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Leia mais...Apenas um terço dos americanos aprova a gestão de Donald Trump após os seis primeiros meses de seu mandato na presidência dos Estados Unidos. A rejeição ao presidente chega a 61%, mostra pesquisa da Universidade de Quinnipiac (Connecticut) divulgada nessa quarta-feira. A informação é da Agência EFE.

O índice de 33% de aprovação é o mais baixo registrado por Trump nos levantamentos da universidade, superando os 34% obtidos no início de junho.

A pesquisa revela que 55% dos americanos "reprovam fortemente" Trump, enquanto 6% o "reprovam de alguma maneira", chegando à cifra global de 61%, a mais alta dos últimos seis meses.

Trump também perde entre os cidadãos brancos sem estudos universitários, que foram sua principal fonte de votos nas eleições, com rejeição de 50% e uma aprovação de 43%. Entre os republicanos, 76% o aprovam e 17% o rejeitam.

Além disso, 52% dos entrevistados desaprovam sua gestão da economia, 59% são contrários à política externa, o mesmo percentual que rejeita a política migratória, enquanto 65% não são favoráveis à administração da saúde.

Sobre a personalidade do presidente, 62% acreditam que ele é desonesto, 63% consideram que ele não tem habilidades de liderança e 59% afirmam que ele não se preocupa com o americano médio. Além disso, 69% querem que Trump pare de usar o Twitter.

A pesquisa foi feita entre 27 de julho e 1º de agosto, dias depois que Trump e os republicanos fracassaram em sua tentativa de derrubar o Obamacare (sistema de saúde criado pelo governo Obama) e substituí-lo com uma reforma que deixaria milhões de americanos sem cobertura médica.

O levantamento foi feito com 1.125 eleitores de todo o país e tem margem de erro de 3,4%.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...As Aerolíneas Argentinas cancelaram um voo a Caracas previsto para o próximo sábado (5) por questões operacionais e de segurança, informou nesta quarta-feira a companhia aérea estatal em um comunicado. As informações são da agência de notícias Télam*.

Por enquanto, o único voo cancelado é o de 5 de agosto, mas a medida  pode se estender a todos os serviços que a companhia presta na capital venezuelana, se as condições atuais não se modificarem, segundo o texto publicado pela empresa.

Fontes da Aerolíneas disseram que “a companhía já realizou no  ano passado algumas mudanças operacionais, como o pernoite da tripulação e das aeronaves (que voam a Venezuela) na Colômbia, para poder garantir a operação no país”. E advertiram que a situação atual não garante a segurança nem a operacionalidade dos serviços.

"Estamos fazendo os nossos melhores esforços para poder manter este serviço a Caracas, mas a situação pontual nestes dias é complexa e a nossa principal preocupação é a segurança", destacou a companhia, em referência à grave crise política e social no país.

A empresa é a única da Argentina que oferece voos diretos a Caracas. Além disso, as Aerolíneas Argentinas, que afirmaram que oferecerão devoluções integrais aos passageiros afetados, indicaram que seguirão "monitorando muito de perto esta situação" para manter os clientes e a indústria informados sobre suas decisões.

A empresa argentina se soma a outras companhias áreas que deixaram de voar ao país, como a colombiana Avianca, por  conta das manifestações a favor e contra o governo, que até agora deixaram um saldo de 121 mortos.

Da Agência Télam com informações da Agência EFE, via Agência Brasil

Leia mais...Um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu na madrugada desta quarta-feira (02) Santiago do Chile e outras partes do centro do país, mas sem que existam informações sobre danos e vítimas até o momento. As informações são da agência de notícias EFE.

O tremor foi registrado às 3h15 locais (4h15 de Brasília), a seis quilômetros ao leste de Colina e a cerca de 27 quilômetros ao norte da capital, segundo o Escritório Nacional de Emergências (Onemi, sigla em espanhol) do Chile, que situou o epicentro a 98,7 quilômetros de profundidade.

