativa de votos em torno de 33%. Seu líder é o atual ministro das Relações Exteriores, Sebastian Kurz. Os prognósticos dão aos social-democratas e aos democrata-cristãos o mesmo percentual: 25%.

Da Agência Brasil via Agência Télam

Leia mais...Um atentado com bomba neste domingo (15), matou quatro soldados e feriu três em áreas tribais do Paquistão. O ataque ocorreu quando  tropas paquistanesas buscavam os sequestradores do casal Joshua Boyle e Caitlan Coleman e de seus três filhos, cuja libertação nessa região foi anunciada na quinta-feira passada.

O Departamento de Comunicação do Exército paquistanês informou, em comunicado, que os quatro soldados morreram na explosão de um artefato explosivo improvisado em Kharlachi, na zona tribal de Kurram, no noroeste do país. "As tropas faziam parte de uma equipe de busca dos sequestradores dos estrangeiros resgatados no outro dia", informou o comunicado.

O principal grupo talibã paquistanês, Tehrik-i-Taliban Pakistan (TTP), reivindicou a autoria do atentado em um comunicado emitido por seu porta-voz, Mohammed Khurasani.

O primeiro-ministro paquistanês, Shahid Khaqan Abbasi, também divulgou nota na qual lamenta a morte dos soldados, "que sacrificaram a vida defendendo a mãe-pátria das forças do mal".

O Exército paquistanês tinha anunciado quinta-feira o resgate da família na zona de Kurram. O casal e os três filhos foram sequestrados no Afeganistão em 2012.

Ao chegar a Toronto, Joshua Boyle pediu ao governo afegão que persiga a rede Haqqani, grupo guerrilheiro vinculado aos talibãs, e disse que os sequestradores chegaram a estuprar sua mulher e mataram uma filha, que nasceu em cativeiro, como os outros três filhos do casal, que sobreviveram.

A liberdade da família ocorre em um momento de tensão entre o Paquistão e os Estados Unidos, após o presidente americano, Donald Trump, ter afirmado em 21 de agosto que Islamabad tinha "muito a perder" caso continuasse "abrigando" terroristas.

Da Agência Brasil

Leia mais...Os militares norte-americanos disseram nesta sexta-feira que estavam identificando novas áreas nas quais poderiam trabalhar com aliados para pressionar o Irã em apoio à nova estratégia do presidente Donald Trump, que promete uma abordagem bem mais agressiva em relação a Teerã.

Trump minou o acordo nuclear com o Irã de 2015 nesta sexta-feira, indo de encontro a outras potências mundiais, ao optar por não confirmar que Teerã está cumprindo o pacto e alertar que ele pode vir a terminar com ele.

O presidente também prometeu lidar com o Irã de forma mais ampla, incluindo o apoio do país a grupos extremistas no Oriente Médio.

O major Adrian Rankine-Galloway, porta-voz do Departamento de Defesa, disse à Reuters que o Pentágono estava avaliando o posicionamento das suas forças assim como o planejamento, mas deu pouco detalhes sobre o tema.

”Estamos identificando novas áreas onde vamos trabalhar com os nossos aliados para pressionar o regime iraniano, neutralizar a sua influência desestabilizadora e conter a sua agressiva projeção de poder, particularmente no apoio a grupos terroristas e militantes”, afirmou ele.

Os militares norte-americanos são há muito tempo críticos ferrenhos do Irã, acusando o país de tentar minar os EUA e os seus aliados, incluindo no Iraque, Síria e Iêmen.

As tensões aumentaram nos últimos meses na Síria, onde pilotos norte-americanos derrubaram dois drones fabricados pelos iranianos.

Uma abordagem mais agressiva em relação ao Irã poderia provocar uma reação da Guarda Revolucionária do Irã e das forças apoiadas pelo grupo. Isso envolve o Iraque, onde tropas norte-americanas lutam contra o Estado Islâmico e tentam manter distância de combatentes xiitas alinhados com o Irã.

”As forças dos EUA no Iraque estão bem expostas, e as forças da coalizão estão bem expostas ao risco de ataques, se elementos iranianos assim decidirem”, declarou Jennifer Cafarella, do Instituto para o Estudo da Guerra, um centro de análises em Washington.

Os militares norte-americanos estão analisando um projétil explosivo que matou um soldado do país no Iraque neste ano. A volta do dispositivo, que combatentes xiitas apoiados pelo Irã costumavam usar contra as tropas dos EUA no Iraque antes da retirada de 2011, surpreendeu as autoridades dos Estados Unidos.

Da Agência Reuters

Leia mais...A porta-voz do Senado russo irá discutir o programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte com parlamentares de Seul e Pyongyang no domingo, disse a agência de notícias RIA, citando uma fonte da delegação russa.

