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Leia mais...Um soldado afegão atirou na direção de tropas norte-americanas no quartel general do exército no norte do país e feriu ao menos quatro soldados dos Estados Unidos, segundo comunicado de oficiais dos EUA e do Afeganistão divulgado neste sábado.

Este foi o segundo ataque de um soldado da própria força de elite afegã em apenas uma semana, após outro soldado afegão ter atirado em soldados americanos durante uma operação no leste do Afeganistão, matando três deles e deixando o quarto ferido. Naquele caso, o Taleban declarou que o autor do ataque havia sido recrutado para trabalhar para a insurgência.

Quanto ao ataque deste sábado, nenhuma organização assumiu a responsabilidade até o momento.

No começo da semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, deu ao Pentágono autoridade para enviar a seu critério milhares de tropas norte-americanas ao Afeganistão, com o objetivo de fortalecer o enfraquecido exército afegão. Fonte: Dow Jones Newswires.

Da Agência Estado

Leia mais...O papa Francisco prestou condolências pelo incêndio em um edifício de 24 andares em Londres que causou pelo menos 30 mortes. O pontífice destacou o trabalho e a "valentia" das equipes de emergência. As informações são da agência de notícias EFE.

"A Sua Santidade o papa Francisco se entristeceu ao saber sobre o devastador incêndio de Londres e a trágica perda de vidas", disse o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, em um telegrama divulgado neste sábado e enviado em nome do pontífice ao arcebispo de Westminster, Vincent Nichols.

O pontífice, ainda segundo o telegrama, aprecia "os valentes esforços dos funcionários do Serviço de Emergências no atendimento àqueles que perderam os seus lares".

"A Sua Santidade invoca a bênção de Deus de força e paz sobre a comunidade local", finaliza a mensagem.

O incêndio aconteceu na madrugada de quarta-feira (fim da noite de terça pelo horário de Brasília) no Edifício Grenfell Tower, no bairro Lancaster West.

Da Agência EFE

Leia mais...O governo de Cuba divulgou comunicado nessa sexta-feira (16) garantindo que qualquer estratégia para mudar o sistema na ilha está "condenada ao fracasso", e que os Estados Unidos não estão em condições de dar lições sobre direitos humanos, destacando que pretendem seguir dialogando com o país. As informações são da agência de notícias EFE.

A declaração foi difundida simultaneamente em todos os veículos de comunicação estatais. No comunicado, o regime comandado por Raúl Castro responde ao discurso feito pelo presidente americano, Donald Trump, que anunciou mudança na política para Cuba.

"Qualquer estratégia voltada para mudar o sistema político, econômico e social em Cuba, que pretenda alcançar por meio de pressões e imposições, ou empregando métodos mais sutis, estará condenada ao fracasso", diz o texto veiculado como primeira reação ao posicionamento de Washington.

O texto sustenta que as mudanças necessárias para Cuba, como as que estão sendo realizadas agora, como parte do processo de atualização do modelo econômico e socialista na ilha, "seguirão sendo decididos soberanamente" pelo povo cubano.

"Assumiremos qualquer risco e continuaremos firmes e seguros na construção de uma nação soberana, independente, socialista, democrática, próspera e sustentável", afirma o governo.

A declaração aponta que Donald Trump esteve, mais uma vez, "mal assessorado", ao tomar decisões que favorecem os interesses políticos de uma "minoria extremista" de origem cubana, residente no estado da Flórida, que, por "motivações mesquinhas" não desiste da pretensão de castigar Cuba e a sua população.

Na questão dos direitos humanos, o governo de Cuba, rejeita a "manipulação com fins políticos", garantindo que os cidadãos do país "desfrutam de direitos e liberdades fundamentais" e destacando o acesso à saúde, educação, previdência social, salários iguais, direitos das crianças, à alimentação, a paz e ao desenvolvimento.

"Os Estados Unidos não estão em condições de nos dar lições", diz o texto, que ainda destaca negativamente o grande número de casos de assassinatos, abusos policiais e discriminação racial nos Estados Unidos.

O governo de Cuba ainda garante que está disposto a continuar um diálogo "respeitoso", além da cooperação em temas de interesse mútuo, assim como a negociação de assuntos bilaterais "pendentes" com o governo americano, mas garante que não realizará concessões que possam ferir sua soberania e independência.

Da Agência EFE

Leia mais...Um tribunal de Minnesota, nos Estados Unidos, absolveu de todas as acusações um policial que assassinou um negro desarmado, cuja morte foi retransmitida pelo Facebook pela namorada da vítima.

O policial Jeronimo Yanez foi absolvido por um júri das acusações de homicídio em segundo grau e por disparar voluntariamente a arma sem motivos razoáveis.

No início de julho do ano passado, Yanez disparou contra Philando Castile, de 32 anos, durante uma blitz em St. Paul, em Minnesota.

Yanez considerou que o homem se encaixava na descrição do suspeito de um roubo e em um dos seus movimentos no interior do veículo parecia tentar pegar uma arma.

Sua namorada, Diamond Reynolds, gravou a cena após o disparo do agente e a retransmitiu no Facebook, fazendo com que a morte do homem, desarmado, se transformasse em um fenômeno viral.