Em sua conta no Twitter, o Onemi assinalou que, de acordo com as informações da Marinha chilena, não há risco de tsunami no litoral do país.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês), que monitora a atividade sísmica mundial, cifrou a magnitude do tremor em 5,5 e situou seu epicentro 25 quilômetros ao norte da capital. Os tremores foram sentidos na capital e despertaram a população.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsabilizou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, "pela saúde e pela segurança" dos opositores Leopoldo López e Antonio Ledezma, os quais considerou "presos políticos retidos ilegalmente".

"Os Estados Unidos condenam as ações da ditadura de Maduro. López e Ledezma são presos políticos retidos ilegalmente pelo regime", disse Trump em comunicado, ao se referir à Venezuela como "ditadura".

"Os Estados Unidos responsabilizam Maduro - que anunciou horas antes que atuaria contra a oposição - pela saúde de López, Ledezma e de qualquer outro detido. Reiteramos o nosso pedido pela liberdade imediata e incondicional de todos os presos políticos", acrescentou Trump.

López e Ledezma, que cumpriam prisão domiciliar há algumas semanas, foram detidos na última madrugada por pensarem em um "um plano de fuga", segundo o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

Antes, López passou mais de três anos na prisão militar de Ramo Verde, nos arredores de Caracas, após ser condenado a quase 14 anos pela violência gerada após uma manifestação antigovernamental em 2014.

Ledezma foi detido em fevereiro de 2015, acusado de conspiração e associação para delinquir, e após dois meses em Ramo Verde, passou à prisão domiciliar por razões de saúde.

A condenação por estas detenções chega um dia após Washington ter sancionado Maduro, a quem qualificou de "ditador" pela primeira vez, com o congelamento dos ativos que possa ter sob jurisdição americana e a proibição de transações financeiras.

A decisão veio em resposta às eleições do último domingo para escolher os representantes da Assembleia Nacional Constituinte, que Washington considera uma "farsa".

Da Agência Brasil

Leia mais...Nesta quarta-feira, dia 2 de agosto, será lembrado o Dia da Sobrecarga da Terra. A data levanta o debate sobre a urgente escassez dos recursos naturais do planeta. As ações sustentáveis, principalmente nas construções, são opções que contribuem para a preservação do meio-ambiente.

Apesar disso, de acordo com o engenheiro e diretor de sustentabilidade do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Gustavo Veras, em entrevista no quadro Meio Ambiente desta terça-feira (1º) no Cidadania em Destaque, o planeta não consegue mais neutralizar os prejuízos causados pelo homem.

“A Terra não consegue mais repor esse impacto de forma a neutralizá-lo. É quase como um cheque especial do meio ambiente. A partir deste momento, tudo o que houver de impacto e prejuízos acaba ficando como prejuízo mesmo, o planeta não consegue mais neutralizar isso”, analisa.

A constatação da situação do planeta foi feita pela Global Footprint Network, uma organização internacional que anualmente calcula o Earth Overshoot Day (Dia da Sobrecarga da Terra), momento em que o consumo dos recursos naturais pela população e indústrias do Planeta atinge o limite do que a Terra é capaz de repor em um ano inteiro. Gustavo Veras explica que medidas simples do dia-a-dia podem amenizar estes impactos.

“Deixar área mais permeáveis, nas casas, quintais onde a água possa escoar e retroalimentar o lenço freático, a utilização da água da chuva, que não requer tecnologia tão avançada para fins não potáveis como irrigar o jardim, lavar louças e descarga do vaso sanitário, tentar manter ambientes desocupados com as luzes apagadas, banhos mais curtos, usar a água da maneira realmente necessária, trocar a água das mangueiras pela vassoura ao limpar os ambientes. São medidas simples e pouco onerosas”, avalia.

Ouça a entrevista completa

Leia mais...O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse nesta terça-feira (1°), na sede das Nações Unidas, em Nova York, que tem acompanhado os últimos acontecimentos na Venezuela e está preocupado com uma possível "escalada nas tensões políticas que poderão distanciar o país de um caminho propício para que seja encontrada uma solução pacífica para os seus desafios".

