Atlético Goianiensebrasao-goias-3Vila Nova
appleandroidtwitterfacebookyoutubeinsta-bordaemail

Leia mais...A Coreia do Norte voltou a ameaçar hoje (data local) um ataque às bases americanas na ilha de Guam. O governo afirmou que tem quatro mísseis de alcance médio preparados e apontados nessa direção para serem lançados após a ordem do líder norte-coreano, Kim Jong-un. A informação é da Agência EFE.

O Exército norte-coreano "está examinando seriamente o plano" para executar um ataque com quatro mísseis Hwasong-12, de categoria média, contra Guam, "um forte sinal de advertência aos Estados Unidos", informou a agência estatal norte-coreana KCNA em comunicado.

Esse plano "será concluído em meados de agosto e será levado ao comandante-em-chefe (Kim Jong-un) das forças nucleares da DPRK (sigla em inglês de República Democrática Popular da Coréia, nome oficial do país) para esperar suas ordens", afirmou o comandante das Forças Estratégicas norte-coreanas, Kim Rak-Gyom.

O governo norte-coreano manteve assim a queda de braço com Washington. Na véspera, a tensão entre os dois países aumentou, com a ameaça da Coreia do Norte de atacar Guam após a advertência feita pelo presidente americano.

Trump disse na terça-feira (8) que o país asiático "encontrará fúria e fogo jamais vistos no mundo" se não deixar de ameaçar os EUA e, após a resposta norte-coreana, o Pentágono decidiu enviar dois bombardeiros estratégicos B-1B (estacionados em Guam) aos arredores da península da Coreia.

No comunicado de hoje, o militar norte-coreano acusa o presidente americano de "disparar um montão de bobagens", e de "não ser capaz de entender a gravidade da situação".

A Coreia do Norte "continuará observando atenciosamente as declarações e o comportamento dos Estados Unidos", acrescenta a nota.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, expressou "repúdio absoluto" do governo à declaração assinada em Lima, no Peru, por um grupo de países, que pediram que seja revertida a instalação da Assembleia Nacional Constituinte (ANC). Ele participou, nessa quarta-feira (9), de reunião com vários embaixadores e diplomatas da América Latina. A informação é da Agência EFE.

"Fomos persistentes em enviar-lhes o mais absoluto repúdio a essa reunião realizada no dia de ontem. Inclusive como veio da Organização dos Estados Americanos (OEA), tentando isolar e condenar a Venezuela", afirmou o chanceler em discurso transmitido pela televisão.

Da reunião com o chanceler participaram os embaixadores de Chile, Panamá, México e da Guatemala, bem como os encarregados de negócios do Brasil, da Argentina, Costa Rica, do Peru, Canadá, da Colômbia e do Paraguai.

Arreaza disse que os signatários da Declaração de Lima "cometeram um erro histórico" ao tentar "encurralar" a chamada revolução bolivariana, seu ordenamento jurídico, a Assembleia Constituinte. Ele  considerou que buscam "dar uma base política às pretensões do imperialismo americano para agredir a soberania sagrada" da Venezuela.

Na reunião de terça-feira na capital peruana, os governos de Brasil, Peru, da Argentina, do Canadá, da Colômbia, do Chile, da Costa Rica, de Granada, da Guatemala, Guiana, de Honduras, da Jamaica, do México, Panamá, Paraguai, de Santa Lúcia e do Uruguai denunciaram que na Venezuela se instalou uma "ditadura".

Ao final do encontro em Lima, que durou quatro horas a mais que o previsto, os ministros declararam que não reconhecerão a Assembleia Constituinte, que foi instalada na sexta-feira passada (4), nem as decisões que emanem dela, pelo seu caráter "ilegítimo", e condenaram a "ruptura da ordem democrática" no país.

Arreaza reiterou hoje o convite de criar um espaço de diálogo para resolver a crise na Venezuela por meio da Comunidade de Estados Latino-Americanos e do Caribe (Celac), uma proposta que, segundo destacou, foi bem recebida por vários diplomatas que participaram da reunião.

Da Agência Brasil

Leia mais...A ministra alemã da Defensa, Ursula von der Leyen, solicitou hoje (9) à China a usar sua influência sobre Coreia do Norte. "É decisivo que nessa questão a China sobretudo desempenhe também um papel, já que tem influência sobre a Coreia do Norte. É o único país com influência sobre a Coreia do Norte", declarou a política. A informação é da agência de notícias alemã DPA.

A Coreia do Norte tem uma grande dependência da China e por isso a China tem uma responsabilidade especial na hora de exercer esta influência, disse Ursula, qualificando de  "preocupante" a escalada do conflito.

Nos últimos dias o tom entre Washington e Pyongyang tem se endurecido. A Coreia do Norte disse que está "examinando cuidadosamente" a posibilidade de lançar um ataque contra aa ilha de Guam, no oceano Pacífico, pertencente aos Estados Unidos, informou a agência de notícias estatal nortecoreana KCNA.