O assassinato aumentou o debate sobre o uso excedido da força por parte da polícia americana contra os negros.

"O sistema segue falhando com as pessoas negras e seguirá assim", disse Valerie Castile, mãe da vítima, após o veredito.

A decisão do júri provocou protestos de centenas de pessoas na cidade de St. Paul, que consideraram mais um exemplo que as reformas da polícia não acabaram com a violência contra os negros.

Yanez poderá sair em liberdade, mas perderá seu emprego como policial no departamento de St. Anthony após um acordo mútuo para que abandone a carreira, já que, segundo afirmou o departamento de polícia, "a comunidade está melhor sem ele".

Segundo um banco de dados compilado pelo jornal The Washington Post, Castile foi uma das 963 pessoas mortas nos Estados Unidos por disparos feitos pela polícia no ano passado.

Da Agência EFE

Leia mais...O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (16) o "cancelamento" da política de Barack Obama para Cuba e se mostrou disposto a negociar "um acordo melhor" com a ilha, mas apenas se houver avanços "concretos" para realização de "eleições livres" e a liberdade de "prisioneiros políticos". As informações são da Agência EFE.

"Não suspenderemos as sanções a Cuba até que todos os prisioneiros políticos sejam livres, todos os partidos políticos estejam legalizados e sejam programadas eleições livres e supervisionadas internacionalmente", disse Trump durante discurso em Miami.

O presidente também desafiou Cuba "a comparecer à mesa (de negociação) com um novo acordo que esteja no melhor interesse tanto do seu povo como do americano", e considerou "cancelado" o marco estipulado entre Obama e Raúl Castro para normalizar as relações bilaterais.

Donald Trump advertiu, no entanto, que "qualquer mudança" à sua postura com Cuba dependerá de "avanços concretos" rumo a objetivos como as eleições livres, a liberdade de presos políticos e a entrega à Justiça americana de "criminosos e fugitivos" que encontraram refúgio na ilha.

"Quando os cubanos derem passos concretos, estaremos prontos, preparados e capazes de voltar à mesa para negociar esse acordo, que será muito melhor", assegurou Trump.

"A nossa embaixada permanece aberta com a esperança de que nossos países possam forjar um caminho muito melhor", acrescentou Trump, que não tomou nenhuma medida para rebaixar o nível de relações diplomáticas com a ilha.

O governante americano assegurou também que confia em que "logo" chegará o dia em que haja "uma nova geração de líderes" que implemente essas mudanças em Cuba, uma vez que o presidente cubano, Raúl Castro, deixará o poder em fevereiro de 2018.

Trump anunciou ainda que se "restringirá muito robustamente o fluxo de dólares americanos aos serviços militares, de segurança e de inteligência" da ilha, e dará "passos concretos para assegurar-se que os investimentos" de empresas americanas "fluem diretamente ao povo ".

"Implementaremos a proibição do turismo e implementaremos o embargo", sentenciou Trump.

As mudanças anunciadas pela Casa Branca incluem a proibição das viagens individuais para fazer contatos com o povo cubano, conhecidos em inglês como "people to people travel", e a possibilidade de auditoria a todos os americanos que visitem Cuba para comprovar que não violam as sanções dos EUA. 

Liberdade

Antes da formalização do cancelamento do acordo, Donald Trump, afirmou que é "importante" que haja liberdade tanto em Cuba como na Venezuela. No discurso, o presidente norte-americano disse que Cuba sofre "há décadas" com o regime dos irmãos Castro, mas que isto não deve se repetir na Venezuela.

Trump detacou que os Estados Unidos acompanham de perto as denúncias sobre os crimes do "brutal" regime dos irmãos Castro, e que "é importante que haja liberdade em Cuba e na Venezuela".

Trump reconheceu que, "às vezes", na política, as coisas tomam um "pouco mais de tempo" que o desejado, mas prometeu que vai chegar "lá" e que vai conseguir fazer com que Cuba seja livre.

Embargo

A mudança de política para Cuba inclui o apoio de Donald Trump ao embargo comercial e financeiro americano à ilha e, de acordo com a Casa Branca, a oposição aos pedidos internacionais para que o Congresso o suspenda.

"A política reafirma o embargo americano imposto por lei a Cuba e se opõe aos pedidos nas Nações Unidas e outros foros internacionais para acabar com ele", reiterou comunicado da assessoria do presidente norte-americano, enquanto Trump anunciava a mudança de política em teatro do bairro de Pequena Havana.

A suspensão do embargo só pode ser decidido pelo Congresso dos EUA, controlado agora pelos republicanos em ambas câmaras.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou nesta sexta-feira (16) que destinará mais 5 milhões de libras (cerca de 5,7 milhões de euros) para prestar assistência emergencial às vítimas do incêndio de quarta-feira (14) em um edifício de 24 andares de Londres. As informações são da agência EFE.

A líder conservadora anunciou a decisão depois de visitar hoje alguns dos feridos, após ser criticada por não ter se reunido com as vítimas ontem.