A declaração foi feita pelo porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, que alertou que "neste momento crítico para o futuro do país, o secretário-geral faz um apelo a todos os venezuelanos, especialmente os que representam poderes do Estado que tomem todas as medidas possíveis para diminuir as tensões, evitar mais violência e perda de vidas, e encontrar avenidas para um diálogo político".

O porta-voz declarou ainda que Guterres reiterou sua convicção de que uma negociação política entre o governo e a oposição é "urgentemente necessária" e está "convencido de que o único caminho adiante é uma solução política".

Dujarric disse ainda que o chefe da ONU reconhece os esforços de facilitadores internacionais e líderes regionais que têm apoiado o governo venezuelano e a oposição, tentando chegar a um acordo, e reiterou seu pleno apoio a essas ações.

Direitos Humanos

O alto comissário da ONU para Direitos Humanos, Zeid Al Hussein, por sua vez, expressou sua "profunda preocupação" com o fato de os líderes da oposição Leopoldo Lopez e Antonio Ledezma terem sido detidos mais uma vez por autoridades venezuelanas após sua prisão domiciliar ter sido revogada.

Al Hussein fez um apelo ao governo para que "solte imediatamente todos os que estão sendo detidos por exercerem seus diretos à liberdade de reunião pacífica, associação e expressão". Segundo o Escritório de Direitos Humanos, o Grupo de Trabalho da ONU sobre Detenções Arbitrárias considera a detenção tanto de Lopez quanto de Ledezma como arbitrária.

O alto comissário também lamentou que pelo menos 10 pessoas tenham morrido na Venezuela no fim de semana, em meio a manifestações relacionadas às eleições para a Assembleia Constituinte.Ele defendeu que as investações sobre as mortes devem ser conduzidas de forma “rápida, eficaz e independente, com plena cooperação do governo".

Zeid Al Hussein fez um apelo às autoridades para que não agravem "uma situação que já é extremamente volátil" com o "uso excessivo de força, incluindo através de invasões domésticas violentas pelas forças de segurança que ocorreram em várias partes do país".

Da ONU News via Agência Brasil

Leia mais...Os Estados Unidos lançam nesta quarta feira (2) um míssil balístico intercontinental não armado na base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia. O teste ocorre em um momento de tensão por conta do lançamento de um míssil do mesmo tipo feito pela Coreia do Norte na sexta-feira passada.

O lançamento está previsto para acontecer nessa quarta-feira, entre as 12h e as 18h (entre 16h e 20h em Brasília), informou hoje (1°) a base de Vanderberg. O propósito deste teste, como o dos anteriores do mesmo programa, é "validar e verificar a efetividade, preparação e precisão do sistema”, indicou a Força Aérea. O teste será o quarto efetuado da base californiana este ano com o míssil do tipo Minuteman.

Escudo antimísseis

O lançamento ocorre após os EUA terem realizado com sucesso, no domingo (30), um novo teste do seu escudo antimísseis Thaad, no Alasca. Foi o 15º teste do Thaad que o governo americano executou com sucesso.

Também no domingo, os EUA voltaram a exibir seu poderio militar junto aos aliados, realizando dois bombardeios estratégicos na península coreana em resposta ao míssil intercontinental lançado na sexta-feira pela Coreia do Norte.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no sábado (29) que não permitirá que a China continue sem agir para solucionar a situação com a Coreia do Norte. Antes disso, Trump tinha condenado o novo lançamento da Coreia do Norte e antecipado que tomará "todas as medidas necessárias" para proteger os EUA e seus aliados na região.

Após o teste realizado pela Coreia do Norte no dia 4 de julho, Trump declarou que estava preparado para "coisas bastante graves", mas seu secretário de Defesa, James Mattis, disse que “não via motivos para ir à guerra" contra os norte-coreanos.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...O governo de Cuba denunciou uma "operação internacional" contra a Venezuela, repudiou as sanções "insólitas" e "arbitrárias" impostas pelos Estados Unidos ao presidente Nicolás Maduro e reiterou sua "inquebrantável" solidariedade com o povo e o Executivo do país sul-americano.

Em uma declaração emitida nesta terça-feira (1º), o Ministério de Relações Exteriores de Cuba acusa o governo dos EUA de impor ao presidente venezuelano sanções "insólitas, que violam o Direito Internacional e arbitrárias".