O presidente Donald Trump, por sua vez, disse que se Pyongyang continuasse com suas ameaças seria enfrentado "com um fogo e uma fúria como o mundo nunca viu".

Da Agência DPA via Agência Brasil

Leia mais...O secretário de Defesa dos Estados Unidos, general James Mattis, advertiu hoje (9) à Coreia do Norte para não se arriscar a executar ameaças que representariam o fim do regime no país e lembrou que qualquer ação de Pyongyang seria superada pela força militar americana. A informação é da EFE.

Em comunicado, o chefe do Pentágono exigiu que a Coreia do Norte encerre "toda a consideração de ações que levem ao fim do seu regime e à destruição de seu povo. As ações (militares) da Coreia do Norte continuarão sendo superadas pelas nossas, e ela perderia toda corrida armamentista ou conflito que iniciar contra os Estados Unidos e seus aliados", disse Mattis.

Na opinião do secretário de Defesa, o regime de Pyongyong deve deixar de se isolar, interromper a busca por armas nucleares e perceber que houve unanimidade no Conselho de Segurança da ONU para aprovar as sanções contra o seu país no último sábado.

Mattis destacou que tanto os EUA como seus aliados demonstraram capacidade e inquestionável compromisso para se defender de um ataque, depois de a Coreia do Norte ter ameaçado atacar a Ilha de Guam, onde fica uma estratégica base naval americana.

O chefe do Pentágono disse na nota que o Departamento de Estado está fazendo o possível para resolver a ameaça global apresentada pela Coreia do Norte pelas vias diplomáticas. No entanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, desde que chegou ao poder, colocou ênfase na capacidade de dissuasão nuclear americana.

Os alertas do Pentágono ocorrem depois de Trump ter ameaçado responder à Coreia do Norte com "fúria e fogo" se o país seguir realizando ameaças militares e nucleares. Kim Jong-un rebateu avisando que pode bombardear a Ilha de Guam.

Recentemente, a Coreia do Norte testou com sucesso dois mísseis intercontinentais, ação que motivou as sanções da ONU. Além disso, a inteligência americana, segundo documento revelado pelo jornal The Washington Post, considera que o regime de Kim desenvolveu uma ogiva nuclear pequena o suficiente para ser levada em um míssil.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...O ex-negociador do governo colombiano nos diálogos de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Humberto de la Calle, anunciou nesta quarta-feira (9) que deseja concorrer à Presidência do país nas eleições de 2018. A informação é da EFE.

"Tomei a decisão de colocar meu nome à disposição dos colombianos como candidato presidencial", disse Da Calle em uma coletiva de imprensa em Bogotá, quando esclareceu que não pedirá apoio das Farc para uma proposta política. Mas demonstrou interesse em buscar uma coalizão de movimentos para respaldar sua aspiração presidencial e "ganhar no primeiro turno".

Da Calle, que durante quatro anos comandou a equipe do presidente Juan Manuel Santos nas conversas que levaram à assinatura de um acordo de paz com as Farc em novembro de 2016, assegurou que se sente "capacitado para conduzir o país pelo caminho da paz, do diálogo, da união entre todos, para levá-lo adiante".

O ex-chefe negociador assegurou que tem "uma dívida de lealdade com o presidente Santos" por tê-lo permitido participar das negociações de paz em Havana, mas disse que não foi "propriamente um membro do governo” e "nem tem responsabilidades sobre outras políticas deste mandato”.

"Me sinto em liberdade de seguir um caminho de transformação e mudança", acrescentou Da Calle, que já foi vice-presidente da Colômbia entre 1994 e 1996, ministro do Interior e magistrado da Suprema Corte de Justiça, entre outros cargos.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Leia mais...A Austrália decidirá a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo por meio de uma votação pelo Correio. Nesta quarta-feira (data local), o Senado rejeitou proposta para convocar uma consulta popular sobre a matéria. A informação é da Agência EFE.

O Senado não obteve a maioria necessária para submeter ao debate o projeto de lei que convoca a consulta, iniciativa apoiada por 31 dos 76 senadores.

O plenário da Casa já havia rejeitado em novembro um projeto de lei para permitir o referendo sobre a união entre homossexuais, cuja convocação foi uma promessa eleitoral do primeiro-ministro Malcolm Turnbull.

A decisão abre as portas para que o governo conservador convoque a população a dar seu voto pelo Correio, medida que Turnbull anunciou ontem ao prever a rejeição no Senado. A medida não requer a autorização do Legislativo.

Na consulta voluntária pelo Correio, as cédulas serão distribuídas em 12 de setembro e deverão ser devolvidas com uma resposta até 7 de novembro.

Se a população for favorável à legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, espera-se que a matéria seja debatida no plenário antes de 7 de dezembro, data na qual o Parlamento encerra suas sessões legislativas.

