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Leia mais...Forças iraquianas anunciaram nesta quinta-feira (5) que entraram na cidade de Al Hauiya, capital da comarca homônima, que era o último reduto do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no norte do país. A informação é da EFE.

A ofensiva, que começou no dia 21 de setembro, continua na comarca, localizada na província de Kirkuk, segundo um comunicado do subcomandante das Operações Conjuntas, Abdelamir Rashid Yarala.

Os terroristas ainda dominam várias localidades de Al Hauiya, entre elas as mais importantes Saidia e Hilua, enquanto que no oeste do Iraque ainda controlam parte da margem do rio Eufrates e zonas desérticas da fronteira com a Síria.

As tropas iraquianas concluíram, em julho, a campanha militar contra o EI, em Mossul, a maior cidade que já esteve sob o controle dos jihadistas.

A ofensiva de Al Hauiya coincide com um momento de tensão entre o governo central e a região autônoma do Curdistão, que acaba de realizar um referendo para ser independente do Iraque - não reconhecido por Bagdá - e pretende anexar a província de Kirkuk.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James “Jim” Mattis, disse nessa terça-feira (4), em uma audiência no Congresso americano, que era do interesse nacional dos EUA manter um acordo histórico celebrado entre o Irã e as seis potências mundiais para controlar o seu programa nuclear. A informação é da agência chinesa Xinhua.

As declarações de Mattis chegaram em um momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, está analisando se deve abandonar o acordo negociado durante a administração de Obama.

"O que eu faria é, se podemos confirmar que o Irã está cumprindo o acordo, se pudermos determinar que isso é do nosso interesse, então, claramente, devemos ficar com ele", declarou Mattis em uma audiência no Senado.

"Eu acredito, neste momento, não ter indicações contrárias [ao acordo],  acho que é algo em que o presidente Trump deveria considerar permanecer," acrescentou Mattis.

O general aposentado de quatro estrelas também respondeu "sim" quando perguntado se era do interesse nacional dos Estados Unidos permanecer no acordo, celebrado em julho de 2015 entre o Irã e Grã-Bretanha, China, França, Alemanha, Rússia e EUA após negociações de uma década.

Os comentários de Mattis foram aparentemente contraditórios com o discurso de Trump pronunciado no mês passado na Assembleia Geral da ONU, onde chamou o acordo de "um embaraço" para os Estados Unidos e indicou que ele pode não recertificar o acordo em seu prazo de meados de outubro.

Os líderes iranianos reagiram fortemente às observações de Trump, dizendo que palavras tão hostis não intimidarão a República Islâmica.

Em 15 de outubro, Trump deve testemunhar no Congresso se Teerã está cumprindo o acordo e se continua sendo de interesses dos Estados Unidos continuar com ele. Se ele decidir que não é, poderia abrir caminho para os legisladores dos EUA imporem novamente sanções ao Irã, levando ao potencial colapso do acordo.

O acordo nuclear com o Irã, oficialmente conhecido como Plano Integral Conjunto de Ação, ajudou a desarmar a crise nuclear do país e reforçar o regime internacional de não proliferação. No mês passado, a Agência Internacional de Energia Atômica, organismo da ONU, disse que o Irã estava jogando de acordo com as regras estabelecidas no acordo nuclear.

Da Agência Xinhua via Agência Brasil

Leia mais...O autor do tiroteio do último domingo (01) em Las Vegas, em que morreram 59 pessoas e mais de 500 ficaram feridas, modificou 12 armas para convertê-las em automáticas. As armas foram disparadas durante 9 a 11 minutos, informaram as autoridades nessa terça-feira (3).

Na última entrevista coletiva do dia sobre o tiroteio, o vice-prefeito do condado de Las Vegas, Kevin McMahill, reconheceu que as autoridades têm ainda "mais perguntas" que respostas sobre os motivos que levaram Stephen Paddock, de 64 anos, a praticar o massacre.

Segundo McMahill, Paddock ficou disparando "entre 9 e 11 minutos" no domingo, de um quarto do hotel Mandalay Bay, contra milhares de pessoas que assistiam a um festival de música country e, em seguida, suicidou-se.

O atirador modificou até 12 rifles semiautomáticos, com dispositivos nas culatras, para abrir fogo de maneira completamente automática e disparar contra a multidão em um ritmo mais rápido, disse Jill Snyder, da Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos dos Estados Unidos (ATF, a sigla em inglês).