Segundo o governo cubano, está em andamento uma "bem arquitetada operação internacional", dirigida pelos EUA e com apoio do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, com o objetivo de "silenciar a voz do povo venezuelano, não reconhecer sua vontade" e "forçá-lo a se render através de ataques e sanções econômicas".

"Conhecemos bem todas essas práticas intervencionistas. Eles acreditam que assim conseguirão fazer com que o povo se submeta a uma oposição marionete, que eles mesmos financiaram e que agora promete fazer o país explodir", acrescentou o governo cubano na declaração.

Além disso, Havana opinou que "os que pretendem derrubar a Revolução Bolivariana e Chavista por vias inconstitucionais, violentas e golpistas assumirão uma séria responsabilidade perante a história".

Direitos soberanos

O ministério cubano afirmou que, nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte deste domingo, o povo venezuelano demonstrou que "é dono pleno de seus direitos soberanos e que milita decisivamente ao lado da paz, em defesa da segurança popular, da independência e da livre determinação de sua Pátria".

Além disso, Havana assinalou que a Venezuela "compareceu às urnas como nunca antes em um processo constituinte" e que "a estratégia do imperialismo e das oligarquias, e de uma oposição que não titubeou para desatar as expressões mais brutais de crueldade, foi derrotada".

O governo venezuelano comemorou nesta segunda-feira o triunfo obtido na eleição dos integrantes da Assembleia Nacional Constituinte e, segundo o Conselho Nacional Eleitoral, mais de 8 milhões de votantes compareceram às urnas.

A Venezuela é na atualidade o principal aliado político e econômico de Cuba, que recebe petróleo venezuelano a preços subsidiados em troca do envio de profissionais cubanos - principalmente médicos e professores - ao país sul-americano.

Da Agência Brasil

Leia mais...O Parlamento da Venezuela, de maioria opositora, comemorou nesta segunda-feira (31) o que considerou como uma "derrota" do governo de Nicolás Maduro nas eleições da Assembleia Nacional Constituinte realizadas neste domingo. Segundo o Legislativo, os resultados da eleição foram "inventados". A informação é da agência EFE.

"A realidade política é que ontem o povo venezuelano derrotou o governo de maneira contundente", disse o presidente da Assembleia Nacional Venezuelana, o opositor Julio Borges, que indicou que esta derrota deve dar "mais força e determinação" aos venezuelanos para "continuar na luta".

Borges deu estas declarações a jornalistas na sede do palácio legislativo, ao qual chegaram desde muito cedo os deputados opositores para resguardar o recinto, perante a possibilidade que fosse tomado pelo oficialismo para instalar a Assembleia Constituinte eleita ontem, com o apoio único do chavismo. Logo após a chegada dos parlamentares opositores, um grupo de coletivos ligados ao governo rodeou o Parlamento e impediu a entrada de fotógrafos e de outros jornalistas.

Borges disse que "este passo final" do governo de ter avançado com a Constituinte para mudar a Carta Magna apesar da rejeição da oposição e do chavismo crítico, mostra que se trata de "um governo tão desesperado, tão débil que tem que inventar oito milhões de votos que não existem".

Por sua parte, o deputado Henry Ramos Allup disse esperar que "não pretendam dissolver um poder eleito legitimamente" como é a Assembleia Nacional. No entanto, poucos minutos após o Poder Eleitoral anunciar os resultados das eleições para a Constituinte, o presidente Nicolás Maduro assegurou que o Parlamento devia ser "revisado" e a imunidade de alguns parlamentares suspensa.

"Nós vamos continuar cumprindo com os nossos deveres aqui e em qualquer lugar. Se tomarem de assalto, pelas armas como costumam fazer, o palácio legislativo, nós temos que fazer sessões em outro lugar", comentou o deputado Ramos Allup.

A Constituinte foi eleita ontem em meio a grandes protestos, reprimidos pelas forças de segurança, deixando um saldo de pelo menos 10 mortos, segundo dados do Ministério Público.

Da Agência EFE via Agência Brasil

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