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Leia mais...Um grupo de militares do chamado Forte Paramacay, no estado de Carabobo, na Venezuela, promoveu um levante neste domingo (6) contra o governo de Nicolás Maduro, mas acabou rendido por outros membros das Forças Armadas, segundo o dirigente chavista Diosdado Cabello. A informação é da Agência EFE.

Em um vídeo, um grupo de aproximadamente 20 homens usando uniformes militares e armados acompanham um porta-voz que se identifica como "capitão Juan Caguaripano" e "comandante da operação David Carabobo". Ele se declarou "em rebeldia" contra "a tirania assassina de Nicolás Maduro". Além disso, ressaltou que não se trata de um "golpe de Estado".

Da Agência Brasil

Leia mais...Em sua primeira sessão, a Assembleia Constituinte da Venezuela, que tomou posse ontem (4), nomeou hoje (5) Tarek William Saab como novo procurador-geral do país, após destituir do cargo Luisa Ortega Díaz, considerada opositora do governo de Nicolás Maduro.

"Esse posto não pode ficar vazio porque será criado um problema que já tínhamos com a falta de ação do Ministério Público", disse o constituinte Diosdado Cabello ao propor a nomeação de Saab. A informação é da Agência EFE. Saab era anteriormente o titular da Defensoria do Povo.

A Assembleia Constituinte aprovou ainda suspensão do direito da procuradora Luisa Ortega Díaz de exercer qualquer cargo público, depois que o Tribunal Supremo alegou ter encontrado méritos para a decisão.

Antes de conhecer a decisão, Luisa Ortega Díaz havia sido impedida de entrar na sede do Ministério Público do país por um grupo de agentes da Guarda Nacional Bolivariana da Venezuela (GNB).

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...Os chanceleres de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai irão definir neste sábado (05) o futuro da Venezuela no Mercosul, em reunião marcada para as 11h, na Prefeitura de São Paulo. O país presidido por Nicolás Maduro pode ser expulso do Mercosul por desrespeitar o Protocolo de Ushuaia, que trata dos compromissos democráticos a serem seguidos pelos membros do bloco.

A reunião foi convocada de forma extraordinária pelo Brasil, que ocupa a presidência rotativa do bloco, após a Venezuela promover eleição para a Assembleia Nacional Constituinte, no último domingo (30). O pleito foi rejeitado por boa parte da comunidade internacional por ser considerado uma manobra de Maduro contra o Parlamento do país, formado, em sua maioria, por oposicionistas.

Após assumir a presidência pró-tempore do Mercosul, a diplomacia brasileira, chegou a convidar Maduro e membros da oposição venezuelana para virem a São Paulo, em uma tentativa de intermediar o diálogo. No entanto, não obteve resposta.

Suspensão

Desde dezembro, a Venezuela está suspensa do Mercosul por não incorporar à sua legislação normas básicas de funcionamento do bloco, como a adoção da Tarifa Externa Comum (TEC).

Em declaração conjunta divulgada após o último encontro dos estados-membros do Mercosul, realizado em julho, em Mendoza, na Argentina, os países do bloco, além de Colômbia, Chile, Guiana e México, pediram à Venezuela o restabelecimento da ordem institucional e a retomada do diálogo entre a oposição e o governo de Nicolás Maduro.

Na ocasião, os países reiteraram sua "profunda preocupação com o agravamento da crise política, social e humanitária" na Venezuela, fazendo "um apelo urgente pelo fim da violência no país e pela libertação de todos os detidos por razões políticas".

Da Agência Brasil

Leia mais...A aviação do Iraque matou nesta sexta (4) o "número três" na linha de comando do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em um bombardeio ao oeste de Mossul, informaram as milícias pró-governamentais Multidão Popular.

Em um comunicado, as milícias - lideradas por xiitas - identificaram o terrorista como Abu Suhaib e explicaram que a Brigada 13 da Multidão Popular informou à aviação iraquiana sobre o local onde ele estava, na área da Al Yegefi, perto da fronteira com a Síria.

Também hoje, supostos integrantes do Estado Islâmico assassinaram um oficial das forças de segurança iraquianas e sequestraram outro em uma emboscada contra o veículo em que ambos viajavam, na comarca de Al Qayara, ao sul de Mossul, segundo informou à Agência EFE o prefeito da região, Saleh al Yaburi.

Mossul foi até o mês passado o principal bastião do EI no Iraque, onde o grupo conquistou amplas áreas do norte e o oeste do país.

As autoridades declararam a vitória sobre Mossul, após terem expulsado os jihadistas do centro histórico da cidade, após mais de oito meses de duros combates.

No entanto, os jihadistas ainda controlam territórios como a comarca de Tel Afar, ao oeste da cidade, e outras áreas perto da fronteira com a Síria.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...A Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela (ANC), um órgão integrado somente por representantes simpatizantes do governo de Nicolás Maduro, tomou posse nesta sexta-feira (4) no Palácio Federal Legislativo, em Caracas, apesar da rejeição da oposição e de boa parte da comunidade internacional. As informações são da agência EFE.