Em comunicado, May explica que essa quantidade é para “oferecer apoio imediato às vítimas para cuidar de si mesmas e de seus entes queridos” e se compromete a analisar “o que mais faz falta”.

“Todos os afetados por esta tragédia devem saber que o governo está aqui para dar assistência neste terrível momento, e isso é o que vou fazer”, afirma na nota a chefe de Governo, que previamente visitou alguns dos atingidos pela tragédia abrigados em uma igreja local.

A rainha Elizabeth II e seu neto e segundo na linha de sucessão, o príncipe William, também foram hoje ao local do fato, no oeste da capital, onde conversaram com residentes e voluntários que atendem os afetados.

Ao visitar a igreja de Saint Clement, perto torre Grenfell, May foi recebida com gritos de protesto da multidão, que a chamou de “covarde” por ter evitado os moradores no dia anterior, quando só se encontrou com os serviços de emergência.

A polícia conteve os moradores reunidos fora do templo, com cartazes que pediam a renúncia da primeira-ministra conservadora.

Dezenas de pessoas se manifestam hoje diante da Câmara municipal de Kensington e Chelsea, encarregada da manutenção do edifício atingido pelo incêndio que deixou pelo menos 30 mortos.

Os manifestantes pedem respostas à Câmara de maioria conservadora, que é acusada de ter ignorado durante anos as queixas sobre medidas insuficientes contra incêndios do edifício de 120 apartamentos e também de não atender adequadamente aos sobreviventes.

Construído em 1974, a fachada do bloco, com 120 apartamentos e no qual viviam entre 400 e 600 pessoas, foi reformada em 2016 com um revestimento exterior que, segundo o jornal The Guardian, era a opção mais barata e “inflamável”.

May determinou uma investigação judicial para determinar as causas do incêndio e possíveis responsabilidades, enquanto a polícia advertiu que pode haver dezenas de vítimas a mais, muitas das quais não poderão sequer ser identificadas.

Responsável pelo edifício, a Câmara municipal do distrito de Kensington e Chelsea terceirizava a manutenção e gestão dos edifícios a administradores prediais, e neste caso a responsável pela mesma era a Organização de Gestão de Residentes de Kensington e Chelsea.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...O ex-chanceler Helmut Kohl, que governou a Alemanha entre 1982 e 1998, morreu nesta sexta-feira (16), aos 87 anos, em sua casa de Ludwigshafen, no Sudoeste do país, informou seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU).

Kohl foi o chanceler que por mais anos governou a República Federal - quatro legislaturas - e o artífice da reunificação alemã, após a queda do muro de Berlim em 1989.

"Estamos de luto. Descanse em paz", escreveu o CDU em seu perfil no Twitter.

A União Social-Cristã (CSU) também se expressou pelo Twitter: "Estamos de luto pelo ex-chanceler. Kohl era um grande estadista, as suas conquistas para o nosso país são incalculáveis".

O ex-chanceler encontrava-se, desde 2008, afastado da atividade pública, em cadeira de rodas, após cair de uma escada e sofrer um traumatismo cranioencefálico.

Kohl se destacou na política nacional em 1976, quando se tornou chefe da oposição e chegou à chancelaria em 1982, após ganhar uma moção de censura contra o então chefe do Executivo alemão, o social-democrata Helmut Schmidt.

Um ano depois, foi ratificado pelas urnas no posto de chanceler e se manteve no cargo até 1998, quando foi derrotado pelo social-democrata Gerhard Schröder, que se aliou com o Partido Verde pela primeira vez para recuperar o governo da Alemanha.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...O número de mortes no incêndio em um prédio residencial de Londres subiu para ao menos 30 e a polícia está avaliando se houve infrações criminais, afirmou um comandante da corporação nesta sexta-feira.

"Nós sabemos que ao menos 30 pessoas morreram como resultado desse incêndio", disse o comandante Stuart Cundy, acrescentando que o número ainda deve aumentar.

Ele afirmou que 24 pessoas ainda estão hospitalizadas e que 12 estão em estado grave.

"A investigação vai apurar quais infrações criminais podem ter sido cometidas", disse Cundy.

Da Agência Reuters

Leia mais...O Ministério de Defesa da Rússia disse nesta sexta-feira estar checando a informação de que um ataque aéreo russo contra a cidade síria de Raqqa teria matado o líder máximo do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, no fim de maio.

O ataque aéreo foi lançado depois que forças russas na Síria receberam a informação de que um encontro de líderes do Estado Islâmico estava sendo planejado, informou o ministério em comunicado publicado em sua página no Facebook.

"No dia 28 de maio, após drones serem usados para confirmar a informação no local e horário da reunião de líderes do Estado Islâmico, entre 00h35 e 00h45, forças aéreas russas lançaram um ataque no ponto onde os líderes estavam localizados", afirmou o comunicado.

"De acordo com informações que agora estão sendo checadas por meio de diversos canais, também estava presente na reunião o líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, que foi eliminado como resultado do ataque", disse o ministério.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos para combate do Estado Islâmico disse não poder confirmar o relato russo de que Baghdadi pode ter sido assassinado.

Da  Agência Reuters Brasil

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