De acordo com Snyder, foram recuperadas 47 armas de fogo em três localizações diferentes, o hotel Mandalay Bay e duas residências de Paddock, que foram adquiridas em quatro estados pelo atirador.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que desconhece se o autor do tiroteio tinha algum tipo de vínculo com o grupo jihadista Estado Islâmico. "Eu não tenho ideia", disse Trump aos jornalistas, a bordo do Air Force One, quando retornava de Porto Rico.

Embora o Estado Islâmico tenha assumido a autoria do tiroteio, o FBI descartou, por enquanto, qualquer vínculo de Paddock com grupos terroristas estrangeiros.

Trump, que irá a Las Vegas para se reunir com as autoridades locais e parentes das vítimas, insistiu em retratar Paddock como alguém "doente e insano".

O presidente evitou, após o massacre, falar sobre o controle das armas de fogo nos EUA, embora tenha admitido que "talvez" esse debate se abra "em algum momento".

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...Os cientistas Jacques Dubochet, Joachim Frank e Richard Henderson receberam o Prêmio Nobel de Química 2017, por desenvolver a "criomicroscopia eletrônica para a determinação estrutural de alta resolução de biomoléculas em soluções". A informação é da Agência EFE.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (04) pela Academia Real das Ciências da Suécia. Jacques Dubochet  é suíço, Joachim Frank, alemão, e Richard Henderson, escocês.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...Um grupo de coletivos sociais e organizações não governamentais (ONGs) pediu nessa terça-feira (3) à Promotoria do Peru para acusar o ex-presidente Alberto Fujimori, atualmente preso, por crimes contra a humanidade por ter esterilizado de maneira inadequada ou forçada mais de 236 mil mulheres durante seu governo. A informação é da Agência EFE.

Segundo o relatório entregue pelo Estudo para a Defesa dos Direitos da Mulher (Demus) ao promotor Luis Landa, 211 mil mulheres receberam informações incompletas sobre o processo e as consequências da ligadura de trompas. Mais 25 mil que passaram pelo procedimento não sabiam que ele era irreversível.

As estimativas têm como base o estudo Política de esterilizações com informações incompletas: Peru 1995-2000, do economista Silvio Rendon, da Universidade de Nova York, e as investigações de Camila Gianella, do Instituto CHR Michelsen da Noruega.

O Demus afirma que o relatório contém provas que não tinham sido consideradas até então pelos promotores para mostrar o caráter irregular ou forçado das esterilizações, como por exemplo o considerável número de procedimentos feitos em mulheres menores de 25 anos, analfabetas e indígenas.

De acordo com os dados do relatório, 11% das mulheres esterilizadas entre 1995 e 2000 tinha menos de 25 anos, idade na qual a ligadura de trompas não é recomendada como método contraceptivo. Entre as indígenas, o percentual é de 15,6%.

A ONG responsabilizou Fujimori por enviar ao Congresso a Lei Nacional de População de 1996, que descriminalizava as ligaduras de trompas e as vasectomias como método contraceptivo, o que permitiu que só no ano seguinte fossem realizadas no país 100 mil esterilizações.

A diretora do Demus, María Ysabel Cedano, fez críticas a Landa. Segundo ela, já se passaram nove meses desde que as denúncias foram feitas e não houve um pronunciamento do promotor.

"Existem evidências suficientes para que o Ministério Público o denuncie, e o Poder Judicial examine e julgue", disse ela durante entrevista coletiva, acompanhada por um grupo de mulheres que se declaram vítimas de esterilizações forçadas.

Esses procedimentos ocorreram dentro da execução do Programa Nacional de Saúde Reprodutiva e Planejamento Familiar 1990-2000.

A Defensoria do Povo constatou que foram feitas 272.028 operações de ligadura de trompas e 22.004 vasectomias entre 1996 e 2001, quase todas em pessoas de classes baixas e de regiões rurais. Não se sabe quantas foram feitas de modo irregular.

Do total, mais de 2 mil mulheres denunciaram que foram esterilizadas sem consentimento ou sem ser devidamente informadas sobre o procedimento.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) determinou que o número de mulheres afetadas é muito alto e que pelo menos uma delas morreu em consequência dessas práticas.