Dirigentes do alto escalão do movimento chavista, que governa a Venezuela desde 1999, lideraram a longa fila de representantes que entrou no Palácio Legislativo - onde funciona o Parlamento, de maioria opositora - para este ato.

A governista Delcy Rodríguez foi eleita presidente da Assembleia Nacional Constituinte venezuelana e convocou para este sábado (5) a primeira sessão do poder "plenipotenciário" para iniciar o processo que reformará a Constituição e reordenará o Estado. Delcy mandou notificar todos os Poderes Públicos do país da instalação dos mais de 500 constituintes eleitos há menos de uma semana, que na sua primeira sessão atuarão em nome do poder "originário do povo da Venezuela", segundo indicou no seu discurso de instalação.

"Não esperem que vamos esperar semanas, meses, anos... não. A partir de amanhã começamos a agir nesta Assembleia Nacional Constituinte e os que fazem guerra psicológica contra o povo responderão à Justiça", disse.

No Salão Elíptico do Palácio Legislativo venezuelano, a presidenta da Assembleia Nacional Constituinte declarou aos demais representantes que o objetivo deste processo, que pode demorar um ano, é "apartar" os impedimentos da atual Carta Magna vigente. "Viemos aqui não para destruir a nossa Constituição. Viemos apartar do caminho todos os obstáculos, todas as arbitrariedades ditatoriais que nos impediram de exercer a validade material da nossa Constituição", disse.

Na opinião de Delcy, o presidente Nicolás Maduro "se tornou gigante hoje, cresceu sobre si mesmo e entregou o poder ao povo", com a invocação do máximo poder constitucional que deu um poder quase ilimitado ao setor do chavismo que governa o país. Delcy disse também no seu discurso, transmitido em cadeia obrigatória de rádio e televisão, que esta Constituinte conseguiu "romper a fase mais obscura da ditadura".

Além disso, salientou que esta Constituinte estende "a mão firme" para o diálogo nacional, ao mesmo tempo em que assegurou que neste novo foro, formado apenas por chavistas, "não há exclusão" e apontou que "a mensagem de exclusão é da direita apátrida".

Neste sentido, a presidenta acusou a oposição de espalhar ideias falsas sobre o que acontece no país e garantiu que "na Venezuela não há fome, na Venezuela há vontade aqui não há crise humanitária, aqui há amor".

Da agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...A Coreia do Norte assegurou hoje (4)) que as sanções impostas esta semana pelos Estados Unidos por causa do seu último teste com um míssil intercontinental "não funcionarão" e só servem para "justificar ainda mais" o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime do presidente Kim Jong-un.

"A campanha de sanções dos Estados Unidos poderá funcionar em outros países, mas jamais na República Popular Democrática da Coreia (RPDC, o nome oficial da Coreia do Norte)", assegurou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores norte-coreano em declarações veiculadas pela agência estatal de notícias do país KCNA.

Os Estados Unidos, "com suas ameaças de guerra e de sanções extremas, só aumentam a vigilância e resistência e justificam ainda mais o desenvolvimento de armas nucleares" por parte da Coreia do Norte, afirmou o funcionário da chancelaria.

No último dia 2, o presidente Donald Trump ratificou um pacote com novas sanções que permitem punir com maior facilidade entidades e indivíduos que comercializem petróleo e seus derivados, carvão e metais de terras raras com a Coreia do Norte e, inclusive, quem utiliza mão de obra norte-coreana no exterior.

A Coréia do Norte rejeitou e condenou "energicamente" a nova normativa - que pune também o Irã e a Rússia - e afirmou que a conduta de Washington é "criminosa" ao tentar aplicar "sua lei federal às relações internacionais, o que constitui um desafio direto à Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional".

Os EUA adotaram as novas sanções depois que a Coreia do Norte lançou em 28 de julho seu segundo míssil intercontinental, como parte de testes para aprimorar sua tecnologia balística e conseguir alcançar o território americano.

O lançamento foi "uma séria advertência aos EUA, que estão ficando temerários e frenéticos", disse a chancelaria norte-coreana, que considera que os países que respeitam o regime de sanções, "ao invés de criticá-lo", são os que alimentam a tensão na Península Coreana.

"Os Estados Unidos fariam bem em debater formas de garantir a segurança de seu território, ao invés de perderem energia em sua inútil iniciativa de sanções", concluiu o porta-voz norte-coreano.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela realiza novamente, no próximo dia 13, a eleição para a Assembleia Nacional Constituinte em dois municípios a fim de definir os sete representantes que faltam para o total de 545, informou nessa quinta-feira (3) a presidente do órgão, Tibisay Lucena.

Segundo ela, o diretório do CNE estudou vários casos de municípios onde houve episódios de violência no último domingo (30), durante a votação, que deixaram pelo menos dez mortos.

