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Leia mais...Pelo menos 20 pessoas que assistiam a um show de música country foram mortas e cerca de 100 ficaram feridas em um ataque a tiros registrado na noite desse domingo (horário local, madrugada de segunda-feira em Brasília) em Las Vegas, nos Estados Unidos (EUA), informaram as autoridades locais.

O chefe da Polícia Metropolitana de Las Vegas, Joe Lombardo, informou, em entrevista, o número de vítimas. Ele informou que o suposto autor do tiroteio foi morto posteriormente pela polícia em um hotel próximo ao local do show.

Uma porta-voz do Universty Medical Center informou à imprensa local que no hospital foram internadas vítimas do ataque, que apresentavam ferimentos a bala. Outros feridos foram encaminhados ao Sunrise Hospital Medical Center. O tiroteio ocorreu durante o Route 91 Harvest Festival, um evento de música country nas imediações do Hotel Mandalay Casino.

A polícia mantém fechada uma ampla seção do Boulevard Las Vegas, que serve de via principal da cidade e é conhecido pela fila de hotéis e cassinos, bem como várias ruas adjacentes.

Por enquanto, as estradas e acessos à região foram fechados e também foram cancelados alguns voos para o aeroporto da cidade.

Da Agência Brasil

 

Leia mais...O grupo Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria do assassinato de duas pessoas a facadas na estação de trem de Saint-Charles, em Marselha, no sudeste da França, em um comunicado divulgado pela agência de notícias Amaq, porta-voz da organização terrorista. As informações são da Agência EFE.

A agência limitou-se a informar que "o executor do esfaqueamento na cidade francesa de Marselha é um soldado do Estado Islâmico".

O homem matou duas pessoas com uma faca na estação de trem. Segundo depoimentos divulgados pela emissora pública de rádio "France Bleu Provence", o agressor teria gritado "Allahu akbar" - "Alá é grande", em árabe - ao realizar o ataque.

De acordo com o canal BFMTV, as vítimas eram duas mulheres. Uma delas foi degolada e a outra apunhalada, Conforme o acanal, o agressor tinha idade estimada entre 25 e 30 anos e de origem da região do Magrebe.

Ele foi morto por agentes do dispositivo antiterrorista Sentinelle.

A promotoria antiterrorista francesa se encarregou de investigar o ataque. Segundo fontes judiciais, serão investigados os indícios de "assassinato com objetivo terrorista", "tentativa de assassinato" contra as forças da ordem "com objetivo terrorista" e associação criminosa também com fins terroristas.

A estação de Saint-Charles, a principal de Marselha, foi evacuada e a circulação de trens interrompida. 

A França, que segue em estado de emergência e que viveu ataques jihadistas contra as forças de segurança nos últimos meses, sofreu uma onda de atentados que deixou 239 mortos em 2015 e 2016.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O presidente do Governo da Espanha, Mariano Rajoy, anunciou neste domingo (1º) que convocará as forças representadas no Parlamento para uma reflexão conjunta sobre o futuro do país e defendeu o restabelecimento da normalidade institucional. As informações são da agência EFE.

Em declarações à imprensa após a votação independentista realizada na região da Catalunha, Rajoy disse que "não houve um referendo" e que todos os espanhóis constataram que o Estado de Direito se mantém “forte e vigente”.

O chefe de governo afirmou que o processo de demandas políticas não passa pela "quebra da legalidade" e responsabilizou o governo autonômico catalão, promotor da iniciativa, de ter agido contra a convivência democrática.

O referendo foi convocado no início de setembro pelo Executivo catalão e suspenso pelo Tribunal Constitucional. O governo local manteve a iniciativa de consultar a população sobre se ela quer ou não que a Catalunha se torne uma república independente.

Na última sexta-feira (29), as Nações Unidas divulgaram nota afirmando que a Espanha deveria garantir o respeito pelos direitos fundamentais na sua resposta ao referendo catalão e pedindo que as autoridades não violassem direitos como a liberdade de expressão, reunião e associação e participação pública.

Os conflitos que já vinham ocorrendo na última semana se intensificaram hoje, nas ruas e mesmo em centros de votação. Mais de 760 pessoas ficaram feridas. Em declaração à imprensa, sem citar diretamente os incidentes relacionados à atuação policial, Rajoy disse que os únicos responsáveis e culpados pelo ocorrido na Catalunha são os que "promoveram a ruptura da legalidade e da convivência".