Os que se opõem ao referendo, entre eles os trabalhistas, os verdes e ativistas, consideram que um debate poderia acirrar a homofobia, por isso defendem que a legalização seja decidida no Parlamento.

Pesquisa recente, encomendada por uma organização não governamental (ONG) australiana de defesa do casamento igualitário, mostra que 72% dos cidadãos do país apoiam a legalização, enquanto o setor conservador cristão é contrário ao projeto.

A Austrália, que permite a união civil em muitos de seus estados, recebeu críticas de várias organizações pela lentidão na legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em dezembro de 2013, a Suprema Corte anulou uma legislação que permitia o casamento gay no Território da Capital Australiana, por considerar que a mesma viola a Lei Federal de Casamentos, de 1961.

Além disso, propostas legislativas similares fracassaram no estado da Tasmânia e em Nova Gales do Sul, cuja capital é Sydney.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O empresário Gabriel Dumar Lora, investigado no caso de corrupção envolvendo a construtora Odebrecht na Colômbia, se entregou nessa terça-feira (8) à Justiça colombiana, informou o Ministério Público do país.

Gabriel Dumar Lora é funcionário do consórcio Sion, empresa vinculada ao esquema de pagamentos iniciado pela multinacional Odebrecht a servidores públicos, acrescentou o MP colombiano em comunicado.

De acordo com a nota, Dumar Lora se apresentou nas instalações do Ministério Público, em companhia de seu advogado, se submeteu a exames médicos e foi interrogado.

Segundo as investigações na Colômbia, Gabriel Dumar é advogado e funcionário do consórcio Sion, uma das cinco companhias que teriam servido de intermediárias para o pagamento de propinas da Odebrecht.

Os valores pagos pela construtora no país chegam a US$ 27,72 milhões, e não a US$ 11,1 milhões, como divulgado inicialmente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, de acordo com o Ministério Público colombiano.

Até o momento, foram detidos pelo caso Odebrecht na Colômbia o ex-vice-ministro de Transporte Gabriel García Morales, o ex-senador Otto Bula, o ex-assessor da Agência Nacional de Infraestrutura Juan Sebastián Correa, além dos representantes legais César Hernández e Gustavo Urrego.

Da Agência Brasil 

Leia mais...Os chanceleres e representantes de 17 países das Américas, reunidos em Lima, no Peru, afirmaram nessa terça-feira (9) que não vão tolerar golpes militares e que apoiarão as instituições democráticas da Venezuela, acrescentando que desconhecem a Assembleia Constituinte instalada sexta-feira passada (4). A informação é da Agência EFE.

Em reunião na capital peruana para discutir a crise na Venezuela, o chanceler chileno, Arauto Muñoz, disse que seu país "não aceita golpes militares, autogolpes ou levantes militares".

"Queremos que se restabeleça a ordem democrática, por meio de uma negociação crível, sincera, com efeitos reais", declarou Muñoz. Para ele, "há vontade de contribuir para uma saída negociada pelos próprios venezuelanos para que definam seu futuro".

O secretário de Relações Exteriores do México, Luis Videgaray, destacou o respaldo do grupo ao Parlamento venezuelano, de maioria opositora, e insistiu que os atos jurídicos, como contratos e financiamentos internacionais, que o governo venezuelano solicitar só serão reconhecidos quando forem aprovados pela assembleia. "Essa medida valida nossa postura a favor das instituições democraticamente eleitas na Venezuela".

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, afirmou que não se pode "admitir a continuidade desse horror" na Venezuela, ao comentar a suspensão do país do Mercosul, por tempo indeterminado, aprovada pelo bloco no último fim de semana.

A chanceler do Panamá, Isabel de Saint de Malo, destacou que esse grupo de países, que se reuniu em Lima, não deixará o povo venezuelano sozinho. "Estaremos vigilantes pelo retorno à democracia e vemos com bons olhos a decisão de seguir de perto a situação".

Participaram da reunião em Lima representantes de Brasil, da Argentina, do Canadá, Chile, da Colômbia, Costa Rica, Guatemala, de Honduras, México, do Panamá, Paraguai e Peru, entre outros.

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu nesta terça-feira (8) à Coreia do Norte que poderia responder às suas ameaças com "um fogo e uma fúria nunca vistos no mundo", após a divulgação  de um relatório da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA pelo jornal The Washington Post segundo o qual que Pyongyang fabricou uma ogiva nuclear reduzida que pode ser colocada em um dos seus mísseis balísticos. A informação é da EFE.

"É melhor que a Coreia do Norte não faça mais ameaças aos Estados Unidos. Encontrarão (como rsposta) um fogo e uma fúria nunca vistos no mundo", disse Trump em declarações a jornalistas em  Nova Jersey.

Da Agência EFE via Agência Brasil

Ouça a 730
apple android
(62) 98400-1757