A chefe da câmara alta do parlamento russo Valentina Matviyenko irá discutir o assunto com o presidente da legislatura da Coreia do Norte e com o chefe do parlamento da Coreia do Sul à margem de um congresso internacional de parlamentares, aberto neste sábado em São Petesburgo, disse a fonte.

Da Reuters

Leia mais...Em nota divulgada na tarde desta quinta-feira (12), a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, lamentou a retirada dos Estados Unidos da entidade.

Ela reafirmou a missão universal da Unesco e manifestou pesar pela saída do país, lembrando que é também uma perda para o multilateralismo. Os EUA suspenderam as contribuições para a Unesco em 2011.

Leia a nota completa:

“Após receber notificação oficial do secretário de Estado dos Estados Unidos, sr. Rex Tillerson, como diretora-geral, gostaria de expressar meu profundo pesar com a decisão dos Estados Unidos da América de se retirar da UNESCO.

A universalidade é crucial para a missão da UNESCO de fortalecer a paz e a segurança internacional, diante do ódio e da violência, para defender os direitos humanos e a dignidade.

Em 2011, quando o pagamento das contribuições do Estado-membro foi suspenso na 36ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, eu disse que estava convencida de que a UNESCO nunca foi tão importante para os Estados Unidos, ou os Estados Unidos para UNESCO.

Isso é ainda mais verdadeiro hoje, quando o aumento da violência extremista e do terrorismo pede novas respostas de longo prazo para a paz e a segurança, para combater o racismo e o antissemitismo, e lutar contra a ignorância e a discriinação.

Eu acredito que o trabalho da UNESCO para fazer avançar a alfabetização e a educação de qualidade é compartilhado pelo povo norte-americano.

Eu acredito que as ações da UNESCO para utilizar as novas tecnologias em favor da melhoria da aprendizagem são compartilhadas pelo povo norte-americano.

Eu acredito que as ações da UNESCO para aprimorar a cooperação científica, para a sustentabilidade dos oceanos, são compartilhadas pelo povo norte-americano.

Eu acredito que as ações da UNESCO para promover a liberdade de expressão e defender a segurança de jornalistas são compartilhadas pelo povo norte-americano.

Eu acredito que as ações da UNESCO para empoderar meninas e mulheres como realizadoras de mudanças e construtoras da paz são compartilhadas pelo povo norte-americano.

Eu acredito que as ações da UNESCO para reforçar sociedades que enfrentam emergências, desastres e conflitos são compartilhadas pelo povo norte-americano.

Apesar da retenção de fundos, desde 2011, nós aprofundamos a parceria entre os Estados Unidos e a UNESCO, a qual nunca foi tão significativa.

Juntos, nós trabalhamos para proteger o patrimônio cultural da humanidade compartilhado, que enfrentou ataques terroristas, e para prevenir a violência extremista, por meio da educação e da alfabetização midiática.

Juntos, nós trabalhamos com Samuel Pisar, embaixador honorário e enviado especial para a Educação sobre o Holocausto, para promover a educação pela lembrança do Holocausto em todo o mundo, como meio de combater o antissemitismo e o genocídio na atualidade, incluindo, entre outros, a Cátedra UNESCO para a Educação sobre o Genocídio, na Universidade do Sul da Califórnia, e a Cátedra UNESCO de Alfabetização e Aprendizagem, na Universidade da Pensilvânia.

Juntos, nós trabalhamos com a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), para produzir novas ferramentas para educadores contra todas as formas de antissemitismo, assim como fizemos para combater o preconceito contra muçulmanos nas escolas.

Juntos, nós lançamos a Parceria Global pela Educação de Meninas e Mulheres, em 2011.

Juntos, com a comunidade acadêmica norte-americana, incluindo as Cátedras UNESCO de 17 universidades, nós trabalhamos para fazer avançar a alfabetização, promover as ciências para a sustentabilidade e ensinar o respeito por todos nas escolas.

Essa parceria foi incorporada em nossa interação com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (United States Geological Survey), o Corpo de Engenheiros do Exército Norte-americano e com sociedades profissionais dos Estados Unidos para fazer avançar pesquisas sobre administração sustentável de recursos hídricos e agricultura.

Essa parceria foi incorporada na celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, em Washington, DC, em 2011, com o Fundo Nacional para a Democracia.

Essa parceria foi incorporada em nossa cooperação com as principais empresas norte-americanas do setor privado, com a Microsoft, a Cisco, a Procter & Gamble e a Intel, para manter meninas na escola e desenvolver tecnologias para a aprendizagem de qualidade.

Essa parceria foi incorporada na promoção do Dia Internacional do Jazz, inclusive na Casa Branca, em 2016, para celebrar os direitos humanos e a diversidade cultural com base na tolerância e no respeito.