Fujimori cumpre pena de 25 anos de prisão por violações de direitos humanos, como autor imediato, com domínio do fato, dos massacres de 1991 e 1992, quando 25 pessoas foram mortas pelo grupo paramilitar Colina, e pelo sequestro de um empresário e um jornalista em 1992.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O governador de Porto Rico, Ricardo Rosselló, anunciou nessa terça-feira que o número de mortes em consequência da passagem do furacão Maria pela ilha subiu de 16 para 34.

Em entrevista coletiva, Rosselló afirmou que 19 mortes são diretamente relacionadas ao fenômeno climático e 15 se devem a eventos com algum grau de relação.

O político também anunciou que os danos materiais provocados pelo furacão são de cerca de US$ 90 bilhões

Além disso, Rosselló comentou a visita feita ontem à ilha pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. O governador disse que Conversou com Trump sobre a importância do restabelecimento do fornecimento de energia elétrica para a recuperação da ilha.

De acordo com os últimos dados oficiais do governo porto-riquenho, cerca de 6% dos clientes da Autoridade de Energia Elétrica (AEE) tiveram o serviço restabelecido.

A Junta de Supervisão Fiscal para Porto Rico, aprovada pelos EUA, disse que atender à crise humanitária de maneira imediata e fornecer os recursos necessários para reconstruir a infraestrutura básica são passos essenciais para "recolocar a ilha de pé".

Em reuniões com representantes  do governo Trump e congressistas americanos, a junta se uniu a Rosselló para pedir isenções nos pagamentos de despesas compartilhadas, eliminar limites de recursos e aumentar a assistência financeira à ilha.

"Porto Rico precisa urgentemente de recursos para esforços de emergência e serviços essenciais, além de fundos de longo prazo para reconstruir sua infraestrutura. Esses são dois componentes críticos para a recuperação após o furacão, especialmente considerando a situação fiscal precária da ilha", disse o presidente da Junta de Supervisão Fiscal para Porto Rico, José Carrión.

Trump fez declarações polêmicas durante a visita. Ele minimizou a importância dos danos provocados pelo Maria em Porto Rico, ao afirmar que não se tratava de uma "catástrofe real", como a provocada pelo Katrina nos EUA.

"Se olharmos para uma catástrofe real como o Katrina, no qual centenas e centenas de pessoas morreram, e para o que aconteceu aqui, ninguém viu algo do tipo", disse Trump, ao citar o furacão que atingiu Nova Orleans em 2005 e deixou mais de 1,8 mil mortos.

Da Agência Brasil

Leia mais...O vice-presidente da Comissão Europeia (CE) para o Fomento do Emprego, Jyrki Katainen, afirmou nesta terça-feira (3) que a União Europeia (UE) quer finalizar em breve tempo as negociações sobre o acordo comercial com o Mercosul. A informação é da agência EFE.

"Encontraremos soluções com os Estados-membros sobre as questões pendentes, faremos a nossa proposta e trataremos de finalizar as negociações o mais rápido possível", assegurou o politico finlandês em coletiva de imprensa.

Questionado sobre a falta de acordo entre alguns membros da UE sobre a proposta da carne bovina apresentada ao bloco sul-americano, Katainen explicou que os comissários europeus abordaram a situação de forma geral, porque "às vezes é fácil perder-se nos detalhes". Ele reconheceu a importância do tema nas negociações e admitiu que estão sendo levadas em conta as preocupações de alguns países.

Além disso, ele se referiu ao que o bloco pode conseguir se chegar a um acordo político "antes do fim do ano" e destacou os setores beneficiados, como os produtores de automóveis, comida processada e químicos.

Dimensão política

"Além do acordo comercial ser muito positivo para criar postos de trabalho, para a competitividade e para o crescimento econômico, o mesmo também tem uma dimensão política", acrescentou o representante da UE, sem citar de forma explícita o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se mostrou contra os acordos de livre-comércio em diversas ocasiões.

Diante das dificuldades para avançar nas negociações sobre o pacto comercial com Washington, Bruxelas se concentrou durante os últimos meses em desenvolver um tratado comercial com o Japão; colocar em andamento, de forma provisória o acordo firmado com o Canadá; e acelerar as conversas com o Mercosul.

"O mundo mudou, o comércio se transformou em uma questão mais política e queremos reforçar uma ordem mundial baseada em normas", declarou o ex-primeiro-ministro da Finlândia, ao ressaltar que a própria União Europeia é uma organização de livre-comércio.