Apesar de os adeptos do chavismo terem solicitado a repetição das eleições em cinco dos 335 municípios, a CNE aprovou a realização apenas para os eleitores das cidades de Miranda, no estado de Mérida, e Francisco de Miranda, em Táchira, ambas na Região Oeste.

Nesses locais serão escolhidos dois representantes - um em cada área, - e serão esperados os resultados para definir os ganhadores de cinco cadeiras por meio da votação setorial: quatro pelo grupo dos aposentados e um pelo dos empresários.

Os integrantes da ANC foram eleitos por votação territorial, um em cada município e dois por cada capital de estado; e por votação setorial, onde grupos formados por estudantes, trabalhadores rurais e funcionários públicos, entre outros, elegeram seus representantes.

A oposição venezuelana não participou da disputa por considerá-la fraudulenta e, entre outras razões, por não incluir um referendo prévio como ocorreu em 1999, quando foi sancionada a atual Carta Magna.

Diversos governos rechaçaram o resultado dessa eleição e endureceram as críticas depois de a empresa responsável pela recontagem de votos na Venezuela, a Smartmatic, denunciar que houve manipulação nos dados de participação popular: 41,43% do censo eleitoral, segundo a CNE, ou 8 milhões de cidadãos.

A instalação da Assembleia Constituinte está prevista para hoje na sede do Parlamento, de maioria opositora. Manifestações pró e contra foram marcadas em várias partes do país.

Da Agência Brasil

Leia mais...O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, anunciou nesta quinta (3) que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela não será convocado à Reunião Interamericana de Autoridades Eleitorais que será realizada em Cartagena, na Colômbia, em outubro. A informação é da EFE.

"Um órgão eleitoral que demonstrou estar a serviço de um regime ditatorial não pode ser convidado para sentar-se na mesa da democracia hemisférica", indicou Almagro em um comunicado.

"A parcialidade que caracterizou o CNE da Venezuela prejudicou as possibilidades de uma saída democrática à crise. Longe de ser um fiador, manipulou resultados e fragilizou os direitos políticos dos venezuelanos", acrescentou.

A decisão de não convidar a Venezuela à reunião anual das máximas autoridades eleitorais da região, que a OEA organiza desde 2003, foi tomada pela Secretaria Geral do órgão, liderada por Almagro. A reunião, que este ano acontecerá nos dias 26 e 27 de outubro, objetiva a troca de experiências e conhecimentos pelos tribunais eleitorais dos países da região.

Grande fraude

O anúncio da exclusão da autoridade eleitoral da Venezuela chega depois de Almagro dizer ontem que houve fraude nas eleições para Assembleia Nacional Constituinte do último domingo.

"Foi confirmada a maior fraude eleitoral da história da América Latina, em percentagem e milhões de eleitores", escreveu Almagro em sua conta no Twitter, depois que a empresa encarregada da contagem de votos, a Smartmatic, denunciou que houve "manipulação" dos dados de participação.

O governo da Venezuela pediu em abril a sua saída da OEA após a convocação de uma reunião de chanceleres sobre a crise do país contra sua vontade, mas essa saída não será efetivada até 2019, razão pela qual até então a Venezuela continua membro com plenos direitos e deveres.

No último dia 26 de julho, um grupo de 13 países da OEA pediu em uma declaração conjunta a suspensão do processo da Constituinte porque isso "implicaria no desmantelamento definitivo da institucionalidade democrática".

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, afirmou que as novas sanções dos Estados Unidos (EUA) contra o seu país são uma declaração de "guerra comercial", em uma postagem publicada no Facebook depois que o presidente americano Donald Trump sancionou a lei nessa quarta-feira (2). A informação é da Agência EFE,

"Foi declarada uma guerra comercial contra a Rússia", escreveu o chefe de governo russo na rede social, destacando que, com a promulgação das sanções, "foram enterradas as esperanças de uma melhora nas relações com o novo governo dos EUA".

Para Medvedev, o governo Trump evidenciou sua "total impotência e cedeu, da maneira mais humilhante, suas faculdades ao Congresso" dos EUA.

"A classe dominante derrotou Trump completamente", acrescentou o primeiro-ministro, lembrando que o tema das novas sanções contra a Rússia surgiu, em primeiro lugar, para "colocar" o presidente americano "em seu lugar".

O político russo previu que Trump será submetido a novos ataques, "cujo objetivo final é afastá-lo do poder".

Segundo Medvedev, a lei promulgada por Trump é muito mais dura que a emenda Jackson-Vanik, aprovada em 1974 e que restringiu o comércio com a União Soviética.

O regime de sanções dos EUA, de acordo com o premiê, "durará decênios, se não houver um milagre".

"O que isso significa para nós? Que seguiremos trabalhando tranquilamente para desenvolver nossa economia e a esfera social com base em nossas próprias forças", disse.

Da Agência Brasil via Agência EFE

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