Essa parceria foi incorporada nos 23 sítios do Patrimônio Mundial, que refletem o valor universal do patrimônio cultural dos Estados Unidos, em 30 Reservas da Biosfera, que incorporam a vasta e rica biodiversidade do país, e em seis Cidades Criativas, como fonte de inovação e criação de empregos.

A parceria entre a UNESCO e os Estados Unidos foi profunda, porque foi construída em valores compartilhados.

O poeta, diplomata e bibliotecário do Congresso Norte-americano, Archibald MacLeish, escreveu as linhas que abrem a Constituição da UNESCO, de 1945: “Uma vez que as guerras se iniciam nas mentes dos homens, é nas mentes dos homens que devem ser construídas as defesas de paz”. Essa visão nunca foi mais relevante.

Os Estados Unidos ajudaram a inspirar a Convenção do Patrimônio Mundial de 1972.

Em 2002, um ano após os ataques terroristas de 11 de Setembro, Russel Train, o então chefe da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e fundador do Fundo Mundial de Vida Selvagem, que tanto fez pelo lançamento da Convenção do Patrimônio Mundial, disse: “Neste momento da história, em que a estrutura da sociedade humana parece cada vez mais sob o ataque de forças que negam a existência de um patrimônio compartilhado, de forças que atacam o coração do nosso senso de comunidade, estou convencido de que o Patrimônio Mundial oferece uma visão contrária e positiva da sociedade humana e do nosso futuro humano”.

O trabalho da UNESCO é fundamental para fortalecer os laços de patrimônio comum da humanidade, diante das forças do ódio e da divisão.

A Estátua da Liberdade é um sítio do Patrimônio Mundial, porque é um símbolo que define os Estados Unidos da América e também pelo que diz para as pessoas em todo o mundo.

O Salão da Independência, onde foram assinadas a Declaração de Independência e a Constituição, é um sítio do Patrimônio Mundial, porque sua mensagem dialoga com formuladores de políticas e ativistas em todo o mundo.

Os Parques de Yosemite, Yellowstone e o Grand Canyon são sítios do Patrimônio Mundial, porque são maravilhas para todos, em todos os países.Isto não é somente sobre o Patrimônio Mundial.

A UNESCO em si carrega essa “visão positiva da sociedade humana”.

No momento em que o combate à violência extremista pede maiores investimentos em educação, no diálogo entre culturas para prevenir o ódio, é profundamente lamentável que os Estados Unidos se retirem da agência líder das Nações Unidas que trata desses assuntos.

No momento em que conflitos continuam a separar sociedades em todo o mundo, é profundamente lamentável que os Estados Unidos se retirem da agência das Nações Unidas que promove a educação para a paz e a proteção da cultura que está sob ataque.

É por isso que eu sinto muito pela retirada dos Estados Unidos.

Isso é uma perda para a UNESCO.

Isso é uma perda para a família das Nações Unidas.

Isso é uma perda para o multilateralismo.

A tarefa da UNESCO não está concluída, e nós vamos continuar a levá-la adiante, para construir um Século XXI que seja mais justo, pacífico, igualitário e, para isso, a UNESCO precisa da liderança de todos os Estados.

A UNESCO irá continuar a trabalhar pela universalidade desta Organização, pelos valores que compartilhamos, pelos objetivos que mantemos em comum, para fortalecer uma ordem multilateral mais eficiente e um mundo mais pacífico e justo.”

Da Agência Brasil

Leia mais...Com a previsão de ventos de até 60 quilômetros por hora para este fim de semana, a Califórnia não deve conseguir controlar os focos de incêndio que tiveram início no domingo (8) e atingem as regiões norte e nordeste do estado. Até o momento, segundo boletim divulgado pelo governo, 31 pessoas morreram. 

Mais de 3,5 mil estruturas residenciais e comerciais foram destruídas. Ainda não se pode calcular o impacto para a indústria de vinhos dos Estados Unidos. As chamas alcançaram a região vinícola californiana de Napa Valley e Sonoma, a maior zona produtora do país. A imprensa local mostra imagens de bairros completamente destruídos.

Com a mudança na direção dos ventos e novos focos de incêndio, algumas regiões foram evacuadas. A imprensa local afirma que a saída dos moradores tem sido caótica e que nem sempre a informação chega a todos.

Há cerca de 22 focos de incêndio ativos, segundo o governo. As TVs americanas mostram os esforços das equipes de bombeiros e os helicópteros usados para apagar as chamas.

A população sofre ainda com a poluição. Segundo o governo, a quantidade de fumaça no ar já ultrapassa um ano de poluição causada pelos automóveis na Califórnia.

Da Agência Brasil

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