Nova rodada

Negociadores da UE e do Mercosul iniciaram ontem (2), em Brasília, uma nova rodada de discussões em torno do acordo comercial que ambos os blocos buscam há quase duas décadas e pretendem concretizar antes do fim deste ano.

Nesta etapa da negociação deverão ser abordadas as sérias diferenças que existem com relação ao setor agrícola, ao qual tanto o Mercosul como a UE atribuem boa parte das dificuldades para chegar a um acordo definitivo.

Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai exigem do bloco europeu uma maior abertura para os seus produtos agrícolas, mas um grupo de países liderado por França, Irlanda e Bélgica preferiria deixar a discussão desse espinhoso assunto para uma próxima reunião.

No entanto, outro grupo formado por Alemanha, Espanha, Portugal e Itália, entre outros, defende a tese de que "chegou a hora" de encarar a parte mais difícil da negociação, com o objetivo de reduzir o caminho para o anúncio de, pelo menos, um princípio de acordo antes do fim do ano.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...O autor do massacre que matou 59 pessoas e deixou mais de 500 feridos em Las Vegas, Stephen Paddock, de 69 anos, transferiu US$ 100 mil na semana passada para uma conta nas Filipinas, país de sua esposa, Marilou Danley. As autoridades não sabem ainda para quem ele enviou o dinheiro. A informação é da agência EFE.

Segundo noticiou hoje (3) a emissora NBC, a mulher de Paddock estava nas Filipinas quando ele abriu fogo contra as 22 mil pessoas que se divertiam em um festival de música country ao ar livre em Las Vegas, no domingo. Marilou, de 62 anos, tinha viajado para Hong Kong no último dia 25 de setembro, três dias antes de Paddock ter entrado em um quarto do hotel Mandalay Bay, de onde atirou contra o público.

Fontes da investigação do massacre disseram à NBC que Marilou retornará aos EUA amanhã. Segundo essas mesmas fontes, o casal começou a sair na última primavera e vivia em Mesquite, que fica a cerca de 130 quilômetros de Las Vegas. Na casa deles a polícia encontrou, depois do ataque, 19 armas de fogo. Já no quarto do hotel Paddock tinha 23 armas, além de explosivos.

A Polícia de Las Vegas afirmou ontem (2) que não considerava a hipótese de Marilou Danley estar envolvida no tiroteio.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...A região espanhola da Catalunha enfrenta nesta terça-feira (03) uma greve geral, com o apoio dos principais sindicatos e organizações pró-independência, em protesto pela atuação policial do último domingo (01)  contra o referendo de independência. A informação é da Agência EFE.

A convocação tem repercussão "elevada" em setores como o transporte, comércio e a agricultura, segundo os sindicatos minoritários, que estimulam a mobilização, a que chamam de "greve geral". Os sindicatos majoritários, como a UGT e CC.OO, que têm caráter estatal e se somaram ao protesto, a denominam "greve no país".

Um total de 24 manifestações fecharam o tráfego em várias vias da Catalunha, provocando retenções, em alguns casos, de mais de 10 quilômetros, segundo o Serviço Catalão de Transporte.

O governo da Catalunha realizou no último domingo um referendo separatista, declarado ilegal pelo Tribunal Constitucional. Participaram da consulta, de acordo com o executivo catalão, 2,2 milhões de pessoas.

Durante o dia, foram registradas ações policiais e despejos de colégios eleitorais por ordem judicial para evitar a votação. Essas ações deixaram mais de 800 feridos, dois deles em estado grave, informou o governo.

Inicialmente, o protesto foi convocado para mostrar a rejeição pelas prisões e os registros policiais da semana passada a fim de evitar o referendo, mas a ação da polícia no último domingo levou à mudança do sentido do protesto.

O governo regional da Catalunha, que já tinha estabelecido serviços mínimos para a greve inicial, os rebaixou, de modo que em setores importantes como ferrovia, metrô e ônibus de Barcelona ficam sensivelmente reduzidos, da 50% para 25%.

A greve deve ter impacto no transporte público, na administração pública, educação e saúde.

A UGT e CC.OO da Catalunha preveem que a greve tenha repercussão menor na indústria. A principal empresa industrial da Catalunha, a automobilística Seat, planeja manter suas atividades normalmente.

Da Agência Brasil via Agência EFE

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