Nas redes sociais e em protestos na Catalunha e em outras cidades, como na capital Madri, populares criticam a atuação da polícia, que usou gás e balas de borracha, armamento proibido na Catalunha desde 2014.

Jogo sem torcida

Diante dos conflitos, o Barcelona decidiu que o time jogaria a partida de hoje contra o Las Palmas, pelo Campeonato Espanhol, de portões fechados como forma de protesto. Emocionado após a vitória por 3 a 0 no Estádio Camp Nou, sem torcida, o zagueiro Gerard Piqué criticou a postura do governo da Espanha e do presidente Mariano Rajoy em relação ao referendo de independência da Catalunha e colocou em questão sua continuidade na seleção espanhola.

"Se o senhor [presidente] ou qualquer pessoa da federação acredita que sou um problema ou atrapalho, não tenho nenhum problema em dar um passo ao lado e deixar a seleção antes de 2018", declarou o jogador.

"Todo mundo viu o que aconteceu e esta decisão piorou muito as coisas, é uma das piores decisões deste país nos últimos 40 anos porque só fez separar ainda mais a Catalunha da Espanha, e isto pode ter consequências", afirmou.

O jogador criticou o Partido Popular, que está à frente do governo espanhol, dizendo que ele "utiliza todos os seus meios para mentir, porque durante estes anos disseram que era uma pequena minoria e que nos manifestávamos de maneira tumultuosa. Mas ficou provado que não éramos minoria, porque éramos milhões de pessoas e que não foi de forma tumultuosa".

Da Agência Brasil

Leia mais...O Governo da Catalunha informou que 90% dos eleitores votaram "sim" pela independência da região e 7,8% votaram "não". Os dados foram apresentados pelo porta-voz da Generalitat (governo catalão), Jordi Turull.

No total, 2.262.424 pessoas votaram no referendo realizado neste domingo (01). Mais cedo, o governo catalão já havia anunciado que iria comunicar nos próximos dias o Parlamento regional os resultados da votação deste domingo (1º) para que aplique o previsto na lei catalã de referendo e proclame a independência caso o "sim" vencesse.

Em uma declaração institucional, o presidente catalão Carles Puigdemont defendeu que a Catalunha ganhou “o direito de ser um Estado independente” após o referendo deste domingo, quando as pessoas foram convocadas a responder se queriam ou não que a Catalunha se transformasse em uma república independente.

Puigdemont argumentou que a Catalunha ganhou à força sua soberania e que as instituições catalãs têm o dever de respeitar e desenvolver o que disseram seus cidadãos. Ele ressaltou que milhões de pessoas se mobilizaram neste domingo e que, apesar das ameaças do Estado espanhol, elas têm direito de decidir seu futuro em liberdade.

Governo da Espanha

Já o presidente do Governo da Espanha, Mariano Rajoy, declarou que "não houve um referendo" e que todos os espanhóis constataram que o Estado de Direito se mantém “forte e vigente”. Além de não reconhecer a consulta, responsabilizou o governo autonômico catalão, promotor da iniciativa, de ter agido contra a convivência democrática.

Puigdemont denunciou as violações de direitos e liberdades derivadas da intervenção da Polícia Nacional e da Guarda Civil, que foram acionadas pelo governo central espanhol para impedir o referendo. Ele afirmou que as autoridades contabilizam mais de 800 feridos, dois dos quais estão em estado grave, segundo informações do Departamento de Saúde da Catalunha. "Queremos viver em paz", fora de um Estado "incapaz" de propor "algo diferente da força bruta", disse.

Segundo Puigdemont, alguns casos foram “claras violações” de direitos humanos, algo que definiu como uma das páginas mais “vergonhosas” da relação do Estado espanhol com a região autônoma. Por isso, além de defender que as agressões não fiquem impunes, apelou à União Europeia para que exerça sua autoridade e atua no caso.

Enquanto acompanhavam a apuração dos votos do referendo na Praça da Catalunha, em Barcelona, representantes de diversas organizações representativas, entre as quais a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Confederação Nacional do Trabalho (CNT), anunciaram que será realizada uma greve geral na próxima terça-feira (03).

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O Reino Unido espera ter os esboços de acordos de livre comércio muito antes de chegar ao fim o período de transição do Brexit, que deve se desenrolar durante dois anos após 2019, disse o ministro do Comércio, Liam Fox, neste domingo (01).

Na conferência anual do Partido Conservador em Manchester, no norte da Inglaterra, Fox disse estar confiante de que o Reino Unido conseguirá fechar os acordos comerciais rapidamente com seus aliados, como os Estados Unidos, a Austrália e a Nova Zelândia.

Ele disse que o Reino Unido se tornará um país muito mais ágil após o Brexit, como é conhecida a saída do país da Uniao Europeia.

Questionado sobre se teria esboços de acordos antes do fim do período de transição de dois anos previsto para acabar em 2021, Fox disse: “Nós esperamos ter esboços dos acordos muito antes disso com vários países”.

“Nós queremos os acordos de transição com a UE sejam fechados até 2019 e, então, neste ponto, queremos ver os Estados Unidos, a Austrália e a Nova Zelândia, que são as prioridades”.

Da Agência Reuters

Leia mais...Um homem matou hoje (1°) duas pessoas com uma faca na estação de trem de Saint-Charles, em Marselha (sudeste da França). O homem foi morto por agentes do dispositivo antiterrorista Sentinelle, informou a polícia. As informações são da agência EFE.

As forças de segurança isolaram a área após o possível atentado e o ministro do Interior da França, Gérard Collomb, anunciou pelo Twitter que se deslocaram ao lugar de forma imediata.

A polícia explicou, também, por meio da rede social, que a situação é "estável" após a neutralização do autor do ataque e acrescentou que a circulação de trens foi interrompida.

Os cidadãos foram instruídos pela polícia a "evitar a zona", uma vez que há uma "operação policial em andamento" e a não divulgarem notícias falsas.

Segundo depoimentos divulgados pela emissora pública de rádio "France Bleu Provence", o agressor teria gritado "Allahu akbar" - "Alá é grande", em árabe - ao realizar o ataque.

Veículos de socorro se deslocaram à estação, situada no centro de Marselha, e um helicóptero sobrevoa o lugar, de acordo com a emissora.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...Mais de 760 pessoas ficaram feridas em confrontos na Catalunha, onde foi realizado um referendo sobre a independência da região, segundo dados do Ministério da Saúde da Catalunha. O governo espanhol é contrário ao referendo que foi monitorado por forte aparato policial. 

Duas pessoas estão em estado grave, de acordo com as autoridades locais. Um dos feridos com gravidade é um homem atingido no olho por um tiro de bala de borracha em frente a um dos centros de votação em Barcelona. Além desse caso, um idoso sofreu uma parada cardíaca enquanto a polícia expulsava pessoas de um colégio eleitoral na cidade de Lérida e foi internado também em Barcelona. A Polícia Nacional e a Guarda Civil da Espanha detiveram seis pessoas, uma delas menor de idade, acusadas de resistência, desobediência e atentado a autoridades. As informações são da agência EFE.

Pelo Twitter, o Ministério do Interior da Espanha divulga apenas o número de agentes das forças de segurança feridos durante os conflitos de hoje na Catalunha. Segundo o órgão, 19 policiais e 14 guardas-civis tiveram atendimento médico. Nos últimos dias, o governo central enviou para a região mais de 10 mil agentes.

Os oficiais atuaram para impedir a realização da consulta, que não é considerada legal pelo governo espanhol. Foram confiscadas urnas e cédulas de voto, além de material de divulgação nos centros de votação.

As ações geraram protestos e muitos conflitos nas ruas da região.

O porta-voz do governo catalão, Jordi Turull, atribuiu o número de feridos à violência "policial do Estado" e aconselhou aos feridos a comparecer a centros de saúde para obter um atestado médico e apresentar denúncia à polícia da região, conhecida como Mossos d'Esquadra.

Já a Polícia Nacional defende a operação. Também por meio do Twitter, a polícia destacou que atua para defender “a legalidade, com proporcionalidade, congruência e oportunidade” e que “apesar das provocações, insultos ou agressões, nossa missão é proteger a legalidade e velar pelo Estado de Direito”.

Na mesma rede social, centenas de pessoas compartilham denúncias de agressões usando hashtags como #ReferendumCAT, além de críticas ao uso de balas de borracha pelos policiais, o que é proibido desde 2014. Nas ruas, há protestos em defesa da democracia, tanto na região autônoma quanto em outras cidades, a exemplo da capital espanhola, Madri, onde centenas de pessoas protestam agora na Praça do Sol, em apoio ao referendo e solidariedade aos catalães.

Apesar dos conflitos, o referendo foi mantido. Agora, uma multidão acompanha a contagem de votos na Praça da Catalunha, em Barcelona.

Entenda o referendo

No referendo, os catalães deveriam responder sim ou não se a Catalunha deve seja um Estado independente em forma de República, ou seja, separar-se do governo central espanhol.

A consulta foi considerada ilegal pela Justiça espanhola. No entanto, tanto o governo catalão como o Parlamento rechaçaram a decisão do tribunal e mantiveram o referendo, considerado primeiro passo para a independência da região. O governo espanhol alega que o referendo fere a constituição e a unidade do país.

A Catalunha tem uma população de 7,5 milhões de habitantes. Em 2014, houve uma tentativa semlehantes de consulta, sem valor legal.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...A região da Catalunha vota neste domingo (01) em referendo independentista considerado ilegal pelo governo da Espanha em meio a forte esquema policial, com irregularidades no modo de votação e alguns incidentes entre agentes e cidadãos.

Os policiais da Catalunha, conhecidos como Mossos d'Esquadra,em locais de votação do referendo marcado para este domingo (1°)Lusa/EPA/Enric Fontcuberta

A consulta separatista convocada pelo governo autônomo catalão em setembro foi suspensa imediatamente pelo Tribunal Constitucional (TC)  e diferentes tribunais ordenaram medidas para que as forças de segurança fechem os locais de votação e confisque urnas e cédulas eleitorais.

Isso levou as autoridades catalãs a modificar as normas que tinha emitido anteriormente, de modo que um eleitor pode votar em qualquer colégio da região e não ao qual tinha sido atribuído, com cédulas impressas em casa e sem envelope.

Novas normas que para o conselheiro catalão de presidência, Jordi Turull, configuram processo eleitoral "com garantias" legais, enquanto fontes do governo espanhol asseguravam que os separatistas "liquidaram qualquer vestígio de respeitabilidade democrática".

Em alguns casos, a intervenção de policiais espanhóis e guardas civis gerou momentos de tensão com os manifestantes independentistas e, no centro de Barcelona, houve ações dos policiais contra pessoas que fechavam as ruas. Em outro caso, foram jogados objetos contra os agentes.

As forças de segurança, que ontem (30) bloquearam o centro de informática catalão, anularam hoje o novo sistema anunciado de manhã pelo conselheiro Turull.

Com isso é difícil precisar quantas pessoas estão participando da consulta. O Ministério do Interior apontou que com essa falta de garantia, uma mesma pessoa poderia votar várias vezes em diferentes lugares.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O número de mortos devido ao terremoto de 19 de setembro na região central do México subiu para 360, após as equipes de resgate retirarem os corpos de duas pessoas que permaneciam entre os escombros de um edifício da Cidade do México.

Ao atualizar o número de vítimas atingidas pelo tremor de magnitude 7,1 na escala Richter, o coordenador nacional de Proteção Civil, Luis Felipe Puente, apontou que só na capital são 219 mortos.

Além disso, 74 pessoas morreram no estado de Morelos, 45 em Puebla, 15 no Estado do México, seis em Guerrero e uma em Oaxaca, indicou Puente em sua conta no Twitter.

Nesta madrugada, os socorristas que trabalham em um edifício que desabou no centro da capital retiraram os corpos de duas pessoas, um homem e uma mulher.

Nesse prédio, de seis andares, já foram recuperados 40 corpos, de 24 homens e 16 mulheres, disse a um grupo de jornalistas o representante do governo da Cidade do México, Valentín Oñate, que indicou que duas destas pessoas que ainda não foram identificadas.

Por outro lado, o chefe de governo da capital, Miguel Ángel Mancera, informou em entrevista coletiva que 25 feridos continuam hospitalizados, quatro deles em estado grave, enquanto cinco pessoas receberam alta nas últimas horas.

Da Agência Brasil